sexta-feira, 29 de maio de 2020

Vereador Professor Márcio se diz a favor do adiamento das eleições municipais de 2020. Para ele, o valor estimado para ser investido na disputa, cerca de R$ 10 e até 15 bilhões de reais deve ser investido no combate ao coronavírus; nos hospitais; na saúde de forma geral

Muita gente se associa a posição adotada pelo vereador, todavia, há quem pondere
que a eleição como valor republicano deve ser mantida para este ano.

Conforme prevê a legislação eleitoral, as eleições municipais de 2020 estão marcadas para ocorrer no próximo dia 4 de outubro. Antes porém, entre 20 de julho e 5 de agosto, ocorrerão as convenções partidárias, por meio das quais os partidos políticos definirão os seus candidatos ao executivo e ao legislativo.

A campanha e propaganda eleitoral propriamente dita, estão autorizadas a partir do dia 16 de agosto até o dia 3 de outubro, mas todas essas datas podem sofrer alterações, devido a pandemia do coronavírus que já vitimou milhares de pessoas no país.

Este ano, é bom que se diga, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), antecipou que estima um gasto na ordem de R$ 10 e até 15 bilhões de reais com a logística da eleições municipais

Professor; e no exercício do seu primeiro mandato, o vereador Cláudio Humberto Bispo, o professor Márcio; defende que a corrida eleitoral marcada para este ano deveria esperar. Para ele, a eleição deve ser adiada para 2022, isso porque é mais urgente aparelhar hospitais com leitos de UTI e retaguarda e ainda adquirir materiais para a saúde; tais quais Equipamentos de Proteção Individual (“EPI’s”), que necessariamente injetar esse volume de recursos na disputa eleitoral.

Muita gente se associa a posição adotada pelo vereador, todavia, há quem pondere que a eleição como valor republicano deve ser mantida para este ano, com sua provável campanha reduzida de 45 para 30 dias, e se desdobrando ao longo do mês de novembro. A votação, segundo defende ampla maioria dos congressistas, deve ocorrer no primeiro domingo de dezembro, com idosos e pessoas de grupo de riscos sendo os primeiros a votar, numa eleição onde naturalmente tudo será atípico, inclusive a campanha que deve se desenrolar sobretudo pelas redes sociais.

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