segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Novo Pólo: Parque Musical revive o extinto Garanhuns Jazz Festival

Passados dois anos, todavia, ainda que de forma tímida, o Prefeito Izaías dá sinais de querer rebuscar 
o Festival que tanto deu certo. Novo pólo do Carnaval de Garanhuns descentraliza a festividade.

Uma das novidades deste ano do Carnaval de Garanhuns foi o Parque Musical, instalado no Parque Euclides Dourado. Lá, a programação ocorreu durante os quatro dias do reisado de Momo, sempre das 14 as 17 horas. No sábado (25), David Meneses e Josué Albuquerque trouxeram muita MPB e música dos anos 80. No domingo (26) teve Forró Pé-de-serra com Cláudio José, Tista e Kaká. Na segunda (27) o espaço foi tomado por muito Jazz and Blues e na terça (28), a cantora Geiice Gomes, encerrou os trabalhos do pólo, fazendo todo mundo dançar ao som da música Pop dos anos 80.

       Por si só, o novo pólo do Carnaval de Garanhuns já descentraliza as festividades, vistas sempre nos bairros magano e Boa Vista. Apesar de tradicionais, as apresentações que anualmente são vistas nestes dois pólos, em nada se assemelham ao que agora, a Prefeitura inseriu no Euclides Dourado; o popular "Parque dos Eucaliptos".

Na segunda, dia 27, por exemplo, o Parque Musical reviveu o extinto Garanhuns Jazz and Blues Festival; que durante oito anos deu o tom da folia de momo na cidade. No Euclides Dourado, além de Jazz, se ouviu muito Blues; outro ritmo empregado nas edições que se sucederam do Festival na terra da Garoa. Em 2016, o Governo de Garanhuns decidiu fazer uma parada no evento, não descartando sua volta. A crise financeira instalada no país, além da relação custo/benefício que o evento promovia à gestão e a população, foram, aquela época, os principais motivos para a pausa do mega evento.

Passados dois anos, todavia, ainda que de forma tímida, o Prefeito Izaías dá sinais de querer rebuscar o Festival. Mesmo sem uma posição oficial ou ainda uma investida mais agressiva, fica claro com as atrações inseridas na segunda-feira, que Régis buscou uma versão regionalizada ou mesmo municipalizada do antigo evento; que desde 2016 acontece na cidade de Gravatá, Agreste do Estado. Em Garanhuns, no último ano em que houve o “Jazz”, R$ 5 milhões de reais aqueceram a economia. Ano passado, em Gravatá, essa cifra chegou aos R$ 10 milhões, sendo que para 2017, esse número deve subir.
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