sábado, 3 de março de 2018

Caruaru: Izaías cobra mais segurança e saúde do Governo Estadual

Convidado a falar em nome dos Prefeitos do Agreste Meridional, durante o "PE Quer Mudar", Régis fez 
questão de mencionar os dois maiores problemas enfrentados pelos municípios pernambucanos.

O Prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PTB), participou do 3º ato político das oposições aqui no estado, intitulado de "Pernambuco quer Mudar”, realizado neste sábado (3), na cidade de Caruaru, Agreste do Estado. Na ocasião, o Prefeito esteve acompanhado do vice, Haroldo Vicente, do PSC, e ainda de 6, dos atuais 12 vereadores que integram sua base na Câmara Municipal. Convidado a falar em nome dos Prefeitos da região Agreste Meridional, Régis foi sucinto, embora tenha advertido ao público presente, a falta de apoio do Governo do Estado aos Prefeitos, principalmente nas áreas de saúde e segurança.

Régis, sempre que pode, assim como a maioria do colegiado da oposição, tem dedicado postura oposta as recentes ações empreendidas pelo Governador Paulo Câmara nas duas áreas. Garante o Prefeito de Garanhuns, além de outros chefes de Executivo, deputados, além dos próprios senadores ancorados no novo movimento oposicionista, que as intervenções mais recentes promovidas por Câmara no estado, tem cunho eleitoral.

Izaías não pode participar do último encontro do coletivo da oposição, ocorrido em Petrolina, no Sertão do estado mês passado. Para compensar a falta, neste segundo encontro, em Caruaru, Régis fez questão de levar uma grande comitiva, afim de reafirmar seu apoio, ao Senador Armando Monteiro, assim como ao Pernambuco quer Mudar, que vale dizer, volta a se reunir no próximo dia 7 de abril, na cidade de Ipojuca.

Em Caruaru, "PE Quer Mudar" confirma que terá candidatura única

Armando Monteiro: “Vamos ouvir a população e recolher contribuições para construir um 
novo projeto para o Estado. Sou fiador desse compromisso que hoje se afirma em Pernambuco”.

No que foi considerado o maior dos eventos da frente das Oposições do estado, o movimento “Pernambuco Quer Mudar” anunciou, em Caruaru, neste sábado (3), que o grupo lançará candidatura única ao governo de Pernambuco nesta eleição. O nome será conhecido em abril. Antes, no dia 7, o conjunto terá novo encontro: no município de Ipojuca, na Região Metropolitana. Na Capital do Agreste, mais de 5 mil pessoas se reuniram no Arena Caruaru, numa demonstração de força política e compromisso em oferecer aos pernambucanos um novo projeto para fazer o estado voltar a crescer. A frente juntou 70 prefeitos, ex-prefeitos, vices, deputados estaduais e federais, além de vereadores, trabalhadores e representantes de setores da sociedade.

Anfitriã do evento, a prefeita Raquel Lyra, ex- PSB, mas que desde 2016 integra os quadros do PSDB, destacou que o atual governo do estado não representa o povo de Caruaru e está numa luta insana em manter o poder pelo poder. “Decidi fazer política porque sei que é através dela que podemos transformar a vida das pessoas, mas não posso fazer isso sozinha. Hoje, não temos ajuda do governo do Estado. Ele está escolhendo quem pagar ou, simplesmente, não está pagando ninguém. A verdade a gente não sabe e a gente precisa de transparência. Essa união é uma saudação ao nosso futuro. Esse é o momento de esquecer cores partidárias e nos apoiar para Pernambuco melhorar”, afirmou ela.

Entre os muitos líderes políticos a falar, o senador Armando Monteiro (PTB) destacou que o grupo das oposições é um conjunto que tem história, experiência, juventude, decência e espírito público e vai, a partir de abril, iniciar o trabalho para apresentar uma nova agenda a Pernambuco. “Vamos ouvir a população e recolher contribuições para construir um novo projeto para o Estado. Aquele que merecer a escolha, em qualquer hipótese, terá que ter entusiasmo. Sou fiador desse compromisso que hoje se afirma em Pernambuco”, garantiu.
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Zeca Cavalcanti em Caruaru: “Hora da mudança chegou para PE”

Durante evento do “PE Quer Mudar”, deputado ainda frisou que as lideranças do coletivo das 
oposições, são as únicas, com condições de responder aos grandes problemas do estado.

“A hora da mudança chegou. Pernambuco realmente quer mudar, porque cansou de tanta enrolação”. Com essas palavras, o deputado federal pernambucano pelo PTB de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, abriu sua fala durante o evento das oposições, “Pernambuco Quer Mudar”, que aconteceu na manhã deste sábado (03), na Arena Caruaru.

Ao lado de grandes lideranças, como o senador Fernando Bezerra Coelho, o ex-governador João Lyra e a Prefeita Raquel Lyra, o ex-governador Joaquim Francisco, o deputado Bruno Araújo, o ministro Mendonça Filho e o senador Armando Monteiro Neto, além de dezenas de deputados, entre eles o deputado estadual Júlio Cavalcanti, Zeca advertiu que a saúde em Pernambuco, está abandonada e vendida para rede privada. 

Durante o evento, Cavalcanti assegurou ainda, que Pernambuco construirá um caminho mais produtivo, através das forças políticas que hoje compõe o grupo do qual ele faz parte, o "Pernambuco quer Mudar". Em Caruaru, Zeca ressaltou a importância dessas lideranças, capazes, de acordo com ele, de dar as respostas aos grandes problemas do estado, como emprego, saúde, educação e principalmente segurança pública.
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Álvaro Porto: “Governador é mamulengo comandado por grupos”

Fala do deputado que representa o Agreste Meridional, foi registrada neste sábado, 3 de março, 
em Caruaru, durante ato político promovido pelas oposições, intitulado de “Pernambuco quer Mudar”.


O deputado estadual pernambucano, Álvaro Porto, foi duro, conciso e direto no discurso que fez no encontro das oposições realizado neste sábado em Caruaru. Disse ele, que se arrependeu de ter aderido à base do governo Paulo Câmara, acreditando nas promessas apresentadas pelo Palácio do Campo das Princesas para o Agreste Meridional. Segundo Porto, nada foi cumprido, naquilo que foi prometido para região. “O governador é um mamulengo comandado por diversos grupos do Palácio. Ele não manda em nada. Me arrependo de ter falado com um governo que está acabando com o Estado”, frisou ele no evento deste sábado, em Caruaru, diante de um público de 5 mil pessoas.

De acordo com o deputado, algo ainda funciona em Pernambuco. Porto se refere a propaganda da gestão estadual, que de acordo com ele, faz o estado parecer outro. “O povo não é bobo. Vai dar uma resposta no dia da eleição. O prazo de validade desse governador que aí está, acabou”, estocou o deputado no "Arena Caruaru".

Álvaro, vale dizer, se desfiliou do PSD na última segunda-feira. Na mesma ocasião que anunciou sua saída da legenda que compõe base do Governo Paulo Câmara, ele também comunicou seu retorno ao seu antigo partido, que aliás, o elegeu em 2014, o PTB. A data da filiação de Porto ainda não foi definida, apesar disso, ela deve ocorrer, através de um grande ato político a ser realizado aqui em Garanhuns, onde aliás, ele deve contar com o apoio de 7 ou 8 vereadores, consolidando a articulação feita pelo atual secretário de Governo e Articulação Política de Garanhuns, Mewitton Araújo, em torno do seu nome.

Bolsonaro abre processo contra Ciro Gomes por calúnia e injúria

Segundo defesa de  Bolsonaro, calúnia se deve ao fato de Ciro ter associado recebimento de 
um repasse de R$ 200 mil de Bolsonaro a "lavagem de dinheiro". (JC Online – Foto: Agência Brasil).

Depois de ter processado o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) por calúnia e injúria, o pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC) tem como alvo o também presidenciável Ciro Gomes (PDT). Bolsonaro entrou com uma queixa-crime no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) contra Ciro pelos mesmos crimes imputados a Jean Wyllys, supostamente cometidos durante entrevista concedida pelo pedetista ao programa "Pânico no Rádio", da Rádio Jovem Pan. As informações são da Revista Exame. 

Segundo a defesa de Jair Bolsonaro, a calúnia se deve ao fato de que Ciro associou o recebimento de um repasse de R$ 200 mil de Bolsonaro a "lavagem de dinheiro". O PP, seu partido na época, repassou a quantia por meio de doações da JBS. Ele chegou a devolvê-lo, mas recebeu logo após o mesmo valor vindo de fundo partidário.

"Eu, se tô indignado, o cara depositou na minha conta sem a minha autorização, eu devolvo pra ele, e mando ele pastar, pra não dizer aquela outra frase que termina no monossílabo tônico. Não, o que ele faz, ele devolve para o partido, que na mesma data entrega R$ 200 mil pra ele. O nome disso é lavagem de dinheiro. Simples assim”, afirmou Ciro durante o programa Pânico no Rádio, da Rádio Jovem Pan de São Paulo.

PSB reconduz Carlos Siqueira à presidência nacional do partido

Partido, recolocou Siqueira no posto de Presidente da legenda, nesta sexta (2), 
durante Congresso realizado em Brasília. (estadão Conteúdo – Foto: Agência Brasil).

Com a desistência do vice-governador do estado de São Paulo, Márcio França, de disputar o comando da legenda, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), reconduziu Carlos Siqueira à presidência do partido durante o XIV Congresso Nacional, encerrado neste sábado em Brasília. A eleição foi feita por aclamação e foi preciso apenas que os delegados levantassem os crachás para apoiar os nomes do novo diretório nacional.

Em seu discurso após ser reconduzido ao cargo, Siqueira afirmou que o partido está unido e que espera que nas eleições deste ano se encerre a polarização entre PT e PSDB. "Temos que romper com essa polarização", disse. O partido ainda não tem uma definição de que rumo seguirá em relação a disputa pela presidência da republica, mas Siqueira destacou que o objetivo é buscar uma "solução que traga paz". "(uma solução) que acabe com divisão, acabe com a ideia de nós ou ele, pois todos somos brasileiros", completou.

Ontem à noite, O PSB aprovou uma resolução em que praticamente fecha as portas para um apoio formal à candidatura à Presidência da República do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Pelo texto aprovado em reunião do congresso nacional, se o partido optar por apoiar algum candidato de fora, terá de ser alguém do campo de esquerda, alinhado programaticamente com o PSB.

PSB define: Não apoiará Geraldo Alckmin na eleição deste ano

Pelo texto de resolução do partido, aprovado nesta sexta, se a legenda optar por apoiar algum 
candidato, terá de ser alguém do campo de esquerda. (Estadão Conteúdo – Foto: Chico Peixoto/AE).

O PSB aprovou na noite desta sexta-feira (2) uma resolução em que praticamente fecha as portas para um apoio formal à candidatura à Presidência da República do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Pelo texto aprovado em reunião do congresso nacional, se o partido optar por apoiar algum candidato de fora, terá de ser alguém do campo de esquerda, alinhado programaticamente com o PSB.

O partido adiou a decisão sobre lançamento de candidatura própria e também colocou como possibilidade não fazer coligação formal no primeiro turno com nenhum candidato à Presidência, a fim de dedicar esforços na eleição de 10 governadores com potencial de vitória e na ampliação da bancada de deputados federais. O foco do PSB é se consolidar como um partido médio. "Falamos em possibilidade de coligação com um candidato que tenha identidade programática", afirmou o presidente do PSB nacional, Carlos Siqueira, evitando citar o nome de Alckmin, que é pré-candidato a presidência.

Principal defensor até então do apoio ao tucano, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, demonstrou que já deu como perdida a possibilidade de adesão do PSB à candidatura de Alckmin, tanto que não defendeu o governador na reunião. Ao Estadão/Broadcast, França disse ser favorável que o partido não lance candidato próprio para priorizar os palanques regionais. "Não há chances de termos candidato agora", pregou.