sábado, 3 de fevereiro de 2018

“PE quer Mudar” pode ter 4 candidatos ao Senado e 2 ao Governo

Presidente da Alepe, Guilherme Uchôa (PDT), tem ironizado "que se a oposição estiver disposta realmente 
a ter duas chapas, um dos candidatos ao governo não vai ao segundo turno." (Coluna Pinga-fogo)

Há certo consenso na oposição de que o bloco está diante de uma dificuldade. Se o PT decidir por não ter candidatura própria e reatar com o PSB, os senadores Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (PMDB), mais o deputado federal Bruno Araújo (PSDB) e os ministros Mendonça Filho (DEM) e Fernando Filho (sem partido), terão de se dividir em duas chapas. Escolher um candidato ao governo já é decisão difícil, imagina quatro nomes para o Senado. Na disputa 2018 estão em jogo duas vagas para a Casa Alta. E esse grupo da oposição precisaria ter quatro nomes para o Senado.

O presidente da Assembleia, Guilherme Uchôa, que atualmente integra os quadros do PDT, do Ciro Gomes, tem ironizado que se a oposição estiver disposta realmente a ter duas chapas, já sabe que um dos candidatos ao governo não vai ao segundo turno.

Dos quatro candidatos ao Senado, não se sabe se um será eleito. Mas certamente não cabem quatro. Até porque a meta da oposição é levar ao segundo turno a disputa contra o governador Paulo Câmara (PSB). É por isto que o grupo de Armando, Bezerra Coelho, Bruno, Fernando Filho e Mendonça torce pela candidatura da vereadora Recifense, Marília Arraes (PT): para evitar a dispersão do próprio palanque.

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