terça-feira, 26 de dezembro de 2017

DEM, vai testar nome de Rodrigo Maia para Presidente da República

Efraim Filho: "O Rodrigo tem os principais atributos que o legitimam a exercer essa função de 
candidato do centro: capacidade de diálogo, equilíbrio e serenidade para tomar decisões”.

O Democratas (DEM), antes PFL, trabalha para lançar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), como candidato à Presidência da República em 2018. A legenda investe no discurso de que ele é o único candidato com capacidade de "reunificar" a política nacional, por ser hoje um dos poucos políticos com trânsito no governo e nos principais partidos da oposição (PT, PC do B e PDT), que o ajudaram a se eleger para o comando da Casa, além de manter boa relação com o Judiciário.

O lançamento da pré-candidatura já tem data para acontecer: 6 de fevereiro, quando está marcada a convenção nacional do DEM. Ao lançar Maia, a estratégia do partido é testar o nome do presidente da Câmara nas pesquisas eleitorais. O parlamentar fluminense tem dito a aliados que só aceita disputar o Palácio do Planalto se atingir pelo menos 10% das intenções de voto. Nos últimos levantamentos, ele ainda patina, com menos de 5%.

"O Rodrigo tem os principais atributos que o legitimam a exercer essa função de candidato do centro: capacidade de diálogo, equilíbrio e serenidade para tomar decisões. Hoje é um presidente respeitado pelo governo e pela oposição, mostrando vocação para romper esse clima de intolerância política que agita o País", diz o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), um dos principais entusiastas da candidatura de Maia.

Em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, na Globonews, questionado sobre 2018 e as próximas eleições, Maia falou da importância da aprovação das reformas para o país. A primeira discussão da casa, ano que vem, será uma agenda de reforma completa do Estado brasileiro. A principal das reformas, defende Maia, continua sendo a da Previdência, que será debatida na Câmara Federal, em Brasília, no decorrer do mês de fevereiro.

       Abaixo, você confere a entrevista:

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