sábado, 4 de fevereiro de 2017

PE economiza 1 Bilhão e fecha 2016 com superávit de 93 milhões

Balanço orçamentário de 2016; divulgado recentemente no Diário Oficial do Estado, revela que a atual 
gestão estadual realizou alguns cortes, todavia sem deixar de investir em áreas prioritárias.

Mesmo diante de tantas dificuldades econômicas, o Estado de Pernambuco conseguiu registrar um superávit de R$ 93,2 milhões de reais em 2016. O resultado, foi obtido entre outras ações, pela que reduziu as despesas de custeio em R$ 65 milhões, através do Plano de Monitoramento de Gastos (PMG). Desde o início da gestão Paulo Câmara, em 2015, as medidas de contingenciamento e racionalização alçaram reduções de cerca de R$ 1 bilhão de reais. Com um cenário econômico de crise, Pernambuco foi um dos primeiros estados brasileiros a implementar ações de controle de gastos.

O balanço orçamentário de 2016, divulgado recentemente no Diário Oficial do Estado, revela que a atual gestão estadual realizou alguns cortes, todavia sem deixar de investir em áreas prioritárias. Ano passado, foram investidos 5,1% em ordem de recursos a mais do que em 2015. O montante passou de R$ 1,36 bilhão para R$ 1,44 bilhão.  Dentre as principais áreas beneficiadas destacam-se os investimentos na área Hídrica, Educação, Saúde, Segurança, Desenvolvimento Econômico e Habitação, entre outras.  O nível de investimento aumentou mesmo com o contingenciamento de Operações de Crédito por parte da União, cifra que foi 23,3% menor em 2016 em relação a 2015.

Os investimentos em Saúde e Educação ultrapassaram o percentual estabelecido pela constituição. No caso da Saúde, o mínimo estabelecido é de 12% do orçamento, foram Investidos 15%. Em relação à Educação, o mínimo é de 25% e nós investimos 27,1%. A arrecadação do ICMS, principal fonte de receita do Estado, cresceu, em termos absolutos, de R$ 12,8 bilhões para R$ 13,7 bilhões entre 2015 e 2016. Um crescimento de 7,1% em um ano de recessão e dificuldade econômica. Quanto aos gastos com a folha de pagamento, eles ficaram dentro dos limites prudencial e máximo, exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. As despesas de custeio, por sua vez, cresceram 3,1% em comparação com 2015.

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