quinta-feira, 2 de agosto de 2018

+ Educação: Izaías entrega novo complexo escolar a Cohab II

“Hoje eu realizo um sonho. Em mais de 40 anos da Cohab II, me sinto honrado de ser o Prefeito a fazer 
a primeira escola municipal,” destacou o Prefeito no evento de entrega do complexo. (Secom/PMG).

O Prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PB), entregou na última quarta-feira (1), o primeiro complexo escolar municipal do bairro Francisco Figueira, a popular Cohab II. O Núcleo de Educação Integral Municipal Professor Marcos Diego Carneiro de Freitas, que abriga a Escola Amílcar da Mota Valença foi inaugurado com a presença do prefeito Izaías Régis; da secretária de Educação, Eliane Vilar; os vereadores Carla Patrícia, Alcindo Correia, Gersinho Filho, Ary Júnior, Daniel Silva, Luzia Cordeiro, Zaqueu Lins, Marinho da Estivas, Prof. Márcio, secretários municipais e a comunidade do bairro. O Núcleo irá atender estudantes do Ensino Fundamental I e Educação Infantil. Cerca de 200 alunos serão beneficiados inicialmente. No próximo ano mais de 600 alunos devem ser atendidos.

O prefeito Izaías Régis fez um discurso emocionado falando da alegria de poder entregar a primeira escola municipal da Cohab II, e de poder homenagear dois homens que amavam a educação. O professor Marcos Diego e o Prefeito Amílcar da Mota Valença. “Hoje eu também realizo um sonho, poder entregar essa escola a essa comunidade. Em mais de 40 anos da Cohab II, me sinto honrado de ser o prefeito a fazer a primeira escola municipal. Todos estamos emocionados, e agradeço aos representantes das famílias dos homenageados, por estarem conosco”.
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O coordenador administrativo, Almir Martiniano, destacou o benefício de trazer uma escola para o bairro. “É um prazer receber esse núcleo aqui no bairro. Já temos uma escola particular e uma estadual, mas é de extrema importância uma instituição municipal também. É um sonho realizado, pois há mais de 30 anos esperamos por isso. Com essa escola, as crianças vão poder ficar mais perto da família e da comunidade”, explicou.

A secretária de Educação, Eliane Vilar, declarou que “Ele inicia com 200 vagas.A partir de 2019, o processo de matrículas será feito e pretendemos chegar a 600 crianças em todo o núcleo. O intuito da Secretaria de Educação é implantar o sistema integral de ensino dentro do Núcleo, transformando a primeira com esse sistema em Garanhuns”, enfatizou.

Estrutura – A nova instalação conta com 04 salas destinadas a turmas de Educação Infantil, 06 salas para Ensino Fundamental I e uma sala multiuso. Além disso, o núcleo dispõe de toda a estrutura administrativa, pedagógica, com refeitório e depósito. Todas as salas da Educação Infantil possuem banheiros próprios, com o intuito de proporcionar uma melhor experiência escolar para as crianças. A obra foi construída com investimento próprio avaliado em mais de 1 milhão e 200 mil reais; e com cerca de 195 mil reais de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Monge defende peça com Jesus trans, após polêmica no FIG 2018

Em carta postada nas redes sociais dirigida aos cristãos, monge afirma que espetáculo transmite 
o amor universal pregado por Cristo. (G1 Caruaru e Região – Foto: Reprodução Facebook).

Ex-secretário do arcebispo emérito de Olinda e Recife Dom Helder Câmara, o monge beneditino pernambucano Marcelo Barros (foto acima) defendeu o monólogo “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, encenado por uma atriz transgênero e que foi marcada por polêmica na 28º edição do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG).

O monge afirmou, em carta postada nas redes sociais, que o espetáculo transmite o amor universal pregado por Cristo. Em entrevista ao G1, nesta quinta-feira (2), Marcelo Barros, de 73 anos, explicou que crê no Jesus que se identifica com todos os que sofrem discriminações sociais e são mal vistos pela sociedade. “Se é para falar de Deus, é para falar de amor. Ele é universal, é inclusão. Se não for assim, é melhor ser ateu”, disse.

Para o monge beneditino, é necessário analisar o que levou a população a entrar em uma onda de intolerância e radicalismo nos aspectos político, social e religioso. “Vivemos a cultura do ódio, que não admite o pluralismo. É justamente sobre isso que devemos pensar”, apontou. Numa carta, endereçada aos cristãos de Garanhuns e naturalmente aos brasileiros, Barros se coloca como um amante do evangelho. Ele diz que não teve a oportunidade de assistir ao espetáculo, encenado pela atriz Renata Carvalho, mas questiona o fato de autoridades tentarem impedir a apresentação, falando em nome da religião. A peça foi alvo de ações judiciais e chegou a ser cancelada.

O monge beneditino afirma que, independentemente da peça, “Jesus se revela presente mais na figura da atriz transexual, que transmite o amor universal que ele pregou, do que nos mantenedores de uma sociedade injusta que o papa Francisco chama do “descarte” e da indiferença para com o outro.”
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No texto, Barros cita trechos da Bíblica para justificar o posicionamento. “Pouco importa a motivação, se Cristo está sendo anunciado, eu me alegro com isso” (Paulo aos filipenses 1, 18). O monge ressalta, ainda, as mensagens de solidariedade e de luta contra a exclusão: “Aos professores da Bíblia que se julgavam mais perto de Deus, Ele chegou a dizer: os cobradores de imposto e as prostitutas chegarão antes de vocês no reino dos céus’ (Mt 21, 31)”, salientou Barros.

Marcelo Barros também diz no texto que a apresentação em outras localidades foi encarada de uma forma bem diferente. “Durante meses, essa peça foi encenada na nave de uma Igreja evangélica em Curitiba e todos os que a viram saíram da experiência comovidos pela sua mensagem de amor universal”, disse.

Por fim, Barros parabenizou e abençoou a atriz Renata Carvalho e todos os “os irmãos e irmãs que enfrentam essas tensões e mantêm sua profecia evangélica”. E mandou um recado para quem se posicionou contra o espetáculo: “Deus não assinou contrato de exclusividade com ninguém. Queridos irmãos e irmãs, prossigam a missão de espalhar que Deus é Amor e, para nós, cristãos, Jesus Cristo é presença desse Amor que nós todos somos chamados a viver”.
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Motivação - Nascido em 1944, no Grande Recife, Marcelo Barros está afastado das atividades litúrgicas diárias, mas mantém um trabalho constante com entidades de assistência social. Teólogo da libertação e escritor, atua com promotores públicos para promover diálogos e ações contra a intolerância.

Também participa de um uma equipe ecumênica na Arquidiocese de Olinda e Recife e nas Comunidades Eclessiais de Bases (CEBs), além de orientação a entidades de luta pela terra. "Depois da carta, não recebi ligações de ninguém da Igreja. Tenho mais respeito por todos", declarou. O monge beneditino integra, ainda, um grupo de seguidores do legado de Dom Helder Câmara, que se reúnem uma vez por mês, na Igreja das Fronteiras, fundada pelo arcebispo emérito, na área central do Recife.

Foi justamente após uma dessas reuniões que surgiu a ideia de redigir a carta aberta para falar sobre o amor universal e os mandamentos de Jesus. No sábado (28), depois da polêmica de proibição da apresentação, algumas pessoas perguntaram como deveriam agir diante do assunto. “De um lado, tempos os fundamentalistas, que pregam ódio e até destoem templos de matriz africana, em nome de religião. Do outro, um cantor que subiu ao palco do Festival de inverno e chamou Jesus de bicha. Não é desabafo, é apenas uma forma de refletir um pouco sobre o momento em que vivemos” declarou.
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Polêmica - A polêmica envolvendo a peça começou antes do Festival de Inverno de Garanhuns, que ocorreu entre os dias 19 e 28 de julho. No fim de junho, a Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) anunciou o cancelamento da apresentação teatral, que estava na programação oficial do evento. Na época , o estado citou a polêmica causada pela atração e da possibilidade de prejuízos das parcerias estratégicas e nobres que o viabilizam.

Depois da disputa na Justiça, a peça “O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu” foi apresentada sem a estrutura do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). No dia 27 de julho, a encenação aconteceu em uma casa de eventos, no bairro Heliópolis.

Um mandado de segurança solicitado pela Ordem dos Pastores Evangélicos de Garanhuns e região e assinada pelo desembargador Roberto da Silva Maia, derrubou a liminar do dia 24 de julho, que determinava a volta do espetáculo para a grade do FIG. A peça foi interrompida algumas vezes e a Polícia Militar foi acionada.

A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) autorizou a retirada das cadeiras e a desmontagem dos equipamentos eletrônicos e do toldo. Parte do espetáculo foi apresentada na chuva e o público protestou.
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PT de PE ignora decisão nacional e confirma candidatura de Marília

Decisão foi formalizada em convenção realizada nesta quinta-feira (2), no Praia Hotel, Zona 
Norte da capital. (JC Online – Foto: Leo Motta/JC Imagem e Ed Machado/Folha de Pernambuco).

O diretório do Partido do Trabalhadores de Pernambuco (PT-PE) decidiu manter a candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes (PT) ao governo estadual. A decisão foi formalizada em convenção realizada nesta quinta-feira (2), no Praia Hotel, Zona Norte da capital pernambucana, Recife. Dos 251 delegados presentes na plenária desta quinta, 230 foram a favor, 20 contra e houve apenas uma abstenção. 

"Finalmente, nós tivemos a oportunidade de mostrar o que é que a base de Pernambuco quer. São 300 delegados que representam todos os filiados do PT, mostra que quando se constrói uma ideia, seja ela uma candidatura, seja ela um projeto, da base, a gente tem muito mais consolidação. Mostra efetivamente qual é a melhor tática, a melhor aliança, que é com o povo", disse Marília no discurso.

A decisão também foi aprovada pelo presidente do Partido dos Trabalhares aqui no Estado, Bruno Ribeiro. "Estamos unidos porque acreditamos em Pernambuco, no PT, na defesa de Lula. Ganhou com maioria folgada a tesa da candidatura própria, como vocês sabem, há uma da nacional com outro sentido, vamos mandar a ata, já há um outro recurso, isso será examinado pelo diretório nacional", afirmou ele.
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Apoio de Lula - No evento, a neta de Miguel Arraes garantiu que o ex-presidente Lula concordou que a sua campanha fosse mantida. "O recado que eu recebi de Lula foi dizendo pra gente tocar a campanha e que se ele estivesse aqui estaria na campanha foi o recado direto que a gente recebeu dele", afirmou a neta de Miguel Arraes.

"Os delegados vão votar de acordo com suas consciências. Eles não são simplesmente pessoas que foram colocadas ali a toa. Eles representam a delegação do seu estado, das suas correntes. Enfim, eles representam pessoas. 300 pessoas vão decidir o futuro de Pernambuco", acrescentou a petista. No sábado (4), haverá um encontro nacional do PT. O partido tem até o domingo (5) para decidir, prazo final para a realização de convenções e data dos encontros do PSB nacionalmente e em Pernambuco.
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O Senador Humberto Costa, o maior interessado na aliança entre o PT e o PSB, participou da votação nesta quinta. Ao chegar no Praia Hotel, ele foi hostilizado com gritos que se insurgiram da militância petista, dizendo: “Golpista, golpista”. Marília, apaziguou o embaraço, convidando o senador ao palco montado no evento.

        Os mesmos militantes que se opuseram a presença de Humberto na votação desta quinta, também manifestaram seu apoio irrestrito a candidatura de Marília. Além de carregaram placas dizendo: “Eleição sem Marília é golpe”, em um clima contagiante, eles gritavam: “No meu Estado, eu boto fé. Ele vai ser governador por mulher”.

       Veja:



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Armando sobre retirada de Marília da Eleição: “Um golpe no PT-PE”

Na visão do petebista, estando fora da disputa pelo governo do Estado, é pouco provável que Marília Arraes
suba no palanque da Frente Popular para pedir votos para Paulo Câmara. (JC Online – Foto: Divulgação).

Pré-candidato ao governo estadual pelo PTB, o senador Armando Monteiro afirmou, após o anúncio da retirada do nome da vereadora Marília Arraes (PT) da disputa ao Palácio do Campo das Princesas, que, caso a aliança PT-PSB se confirme, “ficará claro que Paulo (Câmara, PSB) sempre pretendeu reduzir o quadro da disputa em Pernambuco, eliminar concorrentes”. A aliança entre petistas e socialistas, desde o início condicionada à saída de Marília do páreo, beneficiaria a candidatura de Paulo à reeleição. Para Armando, contudo, o movimento pode ser classificado como “um golpe no PT de Pernambuco”.

Durante entrevista que concedeu ao Jornal do Commercio, na noite da última quarta-feira, dia 1 de agosto, por telefone, o senador pernambucano, fez questão de ressaltar que ainda não conhecia os detalhes da determinação petista e que, por isso, preferia ser cauteloso ao comentar o caso. Apesar disso, Armando disse que uma decisão partidária vertical em prejuízo da pré-candidatura de Marília não deixava de ser uma “violência”, sobretudo por parte do governador Paulo Câmara (PSB).

“Se isso (a retirada do nome de Marília) for confirmado, não deixa de ser uma violência. Um processo que fere a autonomia dos atores locais. Uma intervenção. Mas ficou claro desde o início que o PSB de Pernambuco faria tudo para tentar afastar a candidatura de Marília. O Paulo sabe que é muito mal avaliado e teme qualquer candidatura, sobretudo quando ela se situa no campo de oposição”, avaliou o parlamentar.

Na visão do petebista, estando fora da disputa pelo governo do Estado, é pouco provável que Marília Arraes suba no palanque da Frente Popular para pedir votos para Paulo Câmara. Questionado se o apoio da petista à sua candidatura seria bem-vindo, porém, Armando afirmou que seria deselegante especular sobre essa possibilidade, uma vez que ainda haveria tempo para a vereadora tentar reverter a decisão da cúpula petista.
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“É claro que ela (Marília), que sempre sublinhou essa postura de oposição no Estado, se amanhã pudesse manifestar uma posição de apoio ao nosso projeto, seria muito bem-vinda. Mas eu não quero aparecer agora como quem já é pescador dessa pessoa. Não quero especular sobre isso. Eu acho que nem elegante seria”, ressaltou.

VICE - Preparando-se para a convenção do grupo Pernambuco Vai Mudar, que ocorrerá no próximo sábado (4), no Classic Hall, Armando frisou que ainda não decidiu quem ocupará a vaga de vice na sua chapa. O senador deixa claro, no entanto, que uma possível aliança entre PT e PSB não deve interferir nos critérios de escolha do nome.

Desde que o senador petebista foi anunciado como o cabeça da majoritária da Frente das Oposições aqui em Pernambuco, políticos das mais diversas legendas foram citados como possíveis ocupantes da vice na chapa. Os vereadores do Recife Fred Ferreira (PSC) e André Régis (PSDB), bem como o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes (PSDB) foram alguns dos nomes lembrados no período.

Mais recentemente, a deputada estadual Priscila Krause (DEM) foi apontada como a solução mais viável para o petebista, uma vez que Marília era praticamente uma certeza na corrida ao governo do Estado até o início desta semana e a presença feminina na chapa de Paulo já é dada como certa, com a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) na vice. Como na majoritária de Armando só há homens (além do próprio Armando, há ainda os pré-candidatos ao Senado Mendonça Filho e Bruno Araújo), a chegada de uma mulher ao grupo poderia beneficiar a coligação. Não se sabe, contudo, se o fato de a candidatura de Marília Arraes ter sido rifada pelo PT pode mudar a estratégia do coletivo.
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Vereadora do Recife cobra demissão de Secretário de Cultura de PE

Além de cobrar a saída de Marcelino Granja, Michelle Colins defende que Governo do Estado não
pague o cachê do cantor que aqui em Garanhuns chamou Jesus de “Bicha”. (Jamildo Melo ).

A vereadora da capital pernambucana, Recife, Michelle Collins (PP-foto), filha do pastor e deputado estadual Cleiton Collins, engrossou as críticas nesta quinta-feira (2) contra o cantor pernambucano Johnny Hooker e pediu ao governo estadual, a suspensão do pagamento do cachê do artista, que se apresentou no 28ª Festival de Inverno de Garanhuns. A parlamentar, que é aliada no governador Paulo Câmara (PSB) no plano estadual, pediu ainda a exoneração do secretário de Cultura, Marcelino Granja. 

“Os artistas usaram o palco para proferir palavra de ódio contra Jesus Cristo. O cantor Johnny Hooker usou palavras que ferem os símbolos cristãos sagrados, chamando Jesus de homossexual. Eles não podem receber dinheiro público por isso”, afirmou em discurso durante a sessão na Câmara Municipal do Recife. Segundo a vereadora, houve violação à Constituição Federal e por isso os cachês devem ser suspensos.

No Palco Mestre Dominguinhos, instalado nas imediações do centro da cidade, o maior do evento, Johnny Hooker provocou polêmica ao criticar a retirada da peça “O Evangelho Segundo Jesus Rainha do Céu” da programação do FIG. “Jesus é transsexual sim, Jesus é bicha sim”, disse o cantor durante a sua apresentação. A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), ligada à pasta de Cultura, já empenhou R$ 35 mil para o pagamento do cachê de Hooker. A secretaria de Cultura e a Fundarpe chegaram a divulgar uma nota em que pedia desculpas aos cristãos que se sentiram ofendidos com as declarações do artista, mas critica o uso político do episódio. 

O deputado estadual André Ferreira (PSC), que deixou a base do atual Governador Paulo Câmara (PSB) em junho, deu entrada com uma ação no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o governo, pedindo a suspensão do pagamento. Hoje, Ferreira integra o grupo Pernambuco Vai Mudar, liderado pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB), que é pré-candidato ao Palácio do Campo das Princesas.

Ainda nesta quinta, na sessão da Câmara de Vereadores de Recife, Michelle cobrou um posicionamento do próprio Ministério Público de Pernambuco, citando a abertura de inquérito contra ela por uma postagem em sua rede social, afirmando que estava orando para “quebrar maldição de iemanjá”. “Quando houve um episódio na minha rede social, eles foram rápidos, ainda está em tramite o processo. Mas, um caso como esse, que está rodando o País inteiro, não fizeram nada. Eles precisam se pronunciar”, disse a vereadora.
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