quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

AGÊNCIA DO TRABALHO EM GARANHUNS oferece 11 vagas e não exige experiência dos interessados; há vaga até para médico

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AS OPORTUNIDADES ESTÃO DISPONÍVEIS NA AGÊNCIA
DO TRABALHO EM GARANHUNS

As vagas estão disponíveis na Agência do Trabalho de Garanhuns, que fica na rua Amaury de Medeiros, número 20, bairro Heliópolis, próximo ao Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro. Lá o atendimento é de segunda a sexta-feira das 8h às 14h.

Ou também de segunda à sexta-feira no Expresso Cidadão, situado na Avenida Lions Club, número 305, Bairro Aluísio Pinto, que também funciona àos sábados das 8h às 18h.

         Na Agência, o interessado realizará um cadastro. Após, uma triagem definirá as pessoas que ocuparão as vagas oferecidas.

EM GARANHUNS, CORONEL LUIZ DUARTE DE FIGUEIREDO assume comando do 71º Batalhão de Infantaria Motorizado


Com informações da
Assessoria do 71º BI Mtz

Criado há 49 anos em Garanhuns, o 71º Batalhão de Infantaria Motorizado terá a partir desta sexta-feira, 22 de janeiro, o seu 23º Comandante. É o Tenente-Coronel Luiz Duarte de Figueiredo Neto, natural do Mato Grosso e pertencente a turma de Infantaria da AMAN do ano de 1994. Ele assume a função do seu antecessor, o Tenente-Coronel Sandro Gomes de Vasconcelos que passou dois anos à frente do Batalhão Duarte Coelho, em um biênio de intensas e produtivas atividades. Em uma das missões mais relevantes, o 71º compôs uma Força-tarefa que ajudou na pacificação do complexo de favelas da Maré, no Rio de Janeiro. Foi também no comando de Vasconcelos que o batalhão sofreu uma de suas maiores perdas com o falecimento, em maio de 2015, do seu Sub-comandante, Tenente-Coronel Cândido Renato Carolino Rodrigues.

A passagem de comando na Força de Ação Rápida do Nordeste  é um rito carregado de simbolismo que marca o fim de um ciclo e o início de outro, e desde o coronel Gabriel, garanhuense, e primeiro a assumir o 71º BI Mtz, em março de 1967, cada um dos 22 comandantes, ao seu modo, contribuíram decisivamente para engrandecer o nome do batalhão o transformando, ao longo deste quase meio século, em uma das unidades de Elite do Exército Brasileiro. Agora chega a vez do Ten-Coronel Luiz Duarte de Figueiredo Neto colocar o seu tijolo nessa trajetória de sucesso.  A cerimônia militar acontece às 10 horas da manhã desta sexta-feira, 22/01, e será presidida pelo general Antônio Eudes Lima da Silva, que comandou o batalhão Duarte Coelho nos anos de 2005 e 2006. 

O Tenente-Coronel Vasconcelos deixa o comando do 71º BI Mtz para ocupar o cargo de Oficial do Gabinete do Comandante do Exército. Ele também foi designado para  o Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília-DF. Já o Tenente-Coronel Duarte, antes de ser nomeado para Comandar o batalhão em Garanhuns, exercia a função de Oficial do Estado-Maior do Comando Militar do Norte, na cidade de Belém-PA.

          Serviço:
Formatura Militar de Passagem de Comando do 71º BI Mtz
          Local: Quartel do 71º BI Mtz, BR 423, Km 96 - Garanhuns
          Data: 22 de janeiro de 2016
          Hora: 10h

NÃO ACREDITAM: FAMÍLIA DE EDUARDO CAMPOS afirma que relatório da Força Aérea Brasileira merece análise mais profunda


Com informações do
JC Online

A família do ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo no passado, emitiu uma nota nesta terça-feira (19) sobre a divulgação do relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea Brasileira (FAB) a respeito da queda do avião na cidade paulista de Santos e que vitimou o então candidato à presidência. No texto, a família Campos afirma que, apesar de uma parte das apurações ter sido concluída, "ainda estão em curso as investigações a cargo da Procuradoria da República e da Polícia Federal". Com isso, "a família aguardará a sua conclusão".

Segundo a FAB, fatores como cansaço do piloto e copiloto, condições meteorológicas adversas no momento do pouso e não cumprimento de normas de pouso e de aproximação com a pista podem ter contribuído para o acidente. O texto ainda fala sobre a necessidade de análise mais profunda no relatório do Cenipa e critica o fato de o teste não ter sido realizado com um simulador de voo. Mais cedo, as executivas nacional e estadual do PSB preferiram não se manifestar sobre o relatório do Cenipa.

Eduardo Campos foi deputado estadual, federal e governador de Pernambuco, além de ministro da Ciência e Tecnologia do primeiro governo Lula. Faleceu no dia 13 de agosto do ano passado, em acidente de avião, juntamente com outros quatro assessores da disputa eleitoral, mais o piloto e o copiloto.

PAULO CÂMARA CONCORDA

Também por meio de nota, o governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que as ponderações colocadas pela família de Eduardo são coerentes. "Só tendo acesso a todos os detalhes da investigação é possível emitir uma opinião mais aprofundada", diz um trecho do texto.

PARA AERONÁUTICA, descumprimento das normas, despreparo dos pilotos, fadiga e desorientação espacial foram as causas que levaram a queda do avião em que viajava o ex-governador Eduardo Campos


Do Blog da Folha PE
Fotos / Agência Brasil / FAB e PSB

Militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apresentaram o relatório final sobre as causas do acidente aéreo que provocou a morte do ex-governador Eduardo Campos e outras seis pessoas da tripulação no dia 13 de agosto de 2014. A apresentação ocorreu na tarde de ontem (19). Para a Aeronáutica, desorientação e falta de habilidade dos pilotos, que não seguiram procedimentos de pouso em condições meteorológicas adversas, foram principais motivos do acidente.

Condições meteorológicas adversas no momento do pouso, com chuvas e ventos fortes no local teriam provocado “possível desorientação espacial”, que poderia ter sido provocada pela falta de visibilidade e de treinamento adequado para a aeronave por parte do comandante. Foi observada, ainda, alta velocidade no momento do impacto: 694,5 km/h.

No início da tarde, os familiares das vítimas ouviram em primeira mão as conclusões do Cenipa a respeito do caso. Além do presidenciável, morreram na tragédia o piloto, Marcos Martins, o copiloto, Geraldo Magela, os fotógrafos da campanha do socialista, Alexandre Severo e Marcelo Lyra, o jornalista Carlos Percol e o assessor Pedro Valadares.
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Descumprimento das normas

O investigador encarregado, o tenente-coronel Raul de Souza colocou em evidência durante a apresentação o descumprimento de normas de segurança da Carta de Santos por parte do piloto e do copiloto. Ele explicou que cada aeroporto possui um manual com orientações e deve ser seguido pela tripulação, porém isso não teria ocorrido conforme a Força Aérea Brasileira.

Segundo militares, a aeronave fez um giro à esquerda na hora do pouso considerado “fora do padrão de segurança”. Ainda de acordo com o investigador encarregado, a carta de Santos não foi cumprida pelos pilotos, que deveriam ter subido “quatro mil pés” e, em seguida, virar à esquerda na arremetida.

Despreparo e fadiga

Fadiga e sonolência foram identificados através de análise da voz do copiloto. Segundo o Cenipa, a falta de conhecimento da aeronave e da área de pouso, além de erros de julgamento sob estresse, fizeram com que os pilotos perdessem o controle da aeronave após arremeterem o pouso.

“Tudo o que estamos fazendo aqui é para entender o que a tripulação fez sem cumprir os procedimentos previstos”, afirmou Raul de Souza.
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Hipóteses descartadas

As investigações descartaram erros de projeto da aeronave, cujos modelos similares se envolveram em uma lista de incidentes. Foram descartadas hipóteses como fogo na aeronave, voo de dorso (de cabeça para baixo) e colisão em voo.

Ao todo, 18 especialistas atuaram na investigação do acidente 17 meses após a tragédia. De acordo com a FAB, a última gravação registrada no avião foi do dia 23 de janeiro de 2013, porém não havia qualquer registro de inoperância do Voice Recorder (CVR).

“Não é objetivo nosso encontrar culpados ou responsáveis, mas prevenir novos acidentes”, afirmou o Brigadeiro Schuck. Foram avaliados fatores Operacionais, Humanos e Materiais durante a investigação, informou a FAB. “Durante as comunicações não houve qualquer chamada da tripulação que representasse uma condição de emergência”, complementou o investigador encarregado.

O Cenipa é órgão ligado ao Comando da Aeronáutica e que conduz as investigações de acidentes aéreos no Brasil. O relatório do órgão foi a apresentado primeiramente aos familiares das vítimas. A apresentação também foi disponibilizada no twitter da Força Aérea Brasileira (FAB).


Confira o RELATÓRIO FINAL DO CENIPA:
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