segunda-feira, 25 de abril de 2016

BOM PARA TODOS: Paulo Câmara libera recursos para solucionar problemas com abastecimento d’água em Garanhuns

Comissão do PSB/Garanhuns esteve já no mês de outubro de 2015 junto aos secretários 
Antônio Figueira e Ivan Rodrigues para sanar as demandas no abastecimento d’água na cidade.

A cidade de Garanhuns sofre de forma congênere a outros municípios, com problemas relacionados a água, ou com a falta dela, por assim. No que se refere a terra da Garoa, a adversidade não tem relação, ao menos por hora, com a ausência do líquido precioso, já que de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), choveu no município durante os quatro primeiros meses de 2016, algo acima do esperado. O último boletim de monitoramento dos reservatórios pernambucanos divulgado pela agência confirma isso. As barragens da bacia hidrográfica do Rio Mundaú, que servem ao abastecimento da cidade, aparecem em situação equilibrada e no que concerne ao volume acumulado vão muito bem obrigado.

A situação é confortável. O nosso maior reservatório, a barragem do Cajueiro, (Mundaú II), - que pode estocar 19 milhões de metros cúbicos de água, está com 75%  de sua capacidade preenchida, cerca de 14 milhões e 600 mil. Inhumas, que é bem menor e que comporta ao total, quase 8 milhões de metros cúbicos, está com 4 milhões e 400 mil, o que em percentual, equivale dizer que 55% dela está ocupada.

Já a Mundaú 1, tem capacidade de cerca de 2 milhões de metros cúbicos, sendo que atualmente, está pela “proa” (100% ocupada). Onde estaria, então, o problema da água em Garanhuns? De acordo com o Gerente Regional da Companhia Pernambucana de Saneamento Básico (Compesa), Igor Galindo: nas insistentes avarias de peças hidráulicas responsáveis pelo bombeamento. Segundo Igor, o sistema de água Cajueiro (Mundaú II) sofre constantemente com a quebra de bombas em duas estações, o que em real, tem inteira e frequentemente prejudicado a população.
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Diante do quadro uma comissão do Partido Socialista Brasileiro, PSB/Garanhuns encaminhou uma reivindicação direta ao Governo e ao Governador Paulo Câmara no mês de outubro do ano Passado. Recentemente, a comissão (foto 1), formada por Mário Faustino, Willian Taveira, Julio César Sampaio, Antônio Vaz de Coelho, vereador Paulo Leal, Nivaldo Azevedo, além do empresário do ramo de avicultura no estado, Edival Veras, foi recebida no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. Lá o atual secretário da Casa Civil, Antônio Figueira junto ao Dr. Ivan Rodrigues foram os anfitriões, encaminhando ao Governador Paulo Câmara, a intervenção promovida pelo PSB local.

Com a investida, o Governador  tornou-se sensível a questão, liberando no início deste mês de abril, uma ordem de recursos para a compra imediata de quatro bombas que servirão a população; tão logo sejam trocadas pelas que indefinidamente insistem em quebrar. Até o final de junho, de acordo com o Gerente Regional da Compesa, Igor Galindo, essas novas bombas serão instaladas, algo que colocará fim, de forma pragmática, as constantes interrupções de fornecimento de água na cidade das flores.

Distrito de São Pedro: Com problemas mesmo está a população de São Pedro, distrito de Garanhuns. É que a barragem da Cajarana, que abastece aquela população está em estado de colapso, dado que o último boletim da APAC afirma que zero é o percentual de água acumulada. Nesse contexto, aparece o empresário e ex-vereador Mário Faustino (foto acima de branco), que remeteu pedido a Casa Civil, para que a adutora Garanhuns/Jucati, leve água aquela localidade. Além São Pedro, outras regiões devem ser contempladas com o pedido de Faustino, a exemplo de São Vicente, Sítio Papa Terra e Povoado Cachoeirinha do Francisco.

Articulador da Casa Civil para o Agreste, Sandoval Cadengue, Dr. Bartolomeu Quidute e 
empresário do ramo de avicultura Edival Veras, todos do PSB/Garanhuns

FRENTE POPULAR DE GARANHUNS: Bartolomeu poderá enfrentar Izaías nas eleições de outubro

Com a retirada das pré-candidatura de Nivaldo Azevedo (PSB) e Sivaldo Albino (PPS) o nome do 
médico Ginecologista Bartolomeu Quidute começou a ganhar força nas costuras políticas.

A “Frente Popular de Garanhuns”, grupo político remanescente da Frente Popular de Pernambuco, cujo líder maior é o Governador do Estado Paulo Câmara, trabalha para unificar uma decisão junto aos quase 20 partidos, com relação a escolha de um nome em âmbito local para disputar as eleições de outubro frente ao atual Prefeito, Izaías Régis Neto (PTB). Com a retirada da pré-candidatura do Médico Veterinário e Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco em Garanhuns (UFRPE), o Dr. Nivaldo Azevedo, bem como a do líder da oposição na Câmara, o vereador Sivaldo Albino (PPS), um nome, há muito conhecido dos garanhuenses, começou a ganhar força nas mais recentes costuras políticas.

Falamos do ex-Prefeito e médico Ginecologista Bartolomeu Magno Souto Quidute, que atualmente não exerce mandato eletivo, ou mesmo está lotado em cargo governamental. Bartô, como é popularmente conhecido, foi procurado pelo Governo do Estado de Pernambuco, segundo nossas fontes. Um interlocutor do primeiro escalão de Paulo Câmara teria  conversado com Quidute. A ideia: convencer o ex-chefe do executivo a ser candidato da oposição, frente ao atual Prefeito Izaías. Como atualmente, Bartô está filiado ao PSB de Câmara e não há definição por parte do Governo do Estado quanto a união em torno de um único nome, a possibilidade da candidatura se tornar real é encarada por muitos como natural.

Um indicativo positivo (que pode somar), é o fato do médico Ginecologista ter sido Prefeito entre os anos de 1993 e 1996, diga-se de passagem, vencendo uma eleição que ninguém ousaria dizer que seria dele. É que naquela época, todos davam como certa a vitória do Dr. José Tinôco, que na ocasião era apoiado pelo então Prefeito e bem avaliado, Ivo Amaral, que a exemplo de Izaías atualmente, contava com um exército de pessoas militando ao seu lado e dispunha da máquina governamental para aparelhar o financiamento de sua candidatura a majoritária.
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Em 2016 o cenário conjuntural é significativamente equivalente, ao passo que diretamente distinto, já que ambos foram prefeitos e claro, cada um com seu percentual, goza de certo desgaste político. Bartô por ficar marcado por uma gestão protecionista, favorecendo os “seus” e Izaías, por implantar o chamado asfalto ”sonrisal”, que por sua vez rompe frequentemente nas mais diversas ruas da cidade, por doar inúmeros terrenos sem que, efetivamente, haja com essas doações, a geração de emprego e renda prometida, além de manter no “cabresto”, através de barganhas, a Câmara Municipal de Vereadores.

Há sem dúvidas o desgaste de ambas as partes. Contudo o Governador Paulo Câmara e seu alto escalão, parecem acreditar na real possibilidade, onde Quidute candidato a Prefeito, possa desbancar o “amplo favoritismo de Régis”. Vai precisar de um excelente marqueteiro, um amplo aparelhamento do estado, além da outorga do PSB local, do assentimento da “Frente” e do abono da população, para daí, ganhar legitimidade a corrida eleitoral de outubro e começar sua árdua caminhada.

Falamos com alguns alguns líderes, presidentes e filiados a partidos da “Frente” aqui em Garanhuns. Uma coisa ficou evidente: de fato, o nome do ex-Prefeito vem sendo trabalhado e indicado com mais contundência para assumir a disputa pelo PSB. Nos bastidores, há quem diga que tudo já estaria fechado, porém há o bloco que afirma que não, defendendo inclusive um nome do seu partido, caso do PSDB, que quer Ivan Júnior, PDT, que trabalha Walter Couto, Dem, que vem projetando Claudomira, Rede que deseja ter Joacir Laurindo na disputa e o próprio PP que escalou Givaldo Calado.

De certeza, temos a vinda esta semana do atual Secretário da Casa Civil, Antônio Figueira e do Chefe de Gabinete do Governador Paulo Câmara, João Campos a Garanhuns, para uma reunião cujo objetivo é definir esse nome. O Local não foi divulgado, tudo isso para manter até o último momento resguardado o nome definido, já que o Governo acredita que o fato do candidato da oposição ser colocado ao público precipitadamente acarretará num desgaste antecipado. Apesar de toda vigia em torno do nome, não se surpreendam se este for Bartolomeu Magno Souto Quidute, o Bartô.
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Claudiano Martins agora é o Líder do PP na Assembleia Legislativa

Em março deste ano, Claudiano assinou a ficha de filiação ao Partido Progressista, 
que no estado de Pernambuco é comandado pelo deputado federal Eduardo da Fonte, o "Dudu da Fante".

Filiado recentemente ao Partido Progressista (PP), o Deputado Estadual Claudiano Martins Filho assumiu nessa semana a liderança do PP na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), tendo como 1° vice-líder Everaldo Cabral e 2° vice-líder Dr. Valdir. A bancada progressista se tornou a 2° maior da Casa depois da entrada de Claudiano e Eduíno Brito no mês passado.

Claudiano é considerado um dos mais jovens parlamentares na Alepe e tem uma grande representatividade dentro de Pernambuco, haja vista a sua luta e defesa pela população do estado e principalmente pelas cidades do agreste. Reeleito para seu segundo mandato consecutivo em 2014, Claudiano Martins Filho integra as comissões de Agricultura, Pecuária e Política Rural (titular); de Negócios Municipais (suplente); de Esporte e Lazer (suplente) e de Redação Final (suplente) da ALEPE.

Em seu primeiro mandato, o deputado presidiu a Comissão de Agricultura Na época, empenhou-se na pavimentação das estradas e rodovias, na eletrificação rural e no abastecimento d’água das cidades do Agreste e do Sertão Pernambucano. A agricultura familiar, a pecuária e as micro indústrias de processamento dos derivados lácteos marcam as pautas do seu segundo mandato parlamentar.

Agropecuarista e com a experiência de longos anos acompanhando seu pai na defesa da Região Agreste do Estado, Claudiano Martins Filho busca de melhorias para o setor agrícola, bem como para a bacia leiteira de Pernambuco. O jovem deputado traça sua história como um homem público que defende uma causa da qual é parte integrante do ambiente em que cresceu e se formou.

Prefeitura de Maceió abre Processo Seletivo com 427 vagas

As remunerações variam entre R$ 1.100,00 a R$ 1.900,00, para desempenhar atividades
em jornadas semanais de 30h a 44 horas.(PCI Concursos – Arte: Gidi Santos)

A Prefeitura de Maceió, no estado de Alagoas, através da Secretaria de Assistência Social (SEMAS), informa a abertura das inscrições do novo Processo Seletivo para a contratação de diversos profissionais temporariamente. São oferecidas 427 oportunidades para os seguintes cargos e níveis de escolaridades:

Nível Médio: Auxiliar Administrativo (25), Cadastrador (30), Digitador (30), Educador Social I (SCFV, PAEFI) (30), Educador Social II/ Cuidador Social (58), Eletricista Predial (2), Entrevistador (30), Facilitador de Arte e Cultura (10), Facilitador de Esporte e Lazer (10), Motorista Categoria "AB" (5), Motorista Categoria "B" (8), Motorista Categoria "D" (2), Orientador Social (20) e Técnico de Manutenção de PC´S e Rede (5);

Nível Superior: Advogado (5), Analista Administrativo (40), Analista de Sistema (2), Assistente Jurídico (5), Assistente Social (45), Contador (2), Educador Físico (4), Jornalista (1), Nutricionista (4), Pedagogo (12), Professor de Arte Cênica (2) e Psicólogo (40).

As remunerações variam entre R$ 1.100,00 a R$ 1.900,00, para desempenhar atividades em jornadas semanais de 30h a 44 horas.

As inscrições estão abertas e devem ser realizadas até o dia 11 de maio de 2016, pelo site www.copeve.ufal.br. A taxa de inscrição são de R$ 50,00 e R$ 60,00. Todos os inscritos serão avaliados por meio de provas de títulos. Este Processo Seletivo terá validade de dois anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

VIVA DOMINGUINHOS 2016: Sábado em Garanhuns foi dia de Caminhada do Forró pelas ruas da cidade

É a primeira vez que a atividade é incluída na programação do evento, com o intuito de promover 
a cultura regional pelas ruas do município. (Fonte e imagens: Secom-PMG)

Um dos destaques da terceira edição do Viva Dominguinhos,  a Caminhada do Forró, saiu por Garanhuns no último sábado (23). A concentração aconteceu a partir das 09h30min na Praça Souto Filho – área da Fonte Luminosa, onde amantes do ritmo e artistas se reuniram, seguindo em cortejo até o palco do Espaço Colunata, no Centro da cidade.

É a primeira vez que a atividade é incluída na programação do evento, com o intuito de promover a cultura regional pelas ruas do município.Apresentações de bacamarteiros, grupos de xaxado e banda de pífanos foram responsáveis pela animação dos caminhantes. Entre as atrações estavam O Trio Forró Pé de Serra, a Associação dos Bacamarteiros de São João, banda de pífanos Esquenta Mulher, de Lajedo (PE); grupo cultural Flor de Mandacaru, de Iati; e o grupo cultural Valentes do Forró de Garanhuns.

A secretária de cultura de Garanhuns, Cirlene Leite (foto), comentou o sucesso do evento. “Nós nos surpreendemos com a adesão do público nesta primeira edição da Caminhada do forró, em que tivemos grupos culturais arrastando as pessoas desde a Praça da Fonte Luminosa. E essa adesão só demonstra que podemos fazer o evento crescer no ano que vem”, finalizou. 

STF investiga um terço de comissão de impeachment do Senado

Os únicos indicados para a presidência e relatoria da comissão, a ficar de fora da lista são os 
senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) e Antonio Anastasia (PSDB-MG). (Do JC Online)

Dos 21 parlamentares indicados para a comissão do impeachment no Senado, mais de um terço responde a inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Dos oito senadores com processos, quatro deles integram a lista dos políticos investigados pela Operação Lava Jato. Antes de levar o caso ao plenário da Casa, o grupo será responsável por analisar a denúncia contra a presidente Dilma Rousseff acolhida na Câmara no último dia 17.

Indicados para a presidência e relatoria da comissão, os senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) ficaram de fora desta lista. Em fevereiro, o STF arquivou um inquérito que investigava a suposta participação do tucano na Lava Jato. Já Gleisi Hoffmann (PT- PR), Lindbergh Farias (PT-RJ), Fernando Bezerra (PSB-PE) e Gladson Cameli (PP-AC) são os senadores investigados por suposto envolvimento na corrupção na Petrobras. Lindbergh é o que responde ao maior número de processos na Corte: cinco.

Gleisi, que foi ministra da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma, é alvo de dois procedimentos. Ela também foi citada na delação do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS). Em março, a Polícia Federal indiciou a senadora e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, por suposto recebimento de R$ 1 milhão. Lindbergh teria recebido propina desviada da estatal de R$ 2 milhões para financiar a campanha ao governo do Rio em 2014 Além disso, ele é investigado em quatro procedimentos. 

O senador Fernando Bezerra, que responde a quatro inquéritos, foi citado na delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa por ter recebido R$ 20 milhões na época em que ele era secretário do então governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Cameli é um dos parlamentares do PP relacionados à corrupção da Petrobras. Ele também responde a um processo por dirigir bêbado

Aloysio Nunes (PSDB-SP) é alvo de um inquérito que está oculto no sistema do STF, em razão de desdobramentos da Lava Jato. Os outros parlamentares da comissão que enfrentam investigações no STF são Simone Tebet (PMDB-MS), Wellington Fagundes (PR-MT) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

A assessoria de Gleisi diz que não há provas contra a senadora. Lindbergh afirma "que todas as doações de campanha foram registradas na forma da lei" e que os demais casos foram arquivados. Fernando Bezerra diz "que ao final dos inquéritos tudo ficará esclarecido".

A assessoria de Aloysio diz que o senador tem "total interesse no imediato esclarecimento dos fatos". Simone afirma que não é ré em nenhuma ação. Vanessa Grazziotin diz que os inquérito contra ela decorre de processos movidos por adversários políticos. A reportagem não recebeu resposta de Gladson Camelli e não conseguiu contato com Wellington Fagundes.

SEGURANÇA PÚBLICA: Policiais militares e bombeiros de Pernambuco podem decretar greve

De acordo com o presidente da Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco 
(Aspra), José Roberto Vieira, há dois anos a categoria não tem reajuste salarial. (JC Online))

Mais um capítulo da crise na segurança pública de Pernambuco. Bombeiros e policiais militares podem decretar greve na próxima quarta-feira (27). Uma assembleia está prevista com toda a categoria, que aguarda resposta do Governo do Estado sobre a pauta de reivindicações entregue no último dia 13. Entre outros pontos, os militares pedem reajuste salarial de 18,5% e melhorias nas condições de trabalho. Caso o Estado não sinalize positivamente até a quarta-feira, a corporação pode deixar as ruas por tempo indeterminado.

De acordo com o presidente da Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco (Aspra), José Roberto Vieira, há dois anos a categoria não tem reajuste salarial. Por isso, com base na inflação dos anos de 2014 e de 2015, foi solicitada a correção de 18,5% nos salários. “Também estamos pedindo ao Governo que forneça equipamentos de qualidade para que o policial possa trabalhar com segurança”, afirmou.

Em dezembro do ano passado, o Governo aprovou uma lei complementar que alterou e garantiu um novo Plano de Cargos e Carreiras para a Polícia Militar. Com a mudança, as promoções passam a acontecer automaticamente, a cada dez anos. Uma vitória para a categoria que por anos lutava pela aprovação do novo plano. Porém, a insatisfação continuou porque as promoções só passam a valer a partir de março de 2018.

A última greve da Polícia Militar de Pernambuco aconteceu em maio de 2014. Foram três dias de terror com registros de arrastões, vandalismo, saques a estabelecimentos comerciais e aumento no número de homicídios. Até o Exército Brasileiro precisou ser convocado para ajudar na segurança.

MAIORIA: 62% dos brasileiros querem novas eleições, diz Ibope

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de abril deste ano, em 142 municípios
de todos os estados brasileiros. (Folha-PE – Foto: divulgação)

Pesquisa do Ibope mostra que apenas 8% dos brasileiros consideram que o simples impeachment da presidente Dilma Rousseff e sua substituição pelo vice Michel Temer seria “a melhor forma de superar a crise política”. Segundo o levantamento, para 62% dos brasileiros, o melhor seria “Dilma e Temer saírem do governo e ocorrerem novas eleições”. Na faixa etária de 16 a 24 anos, o percentual atinge 70%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de abril, em 142 municípios de todos os estados do país, mas os seus resultados tornaram-se públicos apenas hoje, na coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Com o título “Pouca confiança”, a nota assim apresenta o assunto: “Poucos duvidam que a essa altura Michel Temer não esteja praticamente com os dois pés na Presidência da República. Mas o caminho para que essa solução seja aceita pela população será árduo, a julgar por uma pesquisa inédita do Ibope”. 

       Em outra nota, Lauro Jardim diz que, em nome de Temer, o ex-deputado Sandro Mabel ofereceu 2 mil cargos comissionados para a bancada do PR votar pelo impeachment de Dilma, no último domingo (17). “Ou seja: cada deputado teria 142 cargos em troca do voto em Temer”.

AS REGRAS DO JOGO:

De acordo com a Constituição, se o Senado mantiver (com o apoio de no mínimo dois terços dos seus integrantes) a decisão da Câmara para que Dilma responda a processo por crime de responsabilidade, a presidente é afastada por até 180 dias. O passo seguinte é o julgamento, nos quais os juízes são os senadores, que se reúnem sob a presidência do presidente do Supremo Tribunal Federal. Até o julgamento, o vice ocupa a Presidência da República interinamente. Ele só se torna presidente em caráter definitivo após pelo menos 54 dos 81 senadores (dois terços) julgar Dilma culpada.

Só podem ser realizadas novas eleições presidenciais se houver vacância dos cargos de presidente e vice. Nessa hipótese, o presidente da Câmara dos Deputados assume para fazer as eleições, se os dois principais postos da República ficarem vagos até o final deste ano, quando acabará o primeiro biênio do mandato de Dilma Rousseff.

Se a vacância ocorrer a partir do ano que vem, o Congresso elege um novo presidente. A vacância pode ocorrer de três formas: Dilma e Temer renunciam, o que os dois já disseram que não farão em nenhuma hipótese. Caso a Presidente e vice sofrem impeachment. Ou ainda o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) venha a cassar a chapa da dupla, inscrita nas eleições de 2016. Processo nesse sentido já tramita naquela tribunal, onde também se acumulam as indicações de que a campanha dos outrora aliados – e hoje inimigos – utilizou recursos ilegais subtraídos da Petrobras

No grampo do executivo Léo Pinheiro, que durante muito tempo presidiu a OAS, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sugere que a empreiteira pagou R$ 5 milhões a Temer, entregues pelo ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco.
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