sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Gestão Fiscal de Garanhuns é uma das melhores de Pernambuco

Jucati, no Agreste Meridional e Jurema, cidade localizada na zona de influência
de Garanhuns, também figuraram no Top 10. (Folha de Pernambuco).

Garanhuns tem uma das melhores saúdes fiscais do estado, a oitava, pra ser mais exato. A informação faz parte de um levantamento do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), realizado pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), com base em dados oficiais de 2016 declarados pelas prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Jucati, no Agreste Meridional e Jurema, cidade localizada na zona de influência de Garanhuns, também figuraram no Top 10. Na outra ponta da linha, São João teve um dos piores índices de gestão fiscal de Pernambuco. Os piores do ranking são: Gameleira (0,1355 ponto), São João (0,1322), Barreiros (0,1261), Aliança (0,1247), Sairé (0,1242), Barra de Guabiraba (0,1208), Ribeirão (0,1191), Escada (0,1128), Parnamirim (0,1095) e Maraial (0,1067), último do estado.

Entre os dez melhores do ranking pernambucano, os três primeiros colocados, além de Triunfo (0,6895 ponto), são Casinhas (0,6780) e Jurema (0,6330) - se destacam pelo grau de excelência na programação financeira. Isso porque, todos receberam conceito excelente em Liquidez, indicador que avalia se a cidade encerrou o ano com recursos em caixa para cobrir os restos a pagar acumulados. A lista dos maiores IFGFs do estado é seguida por Santa Filomena (0,6242), Jucati (0,6132), Agrestina (0,6101), Ipojuca (0,6088), Garanhuns (0,5974), Recife (0,5958) e Itapetim (0,5800).

Segundo o levantamento, nenhum município de Pernambuco tem gestão de excelência. Apenas sete prefeituras (4%) registram boa gestão fiscal, enquanto 104 (59,1%) têm situação crítica e 65 (36,9%), difícil. A média estadual ficou abaixo do nacional em todos os indicadores avaliados pelo IFGF. Os resultados se explicam, por exemplo, pelo fato de três em cada quatro cidades pernambucanas (75%) não terem investido nem 8% de suas receitas em 2016 e, com isso, terem recebido conceito D.

                            Para acessar os dados de todos os municípios, clique aqui.
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