segunda-feira, 12 de março de 2018

Interesses regionais esfriam entendimento entre Barbosa e o PSB

Posição majoritária da legenda, é ficar neutra na disputa pelo Planalto para facilitar construção 
de alianças regionais, considerada prioridade total. (Estadão Conteúdo - Foto: Divulgação).

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa ainda espera um sinal mais consistente do Partido Socialista Brasileiro  (PSB), sobre sua eventual candidatura ao Palácio do Planalto para decidir se ingressa ou não na legenda. O partido, por outro lado, insiste que Barbosa precisa primeiro se filiar e, depois, viabilizar seu nome para a disputa presidencial. O impasse esfriou a negociação da sigla com o ex-ministro do STF.Aliados que estiveram recentemente com Barbosa avaliam que ele aceita assinar a ficha de filiação dentro do prazo legal, dia 7 de abril, mesmo sem ter a garantia de candidatura. Mas não tomará a iniciativa sem uma “segurança mínima”.

Há mais de um mês, porém, a cúpula do PSB não o procura. O ex-ministro tem acompanhado pela imprensa os movimentos da legenda, que em sua convenção recuperou as diretrizes de centro-esquerda, pregadas desde sua fundação.

A executiva do PSB abandonou a ideia de subir no futuro palanque do governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, e ainda mantém a porta aberta para ter uma candidatura própria. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, no entanto, a posição majoritária da legenda hoje é ficar neutra na disputa pelo Planalto para facilitar a construção de alianças regionais, considerada a prioridade total. A “opção Barbosa” esbarrou nos interesses do PSB aqui do estado de Pernambuco, no Distrito Federal e ainda em outros outros Estados.

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