sábado, 24 de março de 2018

Bolsonaro anuncia o Senador Magno Malta como vice em sua chapa

Jair: “Tenho conversado com o Magno não é de hoje. Acho ele um excelente parlamentar. 
Magno, se quiser somar conosco, está fechado”. (Hoje Notícias – Foto: Sérgio Lima/Poder 360).

O Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro anunciou que ofereceu a vaga de candidato a vice-presidente em sua chapa ao Partido da República (PR). O nome escolhido para compor com ele a chapa é o do senador Magno Malta. A ideia do presidenciável carioca é formar uma aliança do seu partido, o PSL, que tem direito a menos de 10 minutos de TV na propaganda gratuita, agregando assim cerca de 45 segundos de exibição.

“Tenho conversado com o Magno não é de hoje. Acho ele um excelente parlamentar. E logicamente, se prosperar nossa ideia de disputar a convenção agora para presidente da República, o Magno Malta, se quiser somar conosco, da minha parte está fechado”, explicou o Deputado Fluminense, Jair Bolsonaro ao jornal O Estado de São Paulo.

O deputado Delegado Fernando Francischini (PSL/PR), um dos coordenadores da campanha de Bolsonaro, revela que se não for Magno, a ideia é que seja alguém do PR do Nordeste. Contudo, ele não quis citar nomes. Dentro da proposta de aliança, o PSL ofereceu ao PR com coligações nas eleições proporcionais de deputados nos estados. A convicção do partido é que a popularidade do presidenciável ajudaria o PR a eleger um número maior de deputados federais, o que aumentaria sua influência política.

Até o momento, a decisão do PR não foi anunciada por existir resistência dentro do partido ao nome de Bolsonaro. Alguns dos deputados dizem que pretendem ouvir os pré-candidatos Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Bruno garante presença do PSDB na chapa majoritária da oposição

Gripo já anunciou que deverá formar apenas um palanque, apesar disso, os nomes que irão
compor a chapa na disputa pelo governo e senado ainda não estão definidos. (JC Online – Foto: Divulgação).

O deputado federal e presidente estadual do PSDB-PE, Bruno Araújo, garantiu o espaço do partido dentro da chapa majoritária do Pernambuco Quer Mudar, bloco de oposição encabeçado pela sigla, junto com o MDB, DEM e PTB. Os oposicionistas anunciaram no último ato político a formação de apenas um palanque de oposição. Os senadores Fernando Bezerra Coelho (MDB) e Armando Monteiro Neto (PTB) já são pré-candidatos ao governo do estado, mas os nomes que irão compor a chapa, incluindo os dois para concorrer ao Senado Federal, ainda não estão definidos. 

“Em qualquer circunstância o PSDB estará na chapa majoritária. Não sei em que posição. Não vou fugir ao meu papel dentro do que encontrarmos como melhor propósito para apresentar um grande projeto aos pernambucanos”, afirmou Bruno em entrevista a uma rádio na capital pernambucana nesta sexta-feira 23, de março.

"Insatisfeitos serão acomodados" - Ainda durante a entrevista desta sexta, vale dizer, Bruno ainda aproveitou para sinalizar que o bloco de oposição está aberto para receber quadros vindos da Frente Popular. “Teremos chapa única para deputado federal e estadual. Estaremos todos juntos. Na composição de lá, o governador vai ter problemas. Os insatisfeitos de lá venham pra cá que serão acomodados. Se não forem atendidos lá, venham que a gente ajusta dentro do melhor projeto para Pernambuco”, convidou.

Na última quarta-feira (21), ele fez um convite formal ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, para ingressar no PSDB. Jungmann pediu desfiliação do PPS em meio a críticas sobre a condução do partido pelo presidente nacional da sigla, Roberto Freire. Com a saída do ministro, do presidente estadual, Manoel Carlos e do presidente do diretório de Recife, Felipe Ferreira Lima, o PPS caminha para a saída da base aliada do governador Paulo Câmara (PSB).

Daniel espera Congresso Nacional do PPS para decidir sua entrada

Tucano bate o martelo até a próxima quarta-feira (28). Seu ingresso na legenda, 
depende de uma reforma no estatuto do PPS. (JC Online – Foto: Divulgação).

À espera do Congresso Nacional do PPS para bater o martelo sobre entrar no partido, o deputado federal Daniel Coelho (PSDB) condiciona a renovação ideológica da sigla para concretizar a sua filiação. O Congresso começou nesta sexta-feira (23) em São Paulo e de acordo com informações da própria legenda, vai até o domingo (25).

A sigla deve aprovar uma reforma no estatuto em torno de uma nova concepção partidária e um novo nome, Movimento 23. O PPS pretende trazer para a direção partidária movimentos de renovação política, como o Agora, o Livres, que saiu em bloco do PSL após a filiação do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro, o Renova e o Agora.

"Eu espero que se for concretizada essa mudança no domingo, a gente consiga concretizar um modelo de partido diferente. Por isso que eu fico no aguardo. Não é simplesmente sair do PSDB para ir para o PPS. Se for realmente para criar uma coisa inovadora, eu vou estar dentro disso. Se for simplesmente uma mudança, eu acho que representa pouco e é mais do mesmo. Por isso eu estou acompanhando atentamente o que eles vão dizer no domingo no Congresso Nacional", afirma Daniel, que segundo colhemos, deve tomar a decisão até a próxima quarta-feira (28).

Temer avalia que seria covardia não disputar eleição presidencial

Ideia de se candidatar, revela o Presidente, surgiu há "um mês e meio", pelo 
medo de não haver candidatos que defendam seu governo. (AFP – Foto: Divulgação).

O presidente Michel Temer (MDB) avalia que seria uma "covardia" não disputar a eleição para a presidência do Brasil em outubro deste ano, diante da necessidade de se "mostrar o que está sendo feito" pelo governo. Em entrevista à revista "IstoÉ" publicada nessa sexta-feira (23), Temer afirmou que tem "orgulho" da sua administração e estimou que "seria uma covardia não ser candidato, porque se eu tivesse feito um governo destrutivo para o país eu mesmo refletiria que não dá para continuar". 

Segundo Temer, que assumiu após o impeachment de Dilma Rousseff, seu governo recuperou "um país que estava quebrado, literalmente quebrado, e me orgulho do que fiz". O presidente revelou que a ideia de se candidatar surgiu há "um mês e meio", pelo medo de não haver candidatos que defendam seu governo.

"Esperávamos no início que alguém fosse o candidato do governo com essa missão de defender o governo. Mas se ninguém vai defender o governo, dar continuidade ao que fizemos no governo, eu mesmo faço", declarou. O presidente, que tem apenas 6% de aprovação (segundo pesquisa Datafolha), avalia que sua popularidade vai aumentar quando a população relacionar as realizações do governo à sua pessoa.

"É preciso divulgar mais o que tem sido feito. A população reconhece o que está sendo feito, mas ainda não há uma conexão com a minha figura. Preciso conectar o que foi feito, o que foi aplaudido, o que foi elogiado, à minha figura. Em todas as áreas, o que foi feito depende da minha atuação".