sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Governistas consideram desnecessária presença da Força Nacional

Para um dos deputados que se opõem a vinda da Força, Aluísio Lessa, o que é preciso, é 
integrar os municípios e a sociedade nas soluções para a segurança pública”. (Alepe).

A proposta da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, de convocar a Força Nacional de Segurança Pública para Pernambuco voltou a ser criticada por deputados governistas na Reunião Plenária desta quinta (21). Eles avaliaram a iniciativa dos oposicionistas como uma medida “sem consistência” e “eleitoreira”.

Em seu discurso, Aluísio Lessa (PSB) destacou  a formatura de 1.500 novos policiais, realizada nesta quinta, no Quartel do Derby, no Recife. “O campo do Derby lotado de novos policiais mostra o grande esforço do Governo em combater a violência, e também que a vinda de tropas federais é desnecessária”, considerou.

“O que precisamos é integrar os municípios e a sociedade civil nas soluções para a segurança pública”, avaliou. Para o deputado, a proposta de convocar tropas externas “mostra que algumas pessoas estão adiantando demais a discussão sobre uma eleição que vai ocorrer daqui a mais de um ano”.

Waldemar Borges, que também pertence aos quadros do Partido do Governador Paulo Câmara, o PSB, registrou que o idealizador do Pacto pela Vida, sociólogo José Luiz Ratton, é contrário à convocação de tropas federais. “Muita gente usa na tribuna as críticas de Ratton ao nosso Governo para legitimar suas posições. Mas quando ele qualifica a iniciativa da Oposição como ‘uma jogada de marketing de péssima qualidade’, ninguém cita o professor”, declarou Borges. “Pedir a Força Nacional é uma ‘pirotecnia’ que apenas reflete a falta de consistência nas propostas da Oposição para enfrentar o problema”, criticou.
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