domingo, 17 de dezembro de 2017

“PT nem no segundo turno, se alia a Armando com PSDB e DEM”

Fala, é do Presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Bruno Ribeiro, que ainda dispara: “Não 
possibilidade de aliança com esse grupo que representa a velha Arena”. (Coluna Pinga-Fogo).

O Partido dos Trabalhadores (PT), aqui em Pernambuco, reagiu ao encontro das Oposições, realizado na última segunda-feira, 11 de dezembro, no Arcádia, no Shopping Paço Alfândega, na capital, Recife. De acordo com os realizadores do "Pernambuco quer Mudar", o evento, representou o primeiro encontro oficial político contra o governo Paulo Câmara (PSB) para criar uma agenda em comum rumo a 2018. Ao reagir sobre o ato político, o PT cobra seu ex-aliado nas eleições 2012, 2014 e 2016, o senador Armando Monteiro (PTB), e sua proximidade com tucanos e democratas.

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Bruno Ribeiro (foto acima), comenta à imprensa, que se confirmada a escolha de Armando pelo grupo que reúne DEM, PSDB e os Coelhos de Petrolina, resta inviabilizada uma aliança em 2018. “Não há possibilidade de aliança no primeiro nem segundo turno com esse grupo que representa a velha Arena. Que posição Armando vai tomar? Vai ser candidato a governador? A senador? Com eles? A gente observa a escolha que será concretizada”, comenta Bruno.

Se Armando se aproximou do PSDB e DEM, o PT buscou o polo inverso, nacionalmente, ao se aproximar do PSB sob aval do ex-presidente Lula. Bruno admite a convergência nacional e nega uma aliança local. Porém, reforça que com o PSDB, DEM e os Coelhos, os petistas não marcham nem no segundo turno. A mágoa com Armando abre a porta para uma aliança PSB e PT ao menos no segundo turno. A divisão vai ficando clara.

PROXIMIDADE APENAS NACIONAL - Bruno Ribeiro nega que na visita do deputado José Guimarães (CE), novo Relações Institucionais do PT, e Márcio Macedo, primeiro vice-presidente da sigla, se tenha cogitado o senador Humberto Costa (PT) na chapa de Paulo. "No máximo se falou sobre a frente nacional de PT, PCdoB, PDT e PSB", assegura ele.
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