terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Governador de PE, sobre segurança em 2018: “Vai terminar melhor”

Em entrevista a TV Jornal, e ainda se referindo ao tema, Paulo defendeu que no próximo ano, 
índices de homicídio retornaram aos que foram registrados em 2014. (Amanda Miranda).

O governador Paulo Câmara (PSB) voltou a defender que haverá redução da violência em Pernambuco em 2018. Em entrevista ao cientista político Antônio Lavareda no programa 20 minutos, na TV Jornal, o socialista disse que prevê para o ano final do seu primeiro mandato uma queda no índice de homicídios que pode, para ele, levar o Pacto pela Vida ao patamar de 2014, quando começou a aumentar. Em números, significaria sair dos 5.030 assassinatos entre janeiro e outubro deste ano para 3.434 registrados ao longo de 2014.

“Dois mil e dezoito, como já está acontecendo em 2017, vai terminar melhor do que começamos”, prometeu o governador, que deve se candidatar à reeleição no ano que vem. “A gente tem condições de acabar 2018 com a violência em Pernambuco voltando aos números, que ainda vão ser altos, mas números de 2014. E mostrando o caminho de continuar avançando”, afirmou Câmara assegurando que o Pacto pela Vida, é um Programa de Segurança desenvolvido e executado com excelência..

Paulo Câmara enfatizou que a violência aumentou em todos o País e atribuiu o problema à crise econômica, que, segundo ele, tem atingido o Estado de forma mais severa. “Sabendo que isso é um problema nacional, sabendo que, enquanto nossas fronteiras continuarem muito abertas para drogas e armas, fica muito difícil evitar. Mas, com educação, buscando fazer prevenção e com polícia na rua fazendo repressão é possível realmente fazer com que a segurança em Pernambuco seja restabelecida”, afirmou.

O socialista ainda lembrou que houve uma greve da PM em 2014. “Uma greve é uma coisa muito séria. Uma greve na Policia Militar deixa muitas marcas, ela quebra a hierarquia, quebra a autoridade dos comandos. e isso foi restabelecido”, garantiu. Em 2016, já sob o governo de Paulo Câmara, os policiais ameaçaram novamente paralisar as atividades. O governador trocou a chefia da corporação.

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