quinta-feira, 17 de maio de 2018

Apesar do movimento do PT, Marília reafirma sua pré-candidatura

Em evento que será realizado no próximo domingo, dia 20 de maio, petista dará ainda 
mais musculatura a sua postulção ao Campo das Princesas. (Blog de Jamildo – Foto: Divulgação).

Enquanto as conversas sobre uma aliança do Partido dos Trabalhadores (PT) com o PSB se intensificam, a vereadora recifense, Marília Arraes fez questão de reforçar que a sua pré-candidatura ao governo do Estado continua “mais firme do que nunca”, em vídeo divulgado nas redes sociais. A petista reforça ainda o convite para o ato em apoio à sua pré-candidatura marcado este domingo (20), no Clube Internacional.

“Minhas amigas e meus amigos, a nossa pré-candidatura continua mais firme do que nunca, e é por isso, que no próximo dia 20, nós vamos realizar um grande ato aqui no Recife em defesa de Lula, do direito dele ser candidato, e em apoio à nossa pré-candidatura ao governo do Estado”, disse Arraes, arrematando ainda: “Juntos vamos restabelecer a democracia e colocar Pernambuco no rumo certo”.

Antes do evento de Marília, o governador Paulo Câmara (PSB) deve se encontrar com o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). A reunião, que acontecerá nesta sexta-feira (18), é importante porque a Direção Nacional petista pede o apoio dos socialistas à releição de Pimentel, em Minas, em troca de uma aliança em Pernambuco. No pacote, Paulo Câmara abriria uma das vagas para a disputa pelo Senado para o senador Humberto Costa (PT), principal fiador da retomada aliança com o PSB, quebrada em 2012. A outra vaga estaria reservada ao deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB).

O ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, que integra os quadros do PSB, que concorreria ao governo mineiro contra o petista, sairia da disputa para possibilitar o acordo com o PT. Por sua vez, Lacerda poderia ser um dos candidatos ao Senado na chapa do atual governador ou mesmo concorrer a deputado federal.

Assim como uma composição com o PT é importante para reeleição de Paulo Câmara, o apoio do PSB à candidatura de Pimentel é fundamental para a sigla se manter no poder em Minas. O petista está fragilizado com a saída do MDB da sua base e, por consequência, a instalação de um processo de impeachment contra ele.

O movimento foi capitaneado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes (MDB), que retirou o processo da gaveta após a possibilidade da ex-presidente Dilma Rousseff disputar o Senado se tornar mais forte. O próprio Adalclever queria uma das vagas e a entrada da ex-presidente no jogo não agradou.

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