segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Izaías declara apoio à Silvio Costa Filho para Deputado Federal

Álvaro Porto para Estadual, completa a chapa de candidatos a deputados que
Prefeito de Garanhuns irá apoiar nestas eleições. (Secom/PMG).

O prefeito de Garanhuns Izaías Régis (PTB) acaba de anunciar apoio ao líder da oposição na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) e candidato a Deputado Federal, Sílvio Costa Filho (PRB). O apoio fortalece, ainda mais, o projeto das oposições que pretende mudar o quadro político de Pernambuco. Já o deputado federal Jorge Côrte Real será o primeiro suplente do candidato ao senado Mendonça Filho.

Silvio Costa Filho, o "Silvinho", como costuma ser chamado pelos amigos, é o atual presidente estadual do PRB e foi eleito em 2014 com mais de 67 mil votos, estando em seu terceiro mandato como Deputado estadual. Em Garanhuns, Costa Filho possui o apoio dos vereadores, Alcindo Correia (PCdoB), Zaqueu Lins (PRB), Ary Júnior (PTB), Carla Patrícia (PTB), Professor Márcio (PHS), Gersinho Filho (PTB) e Daniel Silva (PSC).

Izaías reconhece que o candidato Silvio Costa Filho apresentou excepcional desempenho como parlamentar na ALEPE defendendo todos os pernambucanos contra os desmandos do Governo Paulo Câmara (PSB). Diante deste contexto, o gestor acredita que Costa Filho vai continuar trabalhando para atender aos anseios do Agreste Meridional e de Pernambuco como Deputado Federal.

Costa Filho possui uma das mais promissoras candidaturas à Câmara Federal e vem ganhando espaço no Agreste Meridional. O prefeito Izaías, ao se integrar à base eleitoral, pretende conseguir mais recursos por meio de emendas para solucionar demandas de Garanhuns, assim como conseguir novos investimentos.

Com uma reputação ilibada, Izaías Régis foi deputado estadual por três mandatos, é prefeito de Garanhuns desde 2013, sendo reeleito em 2016 com uma votação expressiva de 44.275 votos; o que representa a maior vitória política da história de Garanhuns.

Presidência será disputada por 13 candidatos. Saiba quem são eles

Postulantes ao Palácio do Planalto, foram definidos nas convenções partidárias nacionais, 
realizadas em todo o país, no último domingo (5). (JC Online – Foto: JC Imagem/Agência Brasil).

Após o fim das convenções partidárias, realizadas no último domingo (5) foram definidos os nomes que irão disputar a Presidência da República em 2018. Foram indicados 13 candidatos, entre eles, Lula, que está preso desde abril e ainda terá sua elegibilidade julgada pelo STF, correndo o risco de não poder participar da corrida presidencial.

Caso sua candidatura seja cassada, Fernando Haddad, apresentado, no momento, como vice de Lula, assume a disputa pelo cargo de presidente com Manuela D'ávila, que desistiu de uma candidatura própria, como sua provável vice. O MDB, sem alianças, confirmou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles para a concorrência. Já Marina Silva, agora pelo Rede, irá tentar o Planalto pela terceira vez consecutiva.

Além deles, concorrem ao cargo: Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), João Amoêdo (Partido Novo), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU). Abaixo, você confere como estão formadas as chapas que disputarão o Palácio do Planalto nas Eleições de outubro deste ano.
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ÁLVARO DIAS (PODEMOS) - Senador, ele foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias (foto, acima) anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sergio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de "refundar a República". Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

CABO DACIOLO (PATRIOTA) - A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benecuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice é Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal. Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do País. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e a "ideologia de gênero".

CIRO GOMES (PDT) - Sua candidatura foi confirmada no último dia 20 de julho, na convenção nacional do PDT, que reuniu filiados do partido. A candidata a vice ainda será formalizada, mas o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, antecipou que a vaga será preenchida pela senadora Kátia Abreu (PDT). O pedetista firmou parceria apenas com o Avante. Esta é a terceira vez que Ciro Gomes (foto, abaixo) será candidato à Presidência: em 1998 e 2002 ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do Estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro foi ainda, ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.
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GERALDO ALCKMIN (PSDB) - Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, no último sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (foto, abaixo), à Presidência da República. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura do ex-governador de São Paulo. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa. No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o País e recuperar a "dignidade roubada" dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

GUILHERME BOULOS (PSOL) - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente. Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

JOÃO GOULART FILHO (PPL) - O PPL lançou João Goulart Filho (última foto), como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo. O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

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JAIR BOLSONARO (PSL) - O deputado federal Jair Messias Bolsonaro, do PSL do Estado do Rio de Janeiro (RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB. Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

JOÃO AMOÊDO (PARTIDO NOVO) - João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista, no último sábado (4). O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato a vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento. João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

HENRIQUE MEIRELLES (MDB) - O MDB confirmou no último dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles (foto, abaixo), ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa. Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura para diminuir as distâncias no País, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.
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JOSÉ MARIA EYMAEL (DC) - O partido Democracia Cristã (DC) confirmou, no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente. Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para a diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações do governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT) - A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no último sábado (4), o nome do ex-presidente Lula para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT. Ontem, por meio de carta enviada à Executiva do PT, Lula indicou Fernando Haddad para ser o vice. Lula está preso em Curitiba desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. Com elegibilidade ainda a ser julgada e correndo o risco de ter a candidatura cassada, Haddad pode assumir o lugar do ex-presidente na disputa, passando a ter Manuela D'ávila (PCdoB) como vice.

MARINA SILVA (REDE) - A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no último dia 4, o nome de Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato a vice na chapa, o médico sanitarista Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro. A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Comprometeu-se com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos "pontos draconianos" da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

VERA LÚCIA (PSTU) - Em convenção nacional, o PSTU oficializou, no dia 20 de julho, a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista. De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender às necessidades da classe trabalhadora. O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.
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Seis candidatos disputarão o Governo de Pernambuco este ano

PTB, PSOL, Rede, Pros, PSB e PSTU 
terão representantes nas eleições do Estado. (JC Online).

Após meses de especulações e apenas a poucas horas antes do fim do prazo oficial das convenções, enfim, o cenário eleitoral no Estado de Pernambuco foi traçado. Em uma campanha mais curta, candidatos já estão prontos para ganhar às ruas e mostrarem seus programas de governo, para avaliação do eleitores, quase 6,5 milhões.

Neste fim de semana, as convenções partidárias do PTB, PSOL, Rede, Pros, PSB e PSTU confirmaram as candidaturas de Armando Monteiro, Danielle Portela, Julio Lossio, Maurício Rands, Paulo Câmara e Simone Fontana, respectivamente.

Abaixo, você confere como estão montadas as chapas:

ARMANDO MONTEIRO (PTB)  - Senador pelo PTB, é candidato à governador pela segunda vez consecutiva e tem Fred Ferreira (PSC), vereador do Recife, como vice. Completam sua chapa os ex-ministros e candidatos ao Senado Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB). A frente de oposição Pernambuco Vai Mudar possui treze partidos: PTB, PSDB, DEM, PSC, PPS, PRB, Podemos, PV, PSL, PRTB, PHS, PSDC E PMB.  

DANIELLE PORTELA (PSOL)  - O PSOL de Pernambuco concorre ao governo em 2018 com uma chapa majoritária composta exclusivamente por mulheres. A pré-candidata ao governo do Estado será a advogada e historiadora Daniella Portela, tendo como vice Gerlane Simões. Já as vagas para o Senado Federal serão postuladas por Albanise Pires e Eugênia Lima. A chapa fechou aliança com o PCB.

JULIO LOSSIO (REDE)  - O ex-prefeito de Petrolina busca o governo de Pernambuco sem ainda ter um nome para ocupar o posto de vice em sua chapa. Para o Senado, Pastor Jairinho (Rede) é o primeiro evangélico a concorrer ao cargo. A segunda vaga ao Senado também está em aberto. O Partido não fechou alianças. 

MAURÍCIO RANDS (PROS)  - Ex-deputado Federal, ele lançou sua candidatura para o governo do Estado ao lado da ex-vereadora do Recife Isabela de Roldão (PDT), que será sua vice. Para o Senado, Silvio Costa (Avante) ocupa uma das vagas, ficando a segunda em aberto. PROS, Avante e PDT formam a frente Pernambuco que Você Quer.  

PAULO CÂMARA (PSB)  - Atual governador de Pernambuco, Paulo é candidato à reeleição e tem como vice de sua chapa a ex-prefeita da cidade de Olinda, Luciana Santos (PCdoB). O senador Humberto Costa (PT) e o ex-governador Jarbas Vasconcelos (MDB) completam a chapa majoritária do socialista como candidatos ao Senado Federal. A Frente Popular de Pernambuco conta com o apoio de doze partidos, sendo eles: PSB, PT, MDB, PSD, PCdoB, PP, PRP, PR, SD, PPL, Patriota e PMN. 

SIMONE FONTANA (PSTU) - O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) concorrerá ao governo do Estado de Pernambuco nas eleições deste ano, com Simone Fontana e o sindicalista Jair Pedro para vice. O partido só terá um candidato a senador, o professor universitário Hélio Cabral. O Partido não fechou alianças.  

Rifada, Marília Arraes disputará vaga de Deputada Federal pelo PT

Desde o início do ano, neta de Arraes trabalhava para consolidar uma candidatura ao governo do estado. 
No último domingo veio a decisão que barrou sua postulação. (JC Online – Foto: Sérgio Bernardo).

Após ser rifada de disputar o governo do Estado, a vereadora do Recife Marília Arraes (PT) confirmou na noite deste domingo (5) que disputará o mandato de deputada federal. Isso coloca Marília como candidata na coligação que apoia o governador Paulo Câmara (PSB), que fará coligação com o Partido dos Trabalhadores.

O PT deve formar uma chapinha para proporcional e planeja eleger até dois deputados federais e de três a cinco deputados estaduais.

Desde o ano passado, Marília tentava se consolidar como candidata ao governo de oposição. Mas o PT decidiu retirar sua candidatura e fechar aliança com Paulo, após o governador conseguir que o PSB decretasse neutralidade nacionalmente. Sem o apoio formal ao ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), o PSB atrapalha que o pedetista se consolide como alternativa no campo da centro-esquerda, em que disputa com o PT.

Como contrapartida, o senador Humberto Costa (PT) disputará a reeleição na chapa de Paulo. Além disso, o governador apoiará o ex-presidente Lula, ou um candidato do Partido dos Trabalhadores na corrida presidencial deste ano.

Genivaldo lança candidatura a deputado com benção de indígenas

Ex-Prefeito da cidade de Águas Belas, Menezes disputará mandato na Alepe,
pelo PCdoB. Convenção que oficializou seu nome ao pleito, ocorreu neste domingo (5).

Genivaldo Menezes, ex-prefeito da cidade Águas Belas, no Agreste Meridional do Estado, confirmou com grande comitiva, a sua candidatura a deputado estadual pela Frente Popular do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

A convenção, realizada neste domingo (05), na sede do partido, na capital pernambucana, deu o pontapé inicial na corrida pela eleição de Menezes. Logo após, em evento realizado no Clube Internacional do Recife, chegaram dois ônibus com apoiadores do ex-prefeito e representantes da Tribo Fulni-ô. A atuação do político como gestor municipal será a principal base da campanha, que agora ganha dimensão estadual.

Genivaldo é trabalhador rural, vindo do movimento sindical pró reforma agrária. Foi prefeito de Águas Belas por duas vezes consecutivas, de 2009 a 2016, e conseguiu eleger seu sucessor na campanha de 2016. Filiado histórico do PT, precisou seguir ao PCdoB para lançar candidatura própria, já que não recebeu o apoio petista para a disputa.

Menezes foi vereador de Águas Belas de 2001 a 2004, articulador de Desenvolvimento Territorial do Território da cidadania da Região Agreste Meridional entre os anos de 2005 a 2006, além de ser delegado Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), de 2007 a 2008, durante o Governo Lula. 

Álvaro critica escolha de Luciana Santos para vice de Paulo Câmara

Para deputado, Luciana no posto de vice, confirma que Paulo Câmara concordou com tudo que foi feito 
no FIG deste ano, sobretudo naquilo que vem sendo considerado desrespeito as famílias cristãs.

A escolha da deputada Luciana Santos (PCdoB) para a ocupar a vice na chapa de reeleição do governador Paulo Câmara (PSB) demonstra que o socialista premiou a legenda comunista, mesmo depois de o partido ter promovido desrespeito às famílias e ao povo cristão do Agreste durante o 28º Festival de Inverno de Garanhuns deste ano.

A confirmação da chapa aconteceu neste domingo (05) durante a convenção da coligação governista, realizada no Clube Internacional, no Recife.  Para o deputado Álvaro Porto (PTB), a presença de Luciana na majoritária significa que Paulo Câmara e o PSB estão de acordo com as agressões que artistas contratados para se apresentar no FIG fizeram a símbolos religiosos no mês passado. 

Ele lembra que a programação e as atrações do festival foram definidos pela Secretaria Estadual de Cultural, cujo titular é Marcelino Granja, do mesmo PCdoB de Luciana.  Porto chama a atenção para o risco de a deputada assumir o governo. "Se, por acaso Paulo vier a ser reeleito e precisar se afastar por qualquer razão, imagine o que pode ocorrer com o FIG! Se o secretário de Cultura do PCdoB fez o que fez, imagine o que não poderá fazer uma eventual vice-governadora desse partido!", disse.

Álvaro Porto fez o alerta um dia depois de participar, neste sábado (04), da convenção que confirmou, no Classic Hall, em Olinda, a chapa da coligação "Pernambuco vai mudar", com Armando Monteiro (PTB concorrendo ao governo, tendo o vereador Fred Ferreira (PSC) como vice e os deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) candidatos ao Senado. No evento, o deputado estava acompanhado de prefeitos e lideranças do Agreste Meridional.
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POLÊMICAS E CACHÊS - Na primeira sessão deste semestre na Alepe, na última quarta-feira (01), Porto já tinha se posicionado sobre os episódios do FIG.  Na ocasião, ele defendeu, inclusive, a suspensão do pagamento de cachê aos artistas que, motivados pelas críticas e suspensão da peça “Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, protagonizaram, episódios polêmicos e desrespeitos durante o evento.

Para Porto, cada um tem sua opção sexual, mas isso não deve ser motivo para que artistas usem o palco para incentivar desavenças e insuflar a plateia a “soltar os demônios”.  No discurso, o deputado informou que tem conversado com muitas pessoas do Agreste, inclusive homossexuais, e que o sentimento entre eles é de indignação.

O parlamentar petebista disse Secretaria de Cultura do Estado foi omissa. A partir do momento em que surgiram reações inflamadas e agressivas a símbolos religiosos, a Secretaria deveria ter emitido um alerta aos artistas para que se limitassem a fazer as suas apresentações, uma vez que foi para isso que foram contratados. 

O deputado acrescentou ainda que o prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PTB), se posicionou de forma contrária à peça, expressando a vontade do povo de Garanhuns.  Por fim, reiterou a defesa da suspensão do pagamento dos artistas que usaram o palco para desrespeitar símbolos cristãos - no caso, os cantores Daniela Mercury e Johnny Hooker.
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Daniel Coelho: “Nossa estrela é a da bandeira de Pernambuco”

Colocação do deputado, foi registrada durante convenção do grupo “Pernambuco Vai Mudar”, 
no último sábado (4), e diz respeito as queixas feitas pelos integrantes da chapa de Paulo Câmara.

O deputado federal pernambucano e atual presidente do Partido Popular Socialista (PPS), aqui de Pernambuco, Daniel Coelho, reagiu com ironia às queixas de aliados do governador Paulo Câmara sobre a estrela símbolo da campanha da frente de oposição Pernambuco Vai Mudar, que anunciou seus candidatos no último sábado (4), em convenção realizada na capital, Recife, onde cerca de 15 mil pessoas estiveram presentes.

“A estrela da nossa campanha é a da bandeira de Pernambuco, que precisa voltar a brilhar depois de três anos de retrocesso do governo Paulo”, afirmou, acrescentando que a estrela foi inserida na bandeira do Estado na Revolução de 1817. “Uma revolução, aliás, que foi contra o desperdício do dinheiro de Pernambuco com os luxos da família real, bem atual para 2018”, ironizou Coelho, afirmando ainda que com Armando, a estrela voltará a brilhar”. 

O deputado também fez comentários sobre símbolo de campanha de Paulo Câmara, compartilhado por socialistas nas redes sociais, neste domingo. “Já o símbolo de campanha de Paulo, resume bem o PSB de Pernambuco. Uma mala, que tempos atuais tem simbolizado a política do passado. A pergunta é: o que o PSB carrega na sua mala?”.