quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Novo Secretário de Planejamento será empossado nesta sexta

Natural da capital alagoana, Maceió, e aos 30 anos de idade, Carlos Carvalho assumirá 
pasta que até então era ocupada por Evilson Rêgo. Posse, ocorrerá no Palácio Celso Galvão.

Está marcada para esta sexta-feira, dia 15, a posse do novo Secretário de Planejamento de Garanhuns, Carlos Carvalho. O Momento, acontece na sede do Poder Executivo, o Palácio Celso Galvão, as 10 horas da manhã. Na ocasião, Carlos, que é engenheiro civil e professor universitário, assumirá a pasta responsável pelo  desenvolvimento  e acompanhamento dos projetos do Governo Municipal. A cerimônia de posse, será realizada no gabinete do prefeito com a presença de autoridades e imprensa.

Natural da capital alagoana, Maceió, e aos 30 anos de idade, Carlos assumirá a pasta que até então era ocupada por Evilson Rêgo, homem de confiança do Senador Armando Monteiro, dentro do Governo Izaías. Semana passada, Rêgo pediu exoneração do cargo alegando questões familiares e de saúde. Até hoje, quem estava a frente da Secretaria era o executivo da pasta, Wellington Xavier.

Atualmente, Carlos leciona no Curso de Engenharia Civil na Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA). Como Engenheiro Civil, ele conta com a experiência de atuação em Coordenação e Execução de Obras de Terraplenagem com controle tecnológico. Como Oficial Temporário do Exército Brasileiro, atuou no Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva de Maceió/AL (NPOR), onde desempenhou a função de Coordenador de Compras e Suprimentos do 71º Batalhão de Infantaria Motorizado.

Humberto Costa ironiza Moro: “perseguidor-geral da República”

Para o Senador: “Membros do MPF que integram a Lava Jato acusaram Lula de crimes
que não têm como provar”. (Jamildo Melo / Foto: Geraldo Magela/Agência Senado).

O líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), iniciou o seu pronunciamento desta quinta-feira (14) na Casa acusando o juiz Sérgio Moro de imparcialidade no interrogatório do ex-presidente Lula. O petista foi ouvido em Curitiba, nessa quarta-feira (13), no processo em que é acusado de receber propina da Odebrecht através da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um apartamento vizinho ao que ele mora em São Bernardo do Campo. “Pela segunda vez, ficou cara a cara com o perseguidor-geral da República”, ironizou o magistrado no discurso.

O pernambucano, ex-presidente Lula não respondeu a todas os questionamentos de Moro e, em pouco mais de duas horas e meia de depoimento, negou a denúncia, afirmou que o ex-ministro Antonio Palocci mentiu ao acusá-lo e também criticou Moro. No fim, perguntou ao juiz se ele seria imparcial e questionou a primeira condenação, a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva.

“Poderia ter ficado calado, mas enfrentou tudo com altivez e dignidade. Mostrou que membros do Ministério Público que integram a Lava Jato são prisioneiros da própria inconsequência: acusaram Lula de crimes que não têm como provar e, agora, não encontram rota de fuga para a saia justa em que se meteram”, defendeu Humberto Costa.

Pesquisas vão definir quem será o candidato de oposição a Paulo

Se a estratégia será seguida, os próximos meses dirão. No PSB, a crença é que a coesão 
do grupo tende a falhar por vaidade. (Giovanni Sandes / Foto: Alexandre Gondim).

Com a família Coelho agora no palanque da oposição, o bloco costura um acordo para que pesquisas definam o candidato que vai encabeçar a chapa contra o governador Paulo Câmara (PSB) nas eleições 2018. Seriam, digamos, “prévias” da oposição – com o perdão pela licença poética no uso do termo. Por esse acordo, todos os caciques da oposição são candidatos ao mesmo tempo até o começo de 2018, quando pesquisas definiriam o candidato contra Paulo. O mês sugerido no grupo é janeiro.

Se a estratégia será seguida, os próximos meses dirão. No PSB, a crença é que a coesão desse grupo tende a falhar por vaidade, além claro, de projetos de poder distintos. Já na oposição, liderada pelo atual Governador Paulo Câmara, o que se diz, é que o desejo de derrotar o PSB une o grupo, a despeito de projetos pessoais.

A ideia das “prévias” é que todos aceitariam a impessoalidade dos números – intenção de votos e rejeição de cada um: ministros Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB, senador Armando Monteiro (PTB) e o ministro Fernando Filho (PSB), colocado no conjunto pelo pai, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB). Pela última pesquisa Uninassau, de abril, o nome seria Armando. A eleição será em 12 meses. Mas já é campanha na oposição, em suas “prévias” para a escolha do candidato.

Em discurso no Senado, Fernando Bezerra chama Jarbas de cínico

Ex-socialista começou seu discurso rechaçando as críticas de Jarbas, que estariam tentando 
“confundir com meias verdade, a trajetória política dele. (Marcelo Montanine / Foto: Jeferson Rudy/).

Após ser duramente criticado, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) prometeu que responderia ao correligionário deputado federal Jarbas Vasconcelos nesta quarta-feira (13) na tribuna do Senado, mesma ferramenta utilizada por ele no dia anterior, mas em Casas diferentes. Em um discurso de 11 minutos, em tom ácido, Bezerra Coelho criticou o correligionário, atacou o governador Paulo Câmara (PSB) e enalteceu o presidente Michel Temer (PMDB), reforçando o aceno a direção nacional peemedebista, que estava reunida naquele momento para resolver, entre outras coisas, a situação de Pernambuco.

O ex-socialista começou o discurso rechaçando as críticas de Jarbas, que estariam tentando “confundir com meias verdade, numa tentativa vã, de denegrir” a trajetória política dele. Reiterou que foi convidado a retornar às hostes peemedebistas pela direção nacional do partido, após 19 anos, e que seria oposição ao atual governo estadual, do qual o PMDB é o principal aliado, com o vice Raul Henry, presidente estadual da sigla, e outras secretarias.

Após dizer que jamais traiu seus compromissos ou fez política agredindo quem quer que fosse, o senador chamou Jarbas de verborrágico e cínico. “Fácil falar de barganhas políticas a nível federal com o objetivo de atingir as pessoas. Mas não reconhecer as mesmas barganhas a nível estadual é uma tremenda incoerência ou cinismo. Será que são as secretarias e órgãos estaduais que explicam a flexibilidade do deputado Jarbas Vasconcelos em aceitar alianças políticas que até as eleições passadas condenava?”, fustigou FBC. “Não quero julgar, o deputado tem direito de rever suas posições, mas a boa educação política exige que se respeite o posicionamento dos outros., finalizou FBC.

Tonho de Belo: “Depois da votação, ele (Izaías) quis se vingar”

Deixa de Tonho, se refere ao fato do Prefeito ter exonerado suas 10 indicações
na Prefeitura. Belo do Cal: “Eu não tenho raiva do Prefeito, eu tenho pena”.

       Quarta-feira (13), o vereador pelo PSDB, Tonho de Belo do Cal esteve concedendo entrevista a Rádio Jornal de Garanhuns. Dentro do Programa Ronda Policial, segunda edição, ancorado pelo radialista Eduardo Peixoto, o parlamentar rasgou o verbo. Questionado por Eduardo, sobre o fato do Prefeito Izaías ter demitido dez contratados indicados por ele, Tonho disparou: “Depois da votação ele (Izaías) quis se vingar”. A deixa de Tonho, se refere a polêmica Lei aprovada em junho, que fixou o piso salarial da educação básica no município, bem como concedeu um reajuste linear de 7,64% aos professores.

Como naquela ocasião, Belo do Cal votou no sentido oposto da orientação do Prefeito, ele acredita que isso motivou as demissões. De acordo com o tucano, sua postura foi distante dos demais parlamentares que votaram a favor do PL, em razão do Projeto conter outro iten, que segundo ele, prejudicaria a categoria dos professores. Antes de declarar seu voto na Câmara, Belo consultou um advogado e ex-vereador para orientar sua posição. “Eu não votei (a favor da aprovação), porque no projeto tinha outro iten (a carga horária). Se tivesse apenas o aumento eu tinha votado a favor”, disse Tonho na entrevista.

A segunda parte mais polêmica da fala do vereador, ficou reservada para o final. Falando novamente sobre a saída de seus indicados que faziam parte do quadro de contratados da Prefeitura, Tonho estocou: “Eu nunca cheguei no Prefeito pra pedir pra ele tirar ninguém. Depois da votação, eu acho que ele quis se vingar, mas eu não tenho raiva do Prefeito, eu tenho pena, quando você vai até uma pessoa humilde, uma pessoa pobre, ganhando R$ 850 reais, você vai se vingar. Espere lá na frente pra se vingar de mim, por alguma coisa que eu fiz de errado”.

Operação apreende máquinas caça-níqueis aqui em Garanhuns

No bairro Heliópolis, a PM apreendeu 11 conjuntos de máquinas, duas fontes e duas calculadoras. 
O material foi levado para a delegacia. (Com informações do G1 / Foto Agreste Violento).

A Polícia Militar realizou nesta quarta-feira (13) a Operação Força no Foco em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Durante a ação foram apreendidos materiais relacionados a jogos de azar em quatro estabelecimentos. Três homens foram presos.

No bairro Heliópolis, a PM apreendeu 11 conjuntos de máquinas, duas fontes e duas calculadoras. O material foi levado para a delegacia. Em seguida, no Centro, a polícia identificou uma casa de jogos de azar, sem ninguém responsável no momento. No local foram apreendidas quatro cabines completas, seis CPUs e seis monitores.

Em mais uma ação no Centro, a PM identificou outra casa e prendeu um homem de 27 anos. Também foram apreendidos uma televisão, um teclado, uma fonte para computador, sete monitores, duas cabines com monitores e sete controles de jogos.

As últimas apreensões aconteceram também no Centro. No local um jovem de 20 anos foi preso e a PM apreendeu 17 máquinas caça-níqueis, quatro gabinetes fechados com monitores e CPUs, 13 CPUs, uma televisão, dois teclados, uma fonte, três dispositivos de armazenamento, uma bolsa com material de informática, um caderno com anotações, uma câmera de monitoramento e uma calculadora. Todo o material apreendido durante a operação foi encaminhado para a delegacia de polícia de Garanhuns.
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Ary quer proibir Uber na cidade. Marinho pede vistas a proposta

Apesar de Ary defender a proibição, Marinho, assegurou ontem, durante a reunião plenária 
da casa, que a população deve participar do debate. Pra isso, ele convocou uma audiência pública.

Começou a ser discutido na manhã desta quarta-feira (13), na Câmara Municipal, um Projeto de Lei que regulamenta a atividade de taxista aqui em Garanhuns. Dentro das discussões dirigidas ao PL 027/2017, há uma emenda proposta pelo Vereador Ary Júnior, do PTB, que no caso de ser aprovada no Plenário da casa, se encarregará de incorporar um artigo a Lei, vedando o transporte privado remunerado de passageiros, através de carros particulares cadastrados ou não em aplicativos digitais, a exemplo, o UBER.

Apesar de Ary defender a proibição, o seu colega parlamentar, o vereador Marinho da Estiva, do PHS, assegurou ontem, no plenária da casa, que a população deve participar mais intensamente do debate. Pra isso, Marinho convocou, já para a próxima segunda-feira (18), as 19 horas, uma audiência pública na Câmara. Ontem, além do projeto, quatro emendas foram aprovadas. A votação que se refere a proibição do Uber foi adiada. Ela ocorrerá na próxima quarta (20), já que o vereador Marinho pediu vistas à matéria.

Uma das quatro emendas aprovadas nesta quarta, dirigidas ao PL, partiu da vereadora Luzia Cordeiro, do PTB. Atenta, a parlamentar observou que na redação do Projeto, não constava a expressão “a”, para assegurar que pessoas do gênero feminino possam exercer a atividade de taxista aqui em Garanhuns. Sem que houvesse a correção, haveria um conflito, já que isso poderia acarretar numa forma de exclusão de gênero.

Ontem no Plenário da Câmara durante a votação das emendas, ampla maioria dos presentes eram taxistas. A categoria, é favorável a proposição que busca impedir a implantação do Uber em Garanhuns. Nesta quarta, os vereadores Zaqueu Lins, Alcindo Correia, Professor Márcio e Betânia da Ação Social se pronunciaram a favor da emenda.

ARY SE PRONUNCIA: Em nota distribuída à imprensa, o vereador Ary Júnior contestou que seja contra a implantação do serviço Uber aqui em Garanhuns. De acordo ele, a emenda de sua autoria não se coloca contra qualquer empresa que queira se instalar na cidade, mas trata, do que é necessário para que essas empresas se legalizem com o município e com as Leis Federais, como rege o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Na nota Ary defende: “Isso (a legalização) ocorre com a classe dos taxistas e moto-taxistas. Essa preocupação não é só minha, é dividida por todos os vereadores que aprovaram por unanimidade nas comissões, após 15 dias de discussões sobre a referida matéria”.
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