quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Pesquisas vão definir quem será o candidato de oposição a Paulo

Se a estratégia será seguida, os próximos meses dirão. No PSB, a crença é que a coesão 
do grupo tende a falhar por vaidade. (Giovanni Sandes / Foto: Alexandre Gondim).

Com a família Coelho agora no palanque da oposição, o bloco costura um acordo para que pesquisas definam o candidato que vai encabeçar a chapa contra o governador Paulo Câmara (PSB) nas eleições 2018. Seriam, digamos, “prévias” da oposição – com o perdão pela licença poética no uso do termo. Por esse acordo, todos os caciques da oposição são candidatos ao mesmo tempo até o começo de 2018, quando pesquisas definiriam o candidato contra Paulo. O mês sugerido no grupo é janeiro.

Se a estratégia será seguida, os próximos meses dirão. No PSB, a crença é que a coesão desse grupo tende a falhar por vaidade, além claro, de projetos de poder distintos. Já na oposição, liderada pelo atual Governador Paulo Câmara, o que se diz, é que o desejo de derrotar o PSB une o grupo, a despeito de projetos pessoais.

A ideia das “prévias” é que todos aceitariam a impessoalidade dos números – intenção de votos e rejeição de cada um: ministros Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB, senador Armando Monteiro (PTB) e o ministro Fernando Filho (PSB), colocado no conjunto pelo pai, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB). Pela última pesquisa Uninassau, de abril, o nome seria Armando. A eleição será em 12 meses. Mas já é campanha na oposição, em suas “prévias” para a escolha do candidato.

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