sábado, 3 de junho de 2017

GERSINHO FILHO: “Esta campanha caluniosa que está sendo feita por parte de alguns professores, de que nós votamos contra a educação é totalmente descabida”

Em sua conta numa rede social (Facebook), vereador disse estar tranquilo com relação ao seu voto,
que de acordo com ele, foi consciente, independente e respaldado nas normativas superiores da educação”.

Muito cobrado nas redes sociais, assim como os outros parlamentares que votaram a favor do projeto nº 12/2017, proposto pelo executivo local, que corta rendimentos, e ao mesmo tempo não reajusta os salários dos professores, de forma linear em 7,64%, de acordo com o Sinpro - coube em parte, ao vereador Gersinho Filho, explicar o por que, dele e de seus pares na Câmara, serem favoráveis a proposta?

Em resposta no Facebook, ao internauta Cláudio Ramos, que questionou: “Gersinho Filho, logo você, filho de professor votar contra a educação?”, o vereador respondeu: “De maneira alguma votei contra a educação. Como parlamentar e filho de uma professora, sou bastante consciente de que a educação é o mecanismo mais importante para formação de uma sociedade justa e próspera. Sendo assim jamais votaria contra a educação”.

Segundo Gersinho, o projeto foi exaustivamente discutido, dentro das etapas regimentais estabelecidas no processo legislativo. De acordo com o parlamentar, ocorreram diversas reuniões e discussões com a categoria, onde o legislativo buscou decisões em estados e municípios diferentes, que tratavam da mesma matéria.

Segundo o petebista, pro caso dos vereadores (os 11 que aprovaram a proposta) não terem votado contra o projeto, significa dizer que os parlamentares contribuíram para que o reajuste fosse concedido. “Hoje, se tivéssemos votado contra esse projeto, nós parlamentares, estaríamos sendo questionados por votarmos contra um reajuste salarial para os professores, e o que é mais grave, seriamos os responsáveis por ter professores no município com remuneração inferior ao piso nacional. Desta feita Cláudio, esta campanha caluniosa que está sendo feita por parte de alguns professores, de que nós votamos contra a educação é totalmente descabida”, escreveu Gersinho no Facebook.

Em parte final da resposta dada ao internauta, Gersinho diz estar tranquilo com relação a sua decisão, já que de acordo com ele: “diferente do que está sendo dito, seu voto foi consciente, independente, legalista e respaldado nas normativas da educação”.

Abaixo, você confere na íntegra, o diálogo entre o
vereador Gersinho Filho e o internauta Cláudio Ramos.

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Tonho de Belo e Professor Márcio votam a favor da educação

Do ponto de vista político, Belo do Cal tende a seguir para oposição, enquanto
que Márcio, pouco provavelmente sairá do bloco Governista a que pertence.

Ainda repercute massivamente em toda a cidade, a forma como se comportaram os vereadores Tonho de Belo do Cal, do PSDB, e o Professor Márcio, do PHS, na votação realizada ontem, na Câmara Municipal de Vereadores, responsável pela aprovação do Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo local, que reajusta o piso salarial dos professores aqui no município, mas que traz no seu teor, inúmeras perdas para categoria, segundo atesta o Sindicato dos Professores de Pernambuco, o Sinpro.

Na votação realizada na Câmara, apenas Tonho e Márcio votaram contra a proposta, enquanto que os outros 11 parlamentares optaram pela aprovação do projeto. Tonho, sempre se mostrou contra e declarou durante a manhã da sexta, que não mudaria sua posição. A postura adotada por Belo do Cal, decorreu pelo fato de que no seu entendimento, a categoria sofreria severos prejuízos, algo que ele, segundo suas próprias palavras: "não poderia concordar". 

Já o professor Márcio, que em dado momento da votação, veio as lágrimas, já se esperava, não votaria favorável a proposta, vez que ele pertence a classe dos professores e também discordava da forma como o projeto ganhou forma e redação. 

Sob muitos protestos, a votação dessa sexta-feira trouxe a público o que grande parte da população assinala nas ruas: “que o poder legislativo se dividiu em duas partes”. De um lado, Tonho, Márcio e os professores da rede municipal de ensino, enquanto que do outro, o Prefeito Izaías, junto aos outros 11 parlamentares.

Do ponto de vista político, Belo do Cal tende a seguir para oposição, enquanto que Márcio, pouco provavelmente sairá do bloco Governista, até porque seu voto, alguns acreditam, carregou um item de solidariedade com seus colegas de profissão.

Pro caso de Tonho, o cenário é diferente, pois já se esperava, que em dado momento, o parlamentar adotasse uma postura que não fosse necessariamente a de compactuar com os projetos do Prefeito Izaías. Com a votação de ontem, ficou mais do que estampado que Belo do Cal, deve atuar de forma independente na Câmara, e que o norte para chancelar seu voto no legislativo, seguirá junto das cobranças feitas por parte das muitas categorias presentes aqui, no município de Garanhuns.

Nas redes sociais, vários professores, além de muitos amigos da classe, simpatizantes da categoria, assim como grande parte da população que interage através dessas mídias; tem defendido que Tonho e Márcio, votaram a favor da educação, enquanto que os outros 11, contra - como mostram as artes que utilizamos para ilustrar a matéria.
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Professores vão realizar assembleia para decidir sobre greve

Sindicato que representa a categoria, tomará as devidas precauções, para que,
no caso da greve ser deflagrada, ela não venha a ser considerada ilegal pela Justiça.

Na próxima quarta-feira, dia 7, os profissionais da educação de Garanhuns, junto a integrantes do Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro), realizam assembleia para decidir as posições que serão adotadas pela categoria, a partir da aprovação, ontem, no plenário da Câmara de Vereadores de Garanhuns, do Projeto de Lei do Executivo, nº 12/2017, que reajusta o piso salarial deses profissionais.

De acordo com professores ouvidos pelo Blog do Gidi Santos, o projeto aprovado nesta sexta, por 11 votos a 2, não reajusta os salários desses profissionais, de forma linear, em 7,64%. Segundo a categoria, 30 horas aulas (extra classe), não farão mais parte das atividades que os professores de nível I, poderão executar, o que na prática, representa mais trabalho e menor remuneração.

Segundo informou ao Blog do Gidi Santos, por telefone, o professor Lincoln Cardoso, a ideia é que, na assembleia a categoria possa chegar ao entendimento que uma greve geral deve ser deflagrada. Segundo Lincoln, a greve pode alcançar 90% dos professores, com exceção apenas, daqueles profissionais que trabalham na Secretaria de Educação, em regime de expediente.
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Com exclusividade, Lincoln assegurou ao Blog, que o Sinpro tomará as devidas precauções, para que, no caso da greve ser deflagrada, ela não venha a ser considerada ilegal pela Justiça. “Nós vamos decidir como nos comportar na próxima quarta-feira. Existe um prazo para convocação da assembleia e além disso, temos que realizar algumas comunicações oficiais, para que o ato seja legal. Cumpridas todas as etapas necessárias, dentro da assembleia, decidiremos nosso futuro”, garantiu Lincoln, ao Blog.

O professor Lincoln Cardoso, não revelou, mas corre a informação, que durante a semana, professores podem promover atos de protesto, em função da Câmara ter aprovado o projeto de Lei, que de acordo com eles, é nocivo a categoria. É possível, que no decorrer dos próximos dias, um "apitaço", em frente ao Palácio Celso Galvão, marque o desfecho de um desses atos de protesto.

Nas redes sociais, professores e seus familiares, além de simpatizantes e parte da população de Garanhuns, vem promovendo um amplo debate com alguns vereadores que votaram a favor do projeto de lei do executivo. A Câmara, que tem na sua assessoria de comunicação, uma fraca atuação, ainda não se posicionou oficialmente, sobre a posição adotada pela ampla maioria dos vereadores: a de votar a favor do projeto.
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Câmara aprova reajuste dos professores. Categoria diz que Lei é inconstitucional e promete deflagrar greve já durante a semana.

Passada a votação de ontem, profissionais da educação de Garanhuns impetraram uma
ação junto à Justiça, pleiteando a inconstitucionalidade da lei do reajuste do piso.

Na manhã da última sexta-feira, 2 de junho, a Câmara Municipal de Vereadores de Garanhuns, aprovou por 11 votos a 2, sob muitos protestos e num clima de extrema tensão, o Projeto de autoria do Governo Municipal nº 12/2017, que reajusta o piso dos professores, a luz da Lei Federal 11.738/08. Durante a polêmica votação, os professores compareceram em massa às galerias do legislativo garanhuense, denunciando, o que de acordo com eles, traria um grande retrocesso a atuação da categoria aqui no município.

Portando cartazes e com palavras de ordem, os professores da rede municipal demonstraram toda sua insatisfação com o legislativo local, que mesmo após inúmeras rodadas de negociações, não foi sensível aos apelos da categoria. Alguns profissionais carregavam cartazes com a frase: “Professores em luta. Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.”

O epicentro do impasse se ampara em dois pontos específicos, um deles, o fato do reajustar de 7,64%, não ocorrer de formar linear, ou seja, contemplando todos os professores. Já o outro, diz respeito a redução de 30 horas aula, extra-classe, na carga horária de professores de nível I. De acordo com o Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro), essa mudança é extremamente nociva, já que acarretará num aumento da carga de trabalho, ao mesmo tempo em que trará uma perda salarial.

Em contato com o Blog do Gidi Santos, a categoria criticou a aprovação do projeto, e defendeu, que da forma como as transformações das cargas horárias, vão ocorrer, o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração da Educação local, o chamado PCCR, sofrerá perdas consideráveis. “O Projeto do jeito que está, trará grandes prejuízos para os professores. O Prefeito e a Câmara estão rasgando o PCCR e consequentemente a Constituição. Ninguém pode sobrepor-se as leis, seja qual for a esfera”, defendeu o Sinpro.
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PROFESSORES OFENDEM VEREADORES - Na votação de ontem, alguns momentos em particular, destoaram do legítimo direito a protesto e manifestação contrária, que cabe a qualquer cidadão ou categoria. Além de obstruírem os trabalhos no plenário, o que motivou a chamada da Guarda Municipal, um grupo seleto de professores dirigiu inúmeras agressões verbais aos vereadores, Daniel da Silva, Gersinho Filho, Carla Patrícia e Luzia Cordeiro. Colocações lamentáveis, algumas delas, inclusive, que teriam incorrido, em ofensas pessoais e racistas. Ontem, o líder do Governo na Câmara, Daniel da Silva, do PSC, o popular Daniel da Saúde, teria sido chamado de “macaco” - algo que para o caso de ser comprovado, deve ser condenado.

Já Luzia Cordeiro, do PTB, mais conhecida como "Luzia da Saúde", por pouco não foi agredida por um dos professores. Com os ânimos muito exaltados, um dos profissionais a todo momento apontava o dedo em direção a parlamentar, ao mesmo tempo em que sugeria com palavras de baixo calão, que a petebista “fosse pra aquele lugar”.

Passada a votação de ontem, onde apenas os vereadores Tonho de Belo do Cal (PSDB) e o Professor Márcio, do PHS, votaram contra o projeto, e ainda muito revoltados, os profissionais da educação de Garanhuns através do Sinpro, impetraram uma ação junto à Justiça, pleiteando a inconstitucionalidade da lei do reajuste do piso. A categoria, deve deflagrar uma greve durante a semana, já que na sexta, registramos alguns professores com cartazes que traziam a frase: "Se o projeto passar, as escolas vão parar".
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Abaixo, você confere como votou cada vereador:

A FAVOR:
Ary Júnior (PTB)
Alcindo Correia (PCdoB)
Audálio Filho ( PSDC)
Betânia da Ação Social (PTB)
Carla de Zé de Vilaço (PTB)
Daniel da Saúde (PSC)
Gersinho Filho (PTB)
Gil PM (PSC)
Luzia da Saúde (PTB)
Luiz Leite (PHS)
Zaqueu Naum (PRB)

CONTRA
Tonho de Belo (PSDB)
Professor Márcio (PHS)

Polícia Federal prende o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures

Rocha Loures foi preso preventivamente (antes do julgamento) em Brasília e foi levado 
para a Superintendência da PF no Distrito Federal. (Com informações do G1 Portal de Notícias).

A Polícia Federal informou ter prendido na manhã deste sábado (3) o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, do PMDB do Paraná, ex-assessor especial do presidente Michel Temer. O mandado de prisão foi assinado na noite desta sexta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).

Rocha Loures foi preso preventivamente (antes do julgamento) em Brasília e foi levado para a Superintendência da PF no Distrito Federal. Em março, ele flagrado pela PF recebendo em São Paulo uma mala com R$ 500 mil que, segundo delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato, seriam dinheiro de propina.

Em manifestação enviada ao STF nesta sexta, o advogado do peemedebista, Cezar Bitencourt, avaliou que o pedido de prisão tem como objetivo "forçar delação". Ao G1, o advogado disse, na manhã deste sábado, que o ex-assessor de Temer "ficará em silêncio".

Ao contestar o novo pedido de prisão, a defesa afirmava que Rocha Loures não poderia interferir mais nas investigações, já que as buscas e apreensões da Operação Patmos foram realizadas e porque, após deixar o mandato, já não tinha poder político para prejudicar a produção de provas. Rocha Loures deixou o mandato de deputado e virou suplenete após a decisão de Osmar Serraglio de retornar à Câmara após sua exoneração do Ministério da Justiça.

Decisão - Na decisão que autorizou a prisão, Fachin disse que só nao havia determinado a medida anteriormente por conta do mandato parlamentar à época exercido por Rocha Loures. Ele disse, porém, que já considerava a p'risão "imprescindível" para interromper o cometimento de crimes. No despacho, ele considerou "gravíssima" a conduta do ex-assessor de Temer.

Para conferir a íntegra da matéria do G1, clique AQUI.

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Ministério Público Federal pede prisão de Lula, ao Juiz Sérgio Moro

Pedido, faz parte das alegações finais do processo que apura o suposto pagamento de propina 
por parte da OAS, envolvendo um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista. (Jornal do Commercio).

O Ministério Público Federal de Curitiba (MPF), responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu na noite dessa sexta-feira, dia 2, ao juiz Sérgio Moro a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de outros seis réus pelos crimes de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro. O MPF quer que todos cumpram as respectivas penas em regime fechado e que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26, correspondente ao valor das propinas que teriam sido pagas nos contratos da OAS com a Petrobras.

O pedido foi encaminhado à Justiça Federal de Curitiba e faz parte das alegações finais do processo que apura o suposto pagamento de propina por parte da OAS, envolvendo um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista e que, segundo o MPF, seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a empreiteira fechou com a Petrobras. Do total estabelecido pelo MPF, Lula teria recebido cerca de R$ 3 milhões, incluindo os valores do triplex e do contrato entre a OAS e a transportadora Granero, responsável pela guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo.

OUTROS RÉUS - Também são réus no caso o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, os executivos da empresa Agenor Franklin Medeiros, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Ferreira, e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. Todos são acusados de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. A ex-primeira-dama Marisa Letícia teve o nome excluído da ação após a sua morte, em fevereiro passado.

Conforme os procuradores que fizeram o pedido, as defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do Ministério Público Federal. Depois da apresentação das alegações de todos os envolvidos, o processo volta ao juiz Federal Sérgio Moro, que é quem irá definir se condena ou absolve os réus.

Armando vai colaborar com reconstrução da Mata Sul do Estado

Durante visitas as cidades atingidas pelas cheias; senador lembrou que as bancadas federais de PE
liberaram mais de R$ 20 milhões de reais em recursos emergenciais. (Fotos: Léo Caldas).

Em giro por seis municípios da Mata Sul e da Região Metropolitana atingidos pelas cheias, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) se prontificou em colaborar com as gestões municipais para destravar ações emergenciais e obras estruturadoras que ajudem na reconstrução das cidades e prestem atendimentos à população. Horas após participar da reunião convocada pelo governo do Estado, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o líder petebista percorreu as cidades de Ipojuca, Rio Formoso, Barreiros, Palmares, Joaquim Nabuco e Maraial, levando sua solidariedade ao povo e gestores públicos. Os deputados estaduais José Humberto Cavalcanti (PTB) e Silvio Costa Filho, do Partido Republicano Brasileiro (PRB) acompanharam as visitas.

Armando iniciou o périplo por Ipojuca. Ao lado da prefeita Célia Sales (PTB), Armando visitou o ginásio da escola Santo Cristo, que se transformou em um abrigo provisório para 15 famílias, e uma passagem molhada afetada pela cheia. Em Rio Formoso, o senador conheceu o posto de comando do município, centro que recebe e distribui donativos e faz o planejamento das ações para o restabelecimento da cidade. Com a prefeita Isabel Hacker (PSB), Armando também foi à escola Pedro de Albuquerque, que atualmente abriga 291 pessoas. Nesse local, o parlamentar conheceu a história da dona de casa Juscelina Bezerra da Silva, que perdeu tudo nessa última enchente.
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Em Barreiros, Armando levou a solidariedade aos funcionários da Prefeitura que realizam ações emergenciais e de prestação de serviços à população. Em Palmares, com o prefeito Altair Júnior (PMDB), visitou gabinete de crise e foi ao Centro da cidade ver os estragos causados pelas chuvas. Já em Joaquim Nabuco, o senador foi recebido pelo prefeito Neto Barreto (PTB) e se colocou à disposição para destravar obras e ações emergenciais para a cidade. Por fim, em Maraial, com o prefeito Marquinhos Moura (PTB), o líder petebista foi ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para tomar conhecimento das ações empreendidas pelo município. Nas visitas, o senador informou que o Sistema S vai destinar, na próxima semana, cestas básicas e kits de atendimentos para todos os municípios afetados pelas cheias.

Durante as visitas, o senador lembrou que as bancadas federais de Pernambuco se somaram ao governo do Estado para liberar junto ao Ministério da Integração Nacional mais de R$ 20 milhões em recursos emergenciais, destinados para a compra de alimentos, materiais de higiene e limpeza, medicamentos, entre outros donativos. Além disso, deputados e senadores repactuaram com a pasta os investimentos necessários para retomar obras de quatro barragens no Estado, que atualmente estão paralisadas. Em paralelo, o petebista afirmou que os parlamentares apoiaram uma ação, proposta por Armando, de liberar os saques do FGTS para atender as vítimas das cheias.

“Temos o desafio de reconstruir as cidades afetadas pelas cheias e concluir o sistema de contenção das enchentes. Das cinco barragens prometidas em 2010, apenas uma foi finalizada. Se não fizermos essas obras estruturantes, a cada cinco anos vamos ficar submetidos a novas tragédias. Estamos mobilizados nessa hora para ajudar e somar esforços”, concluiu Armando. “Nessa hora, não existe adversários políticos. Temos que nos dar as mãos para que juntos possamos atuar em favor das pessoas que foram duramente atingidas pelas cheias”, completou.
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Armando cobra de Paulo, ações junto as vítimas das enchentes

Em reunião, senador disparou: “Precisamos de uma orientação mais concreta do Governo 
de PE em relação à indicação das contrapartidas que o Estado poderá oferecer”. (Foto: Léo Caldas).

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) participou, nesta sexta-feira (2), da reunião com as bancadas federais de Pernambuco do Senado e da Câmara dos Deputados com o governo do Estado para discutir ações destinadas às vítimas das enchentes na Mata Sul e no Agreste. O líder petebista se solidarizou com a população vitimada pela tragédia, destacando que o momento exige convergência para que Pernambuco enfrente os desafios com melhores resultados. Na ocasião, Armando cobrou do governo estadual a indicação mais objetiva de planejamento e de obras prioritárias, para que os parlamentares possam auxiliar na sua agilização junto ao governo federal.

“Estamos comprometidos com o encaminhamento dessas soluções, oferecendo nossa disposição de continuarmos a colaborar. Mas precisamos de uma orientação mais concreta do Governo do Estado em relação à estimativa de custo, àquilo que será priorizado, à indicação clara das fontes e das contrapartidas que o Estado poderá oferecer”, afirmou o senador Armando Monteiro. “O sentido dessa reunião é para que todos possamos, juntos, promover esforços par atenuar o sofrimento da população de Pernambuco, que é, mais uma vez, duramente atingida por essas ocorrências”, completou o líder petebista.

Armando destacou ainda, a importância das obras de caráter preventivo e estruturante que propiciariam a Pernambuco um sistema de contenção, de modo a evitar a repetição de tragédias como a que ocorreram no último final de semana, deixando 31 municípios em situação de emergência e mais de 55 mil pessoas desalojadas. “A priorização dessas obras não se deu de maneira clara, com critérios claros. Várias obras tiveram execução parcial e há indicação de que ocorreram falhas de projetos, que, de alguma maneira, concorreram para essa situação”, colocou.

Trezena de Santo Antônio muda trânsito no centro de Garanhuns

Condutores que estiverem descendo da rua (Beco do Bispo), não poderão retornar à direita
no sentido Centro. (Com informações da Secom / PMG – Imagem / Google Mapas).

A Autarquia Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes (AMSTT) comunica que a partir das 15h de hoje, até o dia 13 deste mês - período de festividades do padroeiro de Garanhuns - um palco estará montado em frente à residência oficial do bispo, na avenida Santo Antônio. Portanto, os condutores que estiverem descendo da rua (Beco do Bispo), não poderão retornar à direita no sentido Centro; eles deverão retornar pelo Banco Bradesco, sentido rua Nilo Peçanha.

A orientação também serve para os condutores que estiverem subindo da rua Manoel Clemente - só poderão subir pela Nilo Peçanha, sem opção de retorno pela avenida Santo Antônio. Os motoristas que estiverem na parte baixa da avenida Santo Antônio e utilizam o retorno em frente à Catedral para usar a parte alta da avenida, também não poderão utilizar o trecho durante o período; seguindo apenas sentindo rua Nilo Peçanha ou descida para rua Manoel Clemente. A AMSTT informa que agentes da autoridade de trânsito estarão no trecho orientando os condutores e pede a colaboração da população.
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