sexta-feira, 2 de março de 2018

Oposição desembarca com 3º ato político neste sábado em Caruaru

Grupo, ainda não definiu o número de palanques e quais serão os nomes que integrarão a chapa na disputa pelo Governo e Senado, algo que deve ocorrer no próximo mês. (JC Online – Foto: Divulgação).

O grupo de oposição "Pernambuco Quer Mudar" realiza o seu terceiro ato político neste sábado, desta vez em Caruaru, no Agreste do estado. O evento ocorre a partir das 9h30 na Arena Caruaru, antigo Palladium, na BR 104, cinco meses depois de Fernando Bezerra Coelho, então no PSB, lançar a frente de oposição, durante ato de entrega de residenciais do Ministério das Cidades. O primeiro encontro ocorreu em Recife, em dezembro do ano passado e o segundo em Petrolina, reduto eleitoral da família Coelho. 

O terceiro encontro será marcado por uma reavaliação do quadro nacional e local. O grupo ainda não definiu o número de palanques e quais serão os nomes que integrarão a chapa. Ficou pactuado que as pré-candidaturas iriam ser trabalhadas normalmente até o ato em Caruaru. Diante a possibilidade da aliança entre PT e PSB, cresce a tese de que a oposição deve lançar dois palanques para assim viabilizar um segundo turno.

A definição da candidatura, sairá no próximo mês de abril com o final da janela partidária dos deputados federais e estaduais, uma vez que a definição das chapas proporcionais tem influência direta na eleição majoritária. Além da questão do PT-PSB, outros fatores externos influenciam na definição, como a batalha jurídica travada entre Fernando Bezerra contra o presidente do MDB-PE e vice-governador Raul Henry e o deputado federal Jarbas Vasconcelos pelo comando do diretório estadual da sigla. Para o caso de Fernando Filho, sem partido, segundo informações que circulam nos bastidores, ele espera a resolução do imbróglio a favor do seu pai para se filiar ao MDB.

Quanto ao Senador Armando Monteiro, do PTB, viveu o luto da perda do seu pai em janeiro deste ano. Mendonça Filho está focado nas ações do seu ministério e afirma não querer definir nada até se desincompatibilizar. Já Bruno Araújo, que deixou o Ministério das Cidades por falta de apoio do seu partido, enfrenta dissidências no diretório estadual, inclusive com a pré-candidatura de Elias Gomes (PSDB) já posta.

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