quinta-feira, 2 de março de 2017

Prefeita de Capoeiras deve intensivar o combate ao Aedes Aegypti

Entre as ações, está a de elaborar e acompanhar a execução do Plano Municipal de 
Enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito. (Fonte: Ministério Público de PE).

O Ministério Público de Pernambuco, recomendou a Prefeita Lucineide Almeida Reino, a popular Neide Reino, de Capoeiras, assim como ao secretário de Saúde daquele município, a adoção de providências para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças Dengue, Zika e chikungunya. Entre as ações, o MP defende que seja elaborado e acompanhado, a execução do Plano Municipal de Enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito, em consonância com o Plano de Enfrentamento das Doenças Transmitidas pelo Aedes 2016/2017, da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

De acordo com o promotor de Justiça, Reus Alexandre Amaral, nos últimos anos as arboviroses em Pernambuco têm apresentado altas taxas de incidência e elevado grau de letalidade nos casos graves das doenças. Apesar de ter havido uma redução de 36,1% em relação ao mesmo período de 2015 nas notificações de casos suspeitos de dengue (113.320), foram notificados 58.969 casos suspeitos de chikungunya em 183 municípios e no Distrito de Fernando de Noronha, além de 11.392 casos suspeitos de zika em 151 municípios e em Noronha, que são vírus recém-introduzidos no Estado, sobre os quais pouco se sabe, de acordo com Promotores do MP Pernambucano. 

As medidas recomendadas a prefeita e ao secretário de Saúde incluem abster-sem de reduzir a oferta de serviços de saúde de qualquer natureza, em especial das ações de controle ao vetor e manejo clínico da dengue, zika e chikungunya, aportando os recursos necessários à execução dessas ações. Neide, também deverá fiscalizar e garantir o efetivo cumprimento, pelos médicos, do protocolo clínico para as doenças transmitidas pelo Aedes, fazendo a diferenciação e a notificação necessária, evitando a informação genérica virose.

MICROCEFALIAS - Caso o município não possua um Plano Municipal de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, defende a recomendação, deverão ser adotadas as medidas emergenciais determinadas pelo Ministério da Saúde e pela SES. Deverão ser suspensas, ainda de acordo com o Ministério Público, as férias de todos os agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde, durante o período de vigência do Decreto Estadual de número 44.019 de 2017.

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