segunda-feira, 3 de julho de 2017

APOIADO POR ARMANDO MONTEIRO: Hélio dos Terrenos, do PTB, é eleito prefeito de Belo Jardim nas eleições suplementares

Segundo a Justiça Eleitoral, o prefeito eleito recebeu 18.948 votos, o que corresponde 
46,06% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos). (Com informações do G1 Caruaru e Região).

Hélio dos Terrenos, do PTB, candidato apoiado pelo Senador Armando Monteiro, foi eleito prefeito de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, neste domingo (2). Ele venceu Luiz Carlos, do PSB, e Gilvandro Estrela, do PV, na Eleição Suplementar do município. Hélio dos Terrenos, da coligação “Belo Jardim Para Todos”, foi um dos candidatos nas eleições passadas, quando obteve 14.015 votos. O vice é Silvano Galvão, também do PTB.

Segundo a Justiça Eleitoral, o prefeito eleito recebeu 18.948 votos, o que corresponde a 46,06% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos). Luiz obteve 13.800 votos, o que equivale a 33.47%, e Gilvandro recebeu 8.442 votos, ou seja, 20,48% da votação.

Foram registrados, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, (TSE) 1.239 votos brancos (2,77%), 2.305 votos nulos (5,15%) e 14.174 abstenções (24,05%), sendo que ao total, a cidade de Belo Jardim tem um total de 58.944 eleitores aptos a votar.

Perfil - Hélio dos Terrenos tem 38 anos e é empresário. No ano passado, disputou as eleições municipais que foram canceladas pela justiça. Ele tem uma proposta de renovação para o município. "Eu vejo hoje o povo sofrendo muito, precisando de oportunidades. Belo Jardim parou de oferecer isso ao seu povo. Infelizmente, de 16 anos pra cá, a cidade parou no tempo. Nós precisamos trazer indústrias, oportunidades para os nossos jovens e fazer o município crescer cada vez mais", afirma o prefeito eleito.

Eleição Suplementar de Belo Jardim - O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 11 de maio, decidiu, por unanimidade, pela realização de eleições suplementares no município. O candidato João Mendonça (PSB), que havia vencido o pleito de 2016, teve o registro de candidatura impugnado pelo Ministério Público e coligações adversárias por improbidade administrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito.

Ele concorreu à eleição de 2016 com o registro indeferido, aguardando julgamento definitivo do recurso pela Justiça Eleitoral. João Mendonça estava no cargo amparado por liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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