.

.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Reportagem do Jornal do Commercio diz que 27ª edição do FIG foi histórica, e que cerca de 1 milhão de pessoas visitaram Garanhuns

Ainda de acordo com o JC, a praça Mestre Dominguinhos recebeu 100 mil pessoas
na última noite do evento, o sábado, dia 29. (Com informações do Jornal do Commercio).

De acordo com uma reportagem publicada pelo Jornal do Commercio, a 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, contou com um público de cerca de um milhão de pessoas nos dez dias de programação, e orçamento de R$ 6,5 milhões de reais aportados pelo Governo do Estado de Pernambuco. Ao descrever os últimos momentos do FIG, se referindo ao Palco Pop, que este ano foi encerrado pela cantora Marina Lima, o JC intitulou na reportagem que a edição deste ano do Festival entra para história. (confira AQUI).

Para essa 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, segundo informa a reportagem do noticiário da capital pernambucana, mais de 500 atrações foram vistas nos palcos instalados aqui na cidade, sendo 200 delas: shows. De acordo com o Jornal do Commercio, a Praça Cultural Mestre Dominguinhos, recebeu uma a multidão de quase 100 mil pessoas na última noite de apresentações, o sábado, dia 29 de julho.

Ao realizar um balanço econômico do Fig deste ano, a matéria publicada pelo JC, ainda fez um crítica acentuada ao que ele intitulou de “Turma dos Camarotes”. É que segundo o JC, ainda que o evento receba algumas críticas da “turma dos camarotes” (comercializados, por cerca de R$ 10 mil, cada um, por uma empresa privada sob orientação da prefeitura municipal de Garanhhuns), mais interessada nas atrações de maior popularidade midiática - esta edição não apenas mostrou a maturidade do festival, mas também uma coragem curatorial impressionante.

“Claro que se trata de festa, mas, sobretudo, de uma ação de política pública cultural.  Então, temos que investir em formação de público, ampliação de linguagens e investir também em quem não tem tantas oportunidades no mercado, sem esquecer que a música pernambucana, como outras linguagens, é uma referência até mundial”, avaliou Márcia Souto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que junto a Secretaria de Cultura do Estado, realizam o Festival.
.

Nenhum comentário:

Postar um comentário