quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Gaeco-Agreste é criado para combate ao crime organizado na região

Com sede em Caruaru, Gaeco-Agreste contará com um membro, dois servidores de apoio 
técnico e operacional e ainda com o auxílio administrativo das Promotorias de Justiça da cidade.

O Ministério Público de Pernambuco criou um anexo do Grupo Regional de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado na Região Agreste de Pernambuco (Gaeco-Agreste), instalado em Caruaru e vinculado ao Gaeco original, com sede no Recife. Caberá a unidade agrestina prestar apoio técnico e operacional no interior do Estado nos procedimentos encaminhados pela coordenação administrativa geral do Gaeco.

O anexo do Gaeco contará com um membro, no mínimo, dois servidores de apoio técnico e operacional e as Promotorias de Justiça de Caruaru prestarão apoio administrativo. Durante a tramitação de representações, inquéritos civis e policiais, procedimentos investigatórios, peças de informação e ações penais e civis, havendo indícios de participação de organizações criminosas, o anexo do Gaeco poderá atuar com anuência do promotor do órgão do Ministério Público com atribuições específicas para o caso e de forma integrada com as Promotorias de Justiça envolvidas.

“As Promotorias de Justiça, na sua missão de combate a organizações criminosas, que atuam de forma reiterada, necessitam do apoio de um órgão especializado para auxiliar na condução de investigações, procedimentos e processos complexos, que muitas vezes colocam em situação de exposição o membro do Ministério Público, comprometendo inclusive a sua segurança pessoal”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, salientando a necessidade do Gaeco-Agreste na região.

“A intervenção eficaz do Ministério Público no combate à criminalidade organizada exige metodologias peculiares de atuação, demandando notadamente a especialização das atividades no Gaeco, que, em conjunto com o promotor natural ou separadamente, recepcione e impulsione, dando tratamento adequado e uniforme às investigações, promovendo e acompanhando as ações penais e civis decorrentes”, complementou o procurador-geral de Justiça no texto da portaria POR-PGJ Nº 2.139/2019, que criou o Gaeco-Agreste.

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