domingo, 31 de dezembro de 2017

Marun nega ter feito “chantagem” com a reforma da previdência

“Afirmei (na entrevista), como reafirmo, que espero que todos tenham a responsabilidade 
de contribuir neste momento histórico da vida da nação”, defende o Ministro. (Inaldo Sampaio).

O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, que atualmente integra os quadros do PMDB do Mato Grosso do Sul, estranhou nesta quinta-feira (28) as críticas dos governadores do Nordeste às suas declarações sobre a reforma da previdência. Na última terça-feira, o ministro teria condicionado a autorização do Palácio do Planalto para que governadores tomem dinheiro emprestado a bancos públicos (CEF, BNDES e Banco do Brasil) ao apoio deles à reforma previdenciária.

“Assisti à citada entrevista e desafio qualquer um a destacar o trecho em que afirmo que financiamentos estão condicionados ao apoio à necessária reforma da previdência. Afirmei, como reafirmo, que espero que todos os agentes públicos tenham a responsabilidade de contribuir neste momento histórico da vida da nação”, disse o ministro por meio de nota, distribuída à imprensa brasileira na última quinta-feira.

Segundo ele, a reação contrária ao seu posicionamento partiu “daqueles que querem continuar omitindo a participação do governo federal nas ações resultantes de financiamentos obtidos junto aos bancos públicos”, sem se referir, especificamente, aos governadores nordestinos, que divulgaram a carta, onde repudiaram a fala de Marun.

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