segunda-feira, 23 de abril de 2018

15 cotados para disputar à Presidência respondem a processo

Segundo informações apuradas pelo jornal Folha de S. Paulo, motivos dessas investigações foram causadas
pela Operação Lava Jato, entre outras investigações de desvio. (JC Online – Foto: Agência Brasil).

Em outubro deste ano, acontecem as eleições para a Presidência da República e segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, 15 dos 20 políticos cotados para disputar o cargo são alvo de algum processo nos tribunais brasileiros. Ao todo, os candidatos somam mais de 160 casos, entre eles, denunciados, réus, investigados, condenados e preso, como o exemplo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Segundo informações apuradas pelo jornal Folha de S. Paulo, os motivos dessas investigações foram causadas pela Lava Jato e suas derivações, entre outras investigações de desvio. O jornal paulista ainda aponta que o ranking é liderado ppela condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão, pelo atual presidente do Brasil, Michel Temer, que é alvo de duas denúncias e de duas investicações que estão em andamento, além do senador e também ex-presidente Fernando Collor (PTC), réu na Lava Jato entre outros, e por último o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), investigado em dois inquéritos.

Processos - Além dos políticos já citados, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) já teve seu caso enviado a Justiça Eleitoral. E na última sexta-feira (20), o Ministério Público de São Paulo afirmou que irá investigar se Alckmin ometeu improbidade administrativa no episódio, que é a suspeita de recebimento caixa dois de mais de R$ 10 milhões. A denúncia realizada pelos delatores da Odebrecht afirmaram terrem direcionado o dinheiro à campanha do tucano ao governo paulista em 2010 e 2014.

O candidato a Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) também faz parte da lista. O deputado responde a duas ações penais no STF sob acusação de injúria e incitação ao estupro, além de uma denúncia por racismo por palestra em que criticou quilombolas. As acusações de incitação ao estupro são motivadas por um bate-boca em 2014 com a deputada Maria do Rosário, do PT do Estado do Rio Grande do Sul. Na situação, ele argumentou que não a estupraria porque ela não merece.

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