domingo, 22 de julho de 2018

Gonzaga de Garanhuns é eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco

Gonzaga, que além de Mestre de Reisado também é escritor de cordéis, ainda é membro da 
Academia de Letras de Garanhuns. (Carlos Eugênio/JC Online – Foto: Divulgação).

Prestes a completar 75 anos de idade, Seu Gonzaga de Garanhuns torna-se Patrimônio Vivo de Pernambuco, como um dos maiores ícones do Reisado e da literatura de cordel. É que o Governo do Estado de Pernambuco anunciou na última quarta-feira, dia 18 de julho, o nome dos seis novos Patrimônios Vivos, dentre eles: o Mestre do Reisado local. Com os novos integrantes, são 57 mestres, grupos ou espaços com o título, o principal do Estado para a contribuição para a cultura popular.

Além de Gonzaga, na categoria reisado, os novos Patrimônios Vivos são: Mestre Zé de Bibi (cavalo marinho), Cavalo Marinho Estrela de Ouro (cavalo marinho), Cristina Andrade (ciranda, pastoril, urso), Banda Musical Saboeira (banda filarmônica), Casa de Xambá (organização religiosa). A eleição dos patrimônios aconteceu na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural.

Por meio de nota, a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, falou sobre a decisão: “A eleição dos seis novos Patrimônios Vivos foi uma escolha muito difícil, uma vez que todos os 59 candidatos inscritos tinham condições e merecem o reconhecimento de Patrimônio Vivo do Estado, mas precisávamos, enquanto membros do CEPPC, preservar algumas tradições que ainda não haviam sido reconhecidas”, pontuou Souto.

GONZAGA DE GARANHUNS – Com uma vida dedicada ao Reisado, Gonzaga de Garanhuns “brinca” desde criança e já está no reisado por ininterruptos 63 anos de atividades. Na produção literária atua desde a década de 1970, quando lançou seu primeiro cordel, intitulado “Lampião em Serrinha” (1973). Também é autor e referência de obras sobre a cultura da cidade de Garanhuns. É membro da Academia de Letras de Garanhuns e reconhecido e premiado mestre do Reisado Pernambucano.
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