sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Danilo Cabral destina R$ 2,6 milhões de reais para o Agreste Meridional, mas Garanhuns não é contemplada

Bom Conselho, é a cidade que mais receberá recursos. Serão R$ 1 milhão de reais, sendo R$ 800 mil 
para o custeio da saúde e o restante para a pavimentação de ruas e avenidas. (Assessoria Danilo Cabral).

Dos R$ 15,3 milhões que cada parlamentar tem direito a apresentar em emendas ao Orçamento Geral da União, o deputado Danilo Cabral (PSB) destinou R$ 2,6 milhões para o Agreste Meridional. Os municípios Bom Conselho, Saloá, Paranatama e Jupi serão beneficiados diretamente com os recursos, que serão investidos nas áreas de saúde e em infraestrutura. 

      “Os prefeitos desses municípios já vão começar o mandato com recursos garantidos. Diante do desafio que os gestores terão pela frente por causa da crise que vivemos, que está drenando os recursos dos estados e municípios, é muito importante firmar parcerias para melhorar a qualidade de vida da população”, destaca Danilo Cabral. O deputado ressalta que emendas são impositivas, tem execução obrigatória pela União no próximo ano.

Segundo Danilo Cabral, os prefeitos solicitaram que os recursos destinados à saúde fossem aplicados no custeio dos serviços à população. A exceção foi Paranatama, que usará o dinheiro para investimento na área. “Os municípios têm conjunto de responsabilidades, sobretudo no que diz respeito à saúde básica, mas a União não faz o devido financiamento dessas políticas. Por isso, os gestores solicitaram a verba para ajudar no custeio”, explica.  

Bom Conselho receberá mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 800 mil para o custeio da saúde e o restante para a pavimentação de ruas e avenidas. A cidade de Saloá receberá R$ 750 mil. Deste total, R$ 500 mil serão aplicados em obras de urbanização. Já o município de Jupi terá R$ 300 mil para a saúde. Garanhuns não aparece entre as cidades contempladas.

Para receber os recursos, os prefeitos e as entidades credenciadas a receberem os recursos devem apresentar projetos para que o Governo Federal transfira o dinheiro. A expectativa é de que até o fim de 2017 os recursos estejam nos cofres das prefeituras.

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