domingo, 23 de setembro de 2018

“Bolsonaro representa o nazifascismo”, afirma Ciro em Recife

Em campanha na capital Pernambucana, pedetista também criticou Haddad. "Fazer uma experiência em um
país em convulsão por amor ao Lula projetará mais quatro anos de confrontação odienta”. (JC Online).

Em visita à capital pernambucana neste domingo (23), o candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, discursou no auditório do Colégio Auxiliadora e voltou a atacar a figura do também presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

"Bolsonaro representa o ovo da serpente do nazifascismo entre nós, que tem sete cabeças. Uma para descriminar as mulheres, outra para descriminar os negros, outra para descriminar as pessoas que tem orientação sexual diferente daquilo que ele acha normal, outra para descriminar os nordestinos, outra para descriminar os quilombolas. Essa serpente está ameaçando o Brasil de forma muito grave", afirmou o candidato do PDT.

PT e Haddad - Sobre a candidatura de Fernando Haddad pelo Partido dos Trabalhadores (PT), a quem ele chama de "presidente por procuração", Ciro declarou que a burocracia do partido aproveitou o carinho e a gratidão generosa e correta do povo brasileiro ao ex-presidente Lula para "fazer e acontecer". "A última deles foi indicar Fernando Haddad, meu amigo, pessoa boa, mas sua última experiência política não inteirou dois anos ainda. No cargo de prefeito de São Paulo, com apoio do Lula e meu, perdeu em todas as urnas de São Paulo, no bairros ricos, classe média e pobres", disse. 

"Fazer uma experiência em um país em convulsão por amor ao Lula projetará mais quatro anos de confrontação odienta, que gera brigas violentas e divide famílias", acrescentou o postulante, que esteve acompanhado de algumas lideranças políticas.

Pesquisas - Quanto aos resultados das pesquisas, Ciro voltou a questionar a legitimidade dos Institutos. Para o presidenciável, é importante que "o povo brasileiro não entregue nossa decisão aos Institutos de Pesquisa". "Isso é um país que se ouve falar sistematicamente em venda e compra de deputados. Se você imagina que um deputado pode ser comprado em um país como o nosso, você imagina que os institutos de pesquisa estão assim tão protegidos da decência?", criticou o candidato.

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