domingo, 31 de dezembro de 2017

Armando, disputando o Governo de PE, seu vice será de Caruaru

Embora haja certa cogitação no meio político, de que o Prefeito Izaías poderia ocupar
tal vaga, isso na prática, tende a não acontecer. (Inaldo Sampaio e Gidi Santos).

O senador pernambucano pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Armando Monteiro já emitiu pelo menos dois sinais sobre a participação do seu partido na disputa pelo governo estadual em 2018. Declarou inicialmente que se as oposições lançarem apenas um candidato para tentar impedir a reeleição do governador Paulo Câmara, este candidato será ele, que vem se preparando para esta batalha desde que perdeu a anterior em 2014.

Afirmou em seguida que o município de Caruaru estará presente na sua chapa, ou com o candidato a vice ou com um dos postulantes ao Senado. Sua estratégia política está correta porque Caruaru é a maior cidade do interior de Pernambuco e não se concebe que fique da fora das chapas majoritárias do próximo ano. Deu o vice de Joaquim Francisco (Roberto Fontes) em 1990, o vice de Eduardo Campos em 2006 (João Lyra Neto) e o candidato a vice de Jarbas Vasconcelos em 2010 (Miriam Lacerda).

Com muito mais razão poderá oferecer um vice em 2018 porque entrou no seleto clube dos municípios com mais de 200 mil eleitores. O senador ainda não deu pista sobre o nome do caruaruense que deverá fazer parte de sua chapa, mas quem apostar em João Lyra Neto ou em Douglas Cintra não estará muito fora da realidade.

Embora haja certa cogitação no meio político estadual, de que o Prefeito Izaías poderia ocupar tal vaga, isso, na prática, tende a não acontecer, já que Armando já conta com Régis, para todo Agreste Meridional, onde exerce enorme influência política, ao passo que ele busca assegurar musculatura junto a lideranças Caruaruenses.

Brasil: Petrobras reajusta preço da gasolina em 1,7% nas refinarias

Repasse ou não do aumento para o consumidor final depende dos postos
de combustíveis. Gasolina mais cara no Brasil é a do Acre. (G1 / Foto: divulgação).

A Petrobras anunciou na última quinta-feira, 28 de dezembro, mais um aumento nos preços dos combustíveis nas refinarias. Já desde sexta (29), a gasolina está 1,7% mais cara. O diesel subiu 1,1%. Desde julho, a companhia adotou uma nova política de reajuste de preços para, segundo a petroleira, acompanhar o mercado internacional.

O reajuste se refere aos preços para as refinarias. O repasse ou não do aumento para o consumidor final depende dos postos de combustíveis. De acordo com o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), a gasolina mais cara no Brasil é a do estado do Acre, seguida de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Até sexta (22), o valor médio da gasolina chegou a R$ 4,089, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Marun nega ter feito “chantagem” com a reforma da previdência

“Afirmei (na entrevista), como reafirmo, que espero que todos tenham a responsabilidade 
de contribuir neste momento histórico da vida da nação”, defende o Ministro. (Inaldo Sampaio).

O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, que atualmente integra os quadros do PMDB do Mato Grosso do Sul, estranhou nesta quinta-feira (28) as críticas dos governadores do Nordeste às suas declarações sobre a reforma da previdência. Na última terça-feira, o ministro teria condicionado a autorização do Palácio do Planalto para que governadores tomem dinheiro emprestado a bancos públicos (CEF, BNDES e Banco do Brasil) ao apoio deles à reforma previdenciária.

“Assisti à citada entrevista e desafio qualquer um a destacar o trecho em que afirmo que financiamentos estão condicionados ao apoio à necessária reforma da previdência. Afirmei, como reafirmo, que espero que todos os agentes públicos tenham a responsabilidade de contribuir neste momento histórico da vida da nação”, disse o ministro por meio de nota, distribuída à imprensa brasileira na última quinta-feira.

Segundo ele, a reação contrária ao seu posicionamento partiu “daqueles que querem continuar omitindo a participação do governo federal nas ações resultantes de financiamentos obtidos junto aos bancos públicos”, sem se referir, especificamente, aos governadores nordestinos, que divulgaram a carta, onde repudiaram a fala de Marun.

Temer define menor aumento do salário mínimo em 24 anos: R$ 954

Medida do presidente (decreto), foi publicado ainda na sexta-feira (29), numa edição extra
do Diário Oficial da União. Reajuste, valerá a partir de 1º de janeiro. (G1 Brasília).

O presidente da República, Michel Temer, do PMDB, assinou na última sexta-feira (29) decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor em vigor. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.

A medida foi publicada ainda na sexta, numa edição extra do "Diário Oficial da União". O reajuste valerá a partir de 1º de janeiro. O aumento do salário mínimo em 2018 é o menor em 24 anos. Também é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com isso, o governo prevê economizar R$ 3,3 bilhões em 2018.

O decreto presidencial estabelece ainda que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,8, e o valor horário, a R$ 4,34. O valor de R$ 954 que valerá para 2018 é 1,81% maior que os R$ 937 do salário mínimo de 2017. Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.

Mendonça Filho reajusta piso salarial dos professores em 6,81%

“Isso é importante, pois estamos cumprindo a lei que determina esse 
reajuste”, destaca o ministro. (Daniel Leite / Foto: Divulgação).

Uma portaria com aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para o próximo anos, 2018 foi assinada na última quinta-feira, 28 de dezembro, pelo atual ministro da Educação, o pernambucano, deputado federal, Mendonça Filho (DEM). O índice, anunciado pela pasta, é 4,01% acima da inflação prevista para este ano, que é de 2,8%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado na última semana pelo Banco Central. De acordo com o Ministério, o piso nacional do magistério tem um ganho real de 3,90% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais. 

Também segundo a pasta, nos últimos dois anos, os professores tiveram um ganho real de 5,22%, o que corresponde a R$ 124,96. O reajuste anunciado segue os termos do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. “Isso é importante, pois estamos cumprindo a lei que determina esse reajuste”, destaca Mendonça Filho. 

O critério adotado para o reajuste, que vigora desde o ano de 2009, tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundeb, que toma como base o último valor mínimo nacional por aluno (vigente no exercício que finda) em relação ao penúltimo exercício. No caso do reajuste deste ano, é considerado o crescimento do valor mínimo do Fundeb do ano de 2016 em relação a 2015.

Maia: “Estou entre 4 nomes do DEM para concorrer ao Planalto”

Partido de Rodrigo, queria o apresentador Luciano Huck como candidato, mas ele 
foi descartado após escrever um artigo negando a candidatura. (AE / Foto: divulgação).

O presidente da Câmara dos Deputados Federais, Rodrigo Maia, é um dos "três ou quatro nomes" que o Democratas (DEM) vai apresentar como candidato à Presidência da República do Brasil, no ano que vem. A informação foi dada pelo próprio Maia na última sexta-feira, 29 de dezembro. O deputado negou que o seu partido irá desembarcar do governo. "Não tenho essa informação e não vejo muito sentido", disse Maia após participar do lançamento do Programa Dinheiro Direto nas Escolas, que vai destinar R$ 27,6 milhões para escolas estaduais e municipais do Estado do Rio de Janeiro.

Rodrigo disse ainda, que o partido queria o apresentador da TV Globo, Luciano Huck como candidato, mas que o mesmo foi descartado, logo após escrever um artigo negando sua candidatura. "Agora não dá mais, como pode um candidato dizer que não vai e depois ir?", questionou Rodrigo ao falar à imprensa.

Além do próprio nome, Maia disse que o partido pensa em políticos como ACM Neto, Ronaldo Caiado e Mendonça Filho, atual ministro da Educação. Ele descartou no entanto vir em uma chapa junto como atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como vem sendo especulado.  "Não somaria votos nem para ele nem para mim, nossos votos são parecidos", avaliou. Maia admitiu, no entanto, que a chapa será formada com outro partido, já que a chamada "chapa pura" não teria votos suficientes.