segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Silvio Costa Filho: “Este, já é o ano mais violento da história de PE”

Em aparte ao discurso de Silvio, proferido na Alepe, Edilson Silva (PSOL) ressaltou que o número de homicídios voltou ao nível de antes da criação do Pacto pela Vida. (Alepe – Foto: divulgação).

O número de 5.030 homicídios, ocorridos entre janeiro e novembro deste ano, aqui no estado, divulgado pela Secretaria de Defesa Social, na última sexta-feira (15), foi destacado pela Bancada de Oposição, na Reunião Plenária desta segunda (18), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Segundo o líder oposicionista, Sílvio Costa Filho (PRB), a segurança pública de Pernambuco tem índices piores do que a de Estados vizinhos.

“Este já é o ano mais violento da história de Pernambuco, que completa mais de 12.300 assassinatos na gestão do atual Governador, Paulo Câmara”, ressaltou. “Os governistas argumentam que o problema é nacional, mas eles escondem que Estados próximos diminuíram a criminalidade: como, Alagoas em 6%, Paraíba em 4% e Piauí em 5%. Já aqui em Pernambuco, tivemos um aumento de 26%”, afirmou Costa, nesta segunda.

Em aparte ao discurso de Silvio, na Alepe, Edilson Silva (PSOL) ressaltou que o número de homicídios, voltou ao nível de antes da criação do programa Pacto pela Vida. “Os projetos que o Poder Executivo conseguiu aprovar para o setor pioraram sua relação com a tropa policial”, avaliou. “A única coisa boa neste governo é a propaganda, que apresenta um Pernambuco diferente da realidade. Na vida real, os pernambucanos estão vendo a violência tomar conta do Estado”, declarou Álvaro Porto, do Partido Social Democrático (PSD), avaliando que a gestão estadual “está fora do prazo de validade, e vai ser trocada em 2018”.

“Quando nós avisamos que Pernambuco ia superar o número de cinco mil homicídios ao fim de 2017, diziam que estávamos apostando no ‘quanto pior melhor’. Infelizmente, chegamos a esse número ainda em novembro”, registrou Teresa Leitão (PT). Ela apontou, ainda, que a gestão, Câmara teve três secretários de segurança em menos de três anos.

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