sábado, 22 de outubro de 2016

PRESIDENTE DO SETE DE SETEMBRO DENUNCIA: "Ex-dirigentes do clube estão mandando destruir o estádio Gigante do Agreste"

Em entrevista ao radialista Ricardo Dias, da FM Sete Colinas, o atual presidente desabafou: 
“O Sete de Setembro passa por dificuldades, não é de agora, tão pouco da minha gestão”.

Fundado no dia 7 de setembro de 1950 por um grupo de desportistas garanhuenses; hexacampeão de torneios locais; conhecido como Guará do Agreste, tendo seu torcedor chamado de setembrino, e tendo obtido, no ano de 2012, a 11ª posição no campeonato pernambucano série A2. Esse é o Sete de Setembro Esporte Clube, que disputa o campeonato estadual desde 1984. Este é o mesmo sete, que oportunamente tem tomado espaço nas redes e mídias sociais, quando se trata de polêmica. Hora é a direção do clube, que em tempo, pretende vender parte dos terrenos do Gigante do Agreste, que estão situados imediatamente à frente do estádio, hora aparece alguém se utilizando da internet para alegar, supostamente, que o clube estaria abandonado, sem direção, ou coisa do tipo.

Esta semana, mais precisamente na quarta-feira (19), se utilizando de uma rede de relacionamento (Facebook), o ex-jogador de futebol Quincas, que brilhou nos gramados garanhuenses até a década passada, postou algumas fotos, mostrando, o que segundo ele, seria o abandono em que se encontra o estádio do Sete de Setembro, o “Gigante do Agreste”. A repercussão foi rápida, e já no outro dia (quinta), dia 20, o tema foi o mais debatido nas rádios locais. Depois da publicação de Quincas no Facebook, internautas da cidade se solidarizaram com o atleta, lamentando a situação, ao mesmo tempo que lembraram que o campo de futebol do alviverde já sediou grandes jogos na cidade; um deles, inesquecível: entre o Sport e Palmeiras, pela série B do Campeonato Brasileiro.
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Contudo, e diante da imensa repercussão do caso, o atual Presidente do clube, o advogado Nilton Ayres, veio a público para promover um pronunciamento formal, sobre as diversas queixas com relação a administração do Sete. Em entrevista ao radialista Ricardo Dias, da rádio FM Sete Colinas, o atual presidente desabafou: “O Sete de Setembro passa por dificuldades, não é de agora, tão pouco da minha gestão. Isso já ficou claro para população de Garanhuns. O Sete de Setembro passa por dificuldades desde a queda dele para segunda divisão. Desde o emaranhado de dívidas trabalhistas que foram deixados pelas gestões passadas. Nós assumimos o Sete com quase R$ 500 mil reais de dívidas. Conseguimos crédito, e seguimos junto a Federação Pernambucana, para pagar esses débitos, apesar de ainda existir algumas pendências”.
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Sobre a tão polêmica venda de parte dos terrenos do clube, o presidente afirmou na entrevista que concedeu ao repórter Ricardo Dias, que obteve a autorização dos próprios sócios patrimoniais do Sete, via assembleia, e que o dinheiro obtido com o arremate da área, tem como objetivos, 1º: a liquidação total dessas dívidas trabalhistas junto a Federação Pernambucana de Futebol, 2º: o pagamento a fornecedores do Sete e 3º, reformar o estádio Gigante do Agreste. “Isso foi estabelecido junto aos sócios ativos numa assembleia legalmente constituída. Agora, nós já fizemos negócio naquele terreno duas vezes, e pessoas que dizem gostar do clube, andam cercando esses compradores, para alegar que não finalizem a compra, pois haveria, segundo eles, problema com o terreno, quando na verdade tudo foi e está sendo feito dentro da legalidade, seguindo tudo que o estatuto do clube manda fazer”, defendeu Nilton.
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Ainda de acordo com Nilton Ayres, a situação denunciada pelo ex-jogador Quincas, (que as imagens acima revelam), são em razão de, atualmente, o Gigante do Agreste está passando por uma reforma. Além disso, Nilton ainda garantiu na entrevista, que além da reforma, a ação repetida de vândalos tem sido crucial para que a estrutura do estádio esteja em ruínas. “Realmente há problemas no Gigante do Agreste. Meliantes entraram lá e quebraram muita coisa. Algo que foi inclusive denunciado por nós na delegacia. Agora é o seguinte: não adianta agente tá ajeitando em um dia e o meliante quebrar no outro. Agente já sabe que essas pessoas que entraram lá e destruíram o patrimônio do clube, são mandadas por ex-dirigentes do Sete de Setembro. Esses mesmos caras que andam criticando agente pelas redes sociais, são os responsáveis pela bandidagem que tá acontecendo lá dentro no estádio”, bateu Nilton.

Apesar das dificuldades apresentadas por Nilton, e ainda com relação a venda dos terrenos, Ayres garante que tudo já está concretizado e que não tem divulgado essas informações, na tentativa de coibir a ação dessas pessoas, que de acordo com ele, estariam atrapalhando as negociações.

      O Blog do Gidi Santos está a disposição dos ex-dirigentes do Clube Sete de Setembro, acaso queiram se pronunciar, sobre o posicionamento do atual Presidente Setembrino, Nilton Ayres, veiculado nessa reportagem.

30% DE RENOVAÇÃO: Conheça o novo Legisltivo de Garanhuns

Nomes que até pouco eram dados como “certos” para Casa Raimundo de Moraes, acabaram 
até que obtendo votações expressivas, mas não alcançaram o objetivo de se eleger.

A legislatura 2017/2020 da Câmara de Vereadores de Garanhuns, contará, de acordo com o resultado final da eleição do dia 2 de outubro deste ano, com o percentual de 30% de renovação de seus quadros. Antes mesmo da apuração, articuladores, presidentes de partidos e até mesmo coordenadores da campanha, e aí falamos daqueles mais otimistas, faziam um leitura, ainda que preliminar, de que cerca de 60%, seria o percentual de vagas ocupadas por pessoas em seu primeiro mandato. No domingo, histórico, que ocorre a cada 4 anos, veio o resultado, e a expectativa, foi por água abaixo.

Nomes que até pouco eram dados como “certos” para Casa Raimundo de Moraes, acabaram até que obtendo votações expressivas, se comparados ao vasto poder econômico e de serviços prestados, daqueles que ocuparam assento no parlamento local e buscavam a reeleição. Destacamos alguns deles, que em tempo, foram candidatos pela primeira vez ou mesmo aqueles que seguiam a segunda tentativa. Juca Viana (PRB) é um deles. Atual vice-presidente da Associação de Deficientes Visuais do Agreste Meridional de Pernambuco, ADVAMPE, além de comerciante e coordenador do Conselho Municipal do deficiente (COMUD), obteve no resultado final divulgado pelo TRE, a 14ª colocação, sendo que sua votação (expressiva), foi de 1.407 votos, o que lhe garantiu a suplência ao mandato do vereador reeleito, Audálio Filho (que obteve nesta eleição 1.533 votos).

Continuando a lista, do 14º (Juca) ao 20º melhor colocado (os que de fato, brigaram por vagas), aparecem ainda: Luiz Leite (PHS - 15º colocado), com 1.376 votos. Andréa Nunes Diretora, da cohab 2, (PTB) na 16ª posição, somando 1.235 votos. Joais Herculano, do PHS, 17º colocado, com 1.228 votos. César Mota (PRB), na 18ª colocação, com os seus 1.087 votos. Fechando a lista, Bruno da Luz (PSL-segunda eleição), com 830 votos (19º colocado) e Wanderley Lopes (PRB-primeira eleição) com 814 votos válidos nominais.
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Em se tratando de mandatos renovados, ou mesmo dos novos; a Câmara de Vereadores de Garanhuns ficou assim: Luzia da Saúde (PTB), 1ª colocada no geral, reeleita com 2.916 votos. Gersinho Filho (PTB), reeleito para seu 3º mandato consecutivo, na segunda posição geral, atual presidente da Câmara, com 2.836 votos. Zaqueu Naum Lins (PRB), releito para o seu quinto mandato parlamentar, terceiro colocado no geral com 2.673 votos. Estreando seu primeiro mandato, Marinho da Estiva (PHS-quarto colocado no geral), 2.297 votos. Carla de Zé de Vilaço, (PTB-quinta colocada), 2.236 votos. Vereadora de primeiro mandato (Betânia da Ação Social, PTB), sexta colocada, 2.160 votos.

Vereador de primeiro mandato, Professor Márcio (PHS), sétimo colocado, 1.784 votos. Alcindo Correia (PCdoB-oitavo colocado), 1.684 votos. Gil PM (PSC), 9ª posição geral, 1.645. Daniel da Saúde, também do PSC (10º colocado, retornando a Câmara), 1.626 votos. Audálio Filho (PSDC-reeleito para seu 3º mandato, 11º colocado no geral), 1.533 votos. Ary Júnior (PTB-12º colocado), voltando a Câmara para seu segundo mandato, 1.273 votos e por fim, na 13ª colocação, fruto de uma expressiva articulação política coordenada de seu partido e coligação, eleito para seu primeiro mandato, Antônio Ferreira da Silva, o popular Tonho de Belo do Cal, com 669 votos.
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Com isso (e como já dissemos), 30% do percentual das cadeiras da Câmara, foi renovado. Os que deixaram a casa Raimundo de Moraes, foram: Sivaldo Albino, do PPS, que até pouco era o líder da oposição na Câmara (oposição esta que já não existe mais, já que Izaías elegeu os 13 vereadores de sua coligação), Paulo Leal (PSB), Cláudio Taveira (PDT) e a socialista Nelma Carvalho (PSB-que tentava sua reeleição).

      A expectativa agora, fica por conta da eleição que definirá a mesa diretora da Presidência da Câmara, que como todos sabemos, deve ocupar espaço nas rodas e conjunturas políticas até o início do ano. Até o momento e com informações vindas da própria Câmara, o nome de Carla de Zé de Vilaço e Zaqueu Naum Lins, são os que melhor aparecem para ocupar a tão cobiçada cadeira da Presidência. Durante a semana, numa reunião, estiveram presentes, e segundo especulações, já definindo a eleição da Câmara para 2017, os vereadores eleitos: Professor Márcio, Marinho da Estiva, Tonho de Belo do Cal, Betânia da Ação Social, Ary Júnior, Zaqueu Naum Lins, e Zé de Vilaço, que na ocasião representava a filha Carla, reeleita para seu segundo mandato.

       Importante: uma fonte segura, confidenciou ao Blog do Gidi Santos, que a nova presidência da Câmara deve ficar mesmo entre Carla de Zé de Vilaço e Zaqueu Naum Lins, ao menos teria sido o acertado nessa reunião.  

(Foto extraída do Blog do Jornalista Roberto Almeida)
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ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2016 EM GARANHUNS: Como funciona a corrida eleitoral pela Câmara de Vereadores

Para o caso de uma eleição à Câmara de Vereadores, o método utilizado para
determinar os eleitos, difere significativamente a eleição para Prefeito.

A eleição a Prefeito de uma cidade como todos sabemos é majoritária, ou seja, ganha aquele que obtiver o maior número de votos válidos. Na prática, isso significa dizer que esses votos equivalem aos registrados em nome do candidato, menos os nulos e os brancos, que para efeito, não somam nada para ninguém. É assim que determina a legislação eleitoral vigente. Para os casos dos municípios onde os habilitados a votar, somam mais de 200 mil habitantes, faz-se necessário, de acordo com o mesma legislação, de um segundo turno, onde neste, seguem apenas os dois melhores colocados no primeiro turno, sendo que pare ser o vencedor nesse segundo momento, o candidato deve, obrigatoriamente obter, 50% mais um, dos votos válidos.

Para o caso de uma eleição à Câmara de Vereadores, e é bom que se diga, para todas as cidades brasileiras, o método utilizado para determinar os eleitos, difere significativamente a eleição para Prefeito. Ambas (eleições para prefeito e vereador), ocorrem a cada quatro anos conjuntamente, mas a cada nova formação de legislatura e executivo, a cabeçado do eleitorado é confundida ainda mais. Afinal, porque um candidato a vereador obtém mais de 1.500 votos; não se elege, enquanto que um com 669, caso de Tonho de Belo aqui em Garanhuns é eleito?

Pensando nesta dúvida, entre outras, o Blog do Gidi Santos preparou para você nosso leitor, um breve resumo, onde elucidamos a forma; soma matemática, que o TSE, Tribunal Superior Eleitoral, ao lado de suas instâncias municipais e regionais (TRE e Cartórios Eleitorais)  utilizam para determinar o resultado final definitivo dos eleitos. Antes porém é preciso dizer que esse método de cálculo que dá direito aos assentos, quer sejam em Câmara de Vereadores, bem como assembleias Legislativas Estaduais e Câmara Federal, vem sendo amplamente debatido no meio político, trazendo à tona opiniões distintas. Opiniões essas que são unânimes em um único ponto: “a legislação eleitoral precisa ser revista, e melhor, refeita  em sua maioria”, apesar de já estar em vigor, a chamada ”mini reforma política”, Lei 13.165/2015.
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FUNCIONA ASSIM: Tomando Garanhuns como exemplo, onde temos atualmente 99 mil eleitores, sendo que destes, na última e recém ocorrida eleição (2 de outubro deste ano), apenas 85 mil pessoas estavam aptas à votar, já que cerca de 14 mil deixaram de recadastrar seu título eleitoral no processo conhecido como biometria; 68. 228 mil pessoas votaram. Aí é que começa o método. A legislação eleitoral define que nessa eleição de vereador, conhecida como proporcional, para se chegar ao resultado final, aplicam-se os chamados quocientes eleitoral (QE) e partidário (QP). O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (= votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os brancos e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Para o caso de Garanhuns ficou assim: 68.228 votos válidos registrados, entre nominais e legenda para vereador. Assim, esse número é divido pelas 13 vagas em disputa na Câmara. O resultado: 5.248 votos, é o número que cada partido/coligação deveria obter, para ter direito a um assento no legislativo local.

Foi o que aconteceu com a Coligação “Nós Amamos Garanhuns”, formada pelos partidos PSDB, PTC e PTdoB, encabeçada pelo jovem articulador político, atual presidente dos tucanos, Rafael Peixoto (foto abaixo a direita). Juntos, os 26 candidatos a vereador pela coligação, somaram 5.470 votos, o que lhes garantiu o direito a uma cadeira na Câmara. Vale lembrar que no momento em que é atingido o coeficiente eleitoral, é eleito o mais bem votado na coligação; o primeiro lugar; no caso da “Nós Amamos Garanhuns”; Antônio Ferreira da Silva, o popular Tonho de Belo do Cal, com 669 votos (foto/boné).

Ainda para o caso da eleição proporcional à Câmara de vereadores, havendo sobra de vagas, divide-se o número de votos válidos do partido ou da coligação, conforme o caso, pelo número de lugares obtidos mais um. Quem alcançar o maior resultado assume a cadeira restante. Depois dessas etapas, verifica-se quais são os mais votados dentro de cada partido isolado ou coligação. Disso decorre a importância de se pensar a conveniência ou não de formar coligações.
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Justiça deixa "Japonês da Federal" livre de tornozeleira eletrônica

O agente da PF Newton Ishii pegou quatro anos e dois meses de condenação no
processo sobre contrabando. (Com informações do Diário de Pernambuco).

O agente da Polícia Federal Newton Ishii, celebrizado na Operação Lava Jato como o 'Japonês da Federal', está livre da tornozeleira eletrônica. Ele foi beneficiado por uma redução da pena a que foi condenado por facilitação de contrabando na fronteira de Foz do Iguaçu. Ele ficou famoso na Lava Jato porque fez a escolta de empreiteiros, doleiros, políticos e ex-dirigentes da Petrobras capturados na grande operação.

O 'Japonês da Federal' pegou quatro anos e dois meses de condenação no processo sobre contrabando. A Justiça autorizou que ele ficasse livre, mas com uso da tornozeleira. Ele voltou à cena no início de setembro, quando escoltou à prisão da PF o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, detido por ordem do juiz federal Sérgio Moro na ação penal em que é réu com o ex-senador Gim Argello (PTB/DF).

Como continuou trabalhando, a pena do 'Japonês da Federal' sofreu um abatimento - a legislação sobre execução penal prevê que a cada três dias de labor o réu é beneficiado com um dia a menos da pena.

CHEIO DE BRONCA: TCE identifica novas irregularidades na Prefeitura de Caruaru que chegam a quase R$ 6 milhões de reais

As novas irregularidades identificadas pelo Tribunal de Contas, se referem ao ano 
de 2014, quando o Prefeito ainda era Jozé Queiroz. (TCE-Pernambuco).

Auditoria Especial realizada pelo TCE na Prefeitura de Caruaru apontou irregularidades no processo licitatório nº 037/2014 – Dispensa nº 008/2014, que previa a contratação sem licitação da Fundação Apolônio Salles (Fadurpe), entidade privada de apoio à Universidade Federal Rural de Pernambuco, para prestar assessoria e consultoria técnica a vários órgãos da Prefeitura, bem como fornecer mais de duzentos trabalhadores para prestação de serviços em diversos órgãos. O orçamento para a referida contratação totalizou o montante de R$ 5.634.730,00.

A auditoria foi decorrente do processo de Medida Cautelar TC nº 1402957-1 expedida monocraticamente pela conselheira Teresa Duere em maio de 2014,  determinando que a Prefeitura de Caruaru suspendesse a execução do contrato, bem como os respectivos pagamentos decorrentes da mesma, até análise do mérito e pronunciamento deste Tribunal, determinação esta que foi cumprida pelo então prefeito do município, José Queiroz (foto acima), ao rescindir, na época, o contrato com a Fadurpe.

Na ocasião, foi instaurado pelo Tribunal de Contas o processo de auditoria especial TC nº 1440114-9, que identificou e confirmou falhas na dispensa de licitação. Um dos requisitos legais para contratação direta, nesse caso, é que a instituição seja incumbida de pesquisa, ensino ou desenvolvimento institucional. Sendo assim, os serviços de assessoria e consultoria e ainda a admissão de 200 trabalhadores terceirizados para atuar em diversos órgãos da administração municipal não tinham relação com as atividades citadas e estaria, portanto, destoando das hipóteses para a dispensa de licitação previstas em lei.  

Por essas razões, a conselheira Teresa Duere, relatora do processo, baseada no artigo 24, XIII, da Lei de Licitações, julgou irregular o objeto da auditoria, decisão que foi acatada por unanimidade pelos demais conselheiros da Primeira Câmara do TCE, em sessão realizada no último dia 18. O procurador Guido Monteiro representou o Ministério Público de Contas na sessão.