sábado, 2 de fevereiro de 2019

Álvaro Porto é eleito para 4ª Secretaria da Mesa Diretora da Alepe

Com a eleição, parlamentar foi reconduzido ao posto. Álvaro 
representa o Agreste Meridional na Assembleia.

O deputado Estadual Álvaro Porto (PTB) foi eleito para o posto de quarto secretário da mesa diretora da Assembleia Legislativa, na eleição que definiu Eriberto Medeiros (PP), como novo Presidente da Alepe. A eleição, ocorreu na noite desta sexta-feira (1), logo  após a sessão que empossou os deputados que farão parte da legislatura 2019-2022.

Ao total, 47 dos 49 deputados estaduais registraram presença em plenário. Destes, 45 votaram em Álvaro, enquanto que dois, optaram por branco. Com a eleição, o parlamentar que representa a região Agreste Meridional do Estado, foi reconduzido ao posto.

Ao exercer o cargo no seu primeiro mandato, na legislatura que compreendeu 20015 a 2018, Porto se destacou por sua fiscalização permanente, especialmente nas áreas de saúde, segurança e agropecuária, apresentando denúncias, cobranças e propostas.

O Secretário de Governo da gestão Izaias e atual Presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), aqui de Garanhuns, Méwitton Araújo, acompanhou a eleição de Porto. Ele e o Prefeito Izaías Régis são aliados de primeira hora de Álvaro.

Casal de Garanhuns viabiliza entrada de jovem em Universidade

Rodrigo Ferreira e Odete Nativo trabalham há cerca de seis anos com projetos sociais. 
Eles foram os responsáveis por mediar a entrada de Eliseu Silva, 19 anos na Unopar.

Uma história bonita e de generosidade vem atraindo atenção de muitos garanhuenses através da redes sociais, desde meados de janeiro. No epicentro da narrativa estão um casal garanhuense (Rodrigo Ferreira, o Guiga e Odete Nativo); um empresário cujo um de seus investimentos está dirigido ào campo estudantil (Júnior Vilar), e por fim, um morador de Correntes, que sonhava com ingresso em uma Universidade, Eliseu Silva, de 19 anos.

A história de Eliseu, que é atleta amador de futebol, e que vem de família humilde, foi descoberta por Rodrigo e Odete no início ano. Trabalhando em projetos sociais há cerca de seis anos, o casal percorria o bairro da Olaria, em Correntes, quando se deparou com o jovem. Na visita a cidade, Guiga e Odete trabalhavam para viabilizar a instalação de uma Associação comunitária, a pedido de um amigo, Clayton Umbelino, mas o caso de Eliseu chamou tanta atenção, que eles acabaram se aproximando do rapaz.

Ao casal, o jovem de Correntes relatou o seu desejo de ingressar no curso de educação física. Relatou ainda, que por questões financeiras, desemprego e quase nenhuma oportunidade que a vida lhe apresentou; ele não conseguia assegurar a sua entrada no ambiente acadêmico. Tocados com o caso, Guiga e Odete mantiveram contato com um dos diretores da Universidade Unopar, pólo Garanhuns, Júnior Vilar.

Solidário, Vilar não pensou duas vezes, e após ouvir a biografia do rapaz de origem humilde, ele tratou de assegurar o pagamento da inscrição de Eliseu no último vestibular. Resultado, Eliseu foi aprovado com mérito, e obtendo uma das melhores notas da prova.
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Diante do bom resultado, e como nova demonstração de solidariedade, Eliseu foi surpreendido com outra outra boa ação. É que o diretor da Unopar (foto acima de branco), decidiu conceder uma bolsa integral para ele, devido o seu exemplo de perseverança. Ainda em estado de comemoração, o agora universitário já se prepara para o início de suas aulas, marcado para esse mês de fevereiro.

Rodrigo Ferreira, um dos responsáveis pela ascensão de Eliseu à Unopar, ressaltou a importância da iniciativa do diretor da Universidade. “O sentimento é de gratidão a Deus em primeiro lugar, e a Júnior Vilar, que sabe do nosso trabalho e sempre nos atende nas ações sociais. Eu e Odete acreditamos que  a  Educação e o Esporte mudam a vida de Crianças e dos Jovens, fazendo deles bons cidadãos. Uma boa  ação  é capaz de  proporcionar  um futuro melhor não apenas à um jovem e a uma familia,  mas a toda sociedade.”

Política – Atualmente, Guiga e Odete participam do novo grupo político que vem sendo construído por intermédio do trabalho do advogado e ex-procurador do município, Tony Neto. Ambos já sinalizaram a possibilidade de encarar a disputa pela Câmara em 2020.

Motivados, eles não escondem que a presença de 18 pré-candidatos, mesmo há 20 meses da eleição, reforça o coro de que a agremiação poderá surpreender, elegendo três parlamentares. A proposta do conjunto, é que seus candidatos possam atingir a condição de eleito, por motivo da conquista de cerca de 800 votos.
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Recife: Eriberto Medeiros é reeleito para a Presidência da Alepe

Nesta sexta (1), Alepe ainda elegeu os outros integrantes da Mesa Diretora da 
Casa. Simone Santana (PSB) será a primeira vice-presidente. (JC Online).

Sem muitas surpresas, a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), realizada logo após a cerimônia de posse dos deputados estaduais, culminou na reeleição do deputado Eriberto Medeiros (PP), candidato único à vaga. Na a 1ª vice-presidência, foi eleita Simone Santana (PSB). Na 2ª vice-presidência, Guilherme Uchôa Jr. (PSC). Para a 1ª secretaria, um dos cargos mais disputados na eleição e que possui a atribuição de administrar as finanças da Casa, ganhou Clodoaldo Magalhães (PSB). Na 2ª, 3ª e 4ª secretarias foram conduzidos Claudiano Martins Filho (PP), Teresa Leitão (PT) e Álvaro Porto (PTB), respectivamente. Os três foram candidatos únicos às suas respectivas vagas, fruto de acordo interno entre os seus partidos.

A composição dos cargos da Mesa respeitou, em sua maioria, a proporcionalidade das bancadas. De acordo com essa regra, os partidos com o maior número de deputados tem a prerrogativa de reivindicar mais cargos. O PSB, sigla de maior bancada, com 11 deputados, abriu mão da presidência para o PP - segunda maior, com 10 parlamentares - e ficou com a 1a vice-presidência e a 1a secretaria. Na única vaga onde a proporcionalidade não foi seguida foi a 2a vice-presidência, onde Guilherme Uchôa Jr (PSC) foi o indicado da sigla, mas teve como adversários na disputa Alberto Feitosa (PSB) e Romário Dias (PSD).

Com a eleição de Simone, tanto a vice do Legislativo como do Executivo Estadual serão ocupadas por mulheres, esta última com Luciana Santos (PCdoB). Durante o discurso de defesa da sua candidatura, Simone disse pleitear um fato inédito para a Casa. “Que é, a de, nos seus 183 anos de existência, ter uma vice-presidente”, contou.

Os deputados Diogo Moraes (PSB), por questão de saúde e Dulcicleide Amorim (PT), por questões religiosas, se ausentaram da votação. Portanto, foram 47 votantes. O governador Paulo Câmara (PSB) também não compareceu à posse, mas foi representado por Luciana Santos. Segundo ela, a falta do governador na posse é de praxe, já que a eleição da Mesa ocorre logo depois. “Para não deixar nenhum tipo de resíduo ou dúvida que exista qualquer tipo de expectativa de influenciar o roteiro da Mesa”, afirmou a vice-governadora. De acordo com a comunista, Paulo deve comparecer a 1ª sessão dessa nova legislatura, a ser realizada na próxima segunda-feira (4).

Eriberto Medeiros assumiu um mandato tampão em agosto do ano passado devido ao falecimento do então presidente, Guilherme Uchôa (PSC) e, desde então, tem sido consenso tanto no governo como na oposição, devido ao seu perfil conciliador. O PSB abriu mão desse cargo, que é da sua cota por ser a maior bancada, em prol do PP

3ª vez: Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara com 334 votos

Com o resultado, o deputado permanece no comando
da Casa até 31 de janeiro de 2021. (JC Online com Estadão Conteúdo).

Com apoio de partidos de todos os espectros políticos e 334 votos no total no primeiro turno, Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados nesta sexta-feira (1º) pela terceira vez consecutiva, para um novo mandato de dois anos. Com o resultado, Maia permanece no comando da Casa até 31 de janeiro de 2021.

A eleição confirmou o favoritismo de Maia, que contava com o apoio oficial do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, apesar de um deputado da legenda ter disputado o cargo. Apoiado por um bloco de 17 partidos, Maia contou com o apoio de legendas governistas e oposicionistas.

Após o resultado, Maia agradeceu o apoio de familiares, aliados e adversários. "Tive a oportunidade conhecer os que estão chegando. Teremos muitos desafios. A Casa precisa de modernização. Precisamos comandar as reformas pactuadas junto com governadores e prefeitos de todos partidos."

Seu principal adversário nesta disputada, Fábio Ramalho (MDB-MG) teve apenas 66 votos. Ele derrotou ainda Ricardo Barros (PP-PR) que teve apenas 4 votos, Marcel Van Hattem (NOVO-RS) ficou com 23, Marcelo Freixo (PSOL-RJ) com 50, JHC (PSB-AL) com 30 e General Peternelli (PSL-SP) com 2.

Maia teve o apoio formal dos dois principais blocos formados na Câmara nesta sexta. A maior divisão, encabeçada pelo PSL, de Jair Bolsonaro, com PP, PSD, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PTB, PSC E PMN, com 301 parlamentares e também a divisão com PDT, PODE, SD, PCdoB, PATRI, PPS, PROS, AVANTE, PV e DC, com 105 deputados.

Os dois blocos dominaram as titularidades na Mesa Diretora deixando o terceiro grupo, formado por PT, PSB, PSOL e Rede, com duas suplências. Maia chorou assim que soube do resultado e foi muito abraçado por seus colegas durante a comemoração.

Após tumulto e impasse, senado suspende eleição da presidência

Nova sessão no Senado para decidir votação foi marcada para este sábado (2),
às 10h. (Estadão Conteúdo – Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil).

Por falta de acordo diante do impasse criado no Senado sobre uma votação aberta ou secreta para a eleição do presidente da Casa, o plenário decidiu adiar para as 11h deste sábado (horário de Brasília) o pleito interno.

No comando da sessão, o senador Davi Alcolumbre, que pertence aos quadros do DEM do Amapá, cuja legitimidade para dirigir os trabalhos era alvo de questionamento, consultou o plenário sobre uma proposta feita por líderes de diferentes partidos: suspender a atual sessão, travada há mais de 5 horas, e retomar amanhã.

Marcada por tumultos, discussões e xingamentos, a sessão se arrastava sem que houvesse um entendimento entre os defensores do voto aberto (os novatos majoritariamente) e os do voto secreto.
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Pré-candidato a presidente do Senado, Alcolumbre colocou em votação uma questão de ordem, aprovada por 50 votos favoráveis x 2 contrários, que determinava a votação nominal. Foi o estopim para os protestos, principalmente, de senadores mais experientes e dos aliados de Renan Calheiros (MDB-AL), que tentará disputar a eleição contra os interesses do governo Jair Bolsonaro. Ele entende que, às claras, será prejudicado por causa de pressões do Planalto sobre os senadores.

Já Alcolumbre, cujo desejo de presidir o Senado encontra respaldo no governo, era questionado por estar definindo as regras da eleição que disputará. Ele estava em campanha e pedia votos aos senadores, embora ainda não tenha anunciado publicamente que será candidato - uma estratégia para evitar os questionamentos, que, no fim, vieram.

Como será a votação - Neste sábado, os senadores terão de definir novamente se mantém a votação aberta - como decidido por 53 senadores dos 81 (parte deles se recusou a votar por não reconhecer Alcolumbre como legítimo). O senador Cid Gomes, que é filiado do PDT do Estado do Ceará, propôs que o método não seja mais questionado - mas não é certo que a votação aberta será mantida.

A expectativa é que, na retomada da sessão suspensa há pouco, os partidos confirmem primeiro as candidaturas a presidente. Em seguida, o senador mais antigo, José Maranhão (MDB-PB) assumirá o controle da Comissão Diretora para proceder à eleição. Como Alcolumbre deve ser confirmar, ele terá de deixar a presidência interina, que assumiu por ser 3º suplente da antiga Comissão Diretor, cujo mandato se encerrou.
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