terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

MERCADO 18 DE AGOSTO E POP SHOP: “O trânsito é ruim, os assaltos são frequentes e o tráfico de drogas é grande”, revela comerciante

Arte 3D do novo prédio do mercado 18 de Agosto pós-reforma 
anunciado em 2013, mas que nunca foi erguido.

Essa é destaque no Jornal Cidade
Já em todas as bancas de revistas da cidade
 
O “Pop Shop”, mercado de marcas e gêneros populares de Garanhuns, criado ainda na gestão do Prefeito Silvino Duarte, abriga hoje um grande número de comerciantes. Roupas, alimentos, celulares e os mais variados artigos são comercializados em comum, por pessoas que são de Garanhuns ou que moram em Garanhuns. O centro comercial que é naturalmente um gerador de emprego e renda, também contribui ativamente àos cofres públicos da cidade, já que um tributo mensal sai do bolso daqueles negociantes e segue para administração local. Apesar disso, é comum ouvirmos inúmeras reclamações por lá. As queixas vão desde o trânsito (caótico e vezes perigoso), a construção de uma cobertura metálica, que em tempo, contemple toda a área onde hoje funciona os pouco mais de 150 boxes.

Logo ao lado e não menos importante, está o Mercado Público 18 de Agosto. Nele, também funciona um grande centro de revenda, dispensando claro, um amplo ambiente à comercialização de carnes. Como o Pop Shop, o 18 de Agosto parece passar despercebido pela atual gestão, já que, percorridos pouco mais de três anos do governo Izaías, muito foi prometido, porém, sem que nada efetivo tenha sido realizado.

Entenda o caso Pop Shop e Mercado 18 de Agosto:

Em julho de 2013 o governo Izaías noticiava que o Centro de Abastecimento de Garanhuns (CEAGA), seria ampliado e ganharia uma nova estrutura. Pós ampliação a Ceaga passaria a contar com novos dois mil metros quadrados, passando a receber nessa área, os comerciantes de carnes e estivas do Mercado 18 de Agosto. O Pop Shop passaria a funcionar dentro das novas instalações do Mercado Público, que segundo o Governo de Garanhuns, seriam erguidas, e custariam algo em torno de R$ 2 milhões de reais. Um amplo espaço para culinária garanhuense também seria disponibilizado. “Será um shopping popular”, dizia à época, o secretário de planejamento.

.

Com o tempo, e após algumas reuniões entre Prefeitura e comerciantes, ficou definido que os lojistas do Pop Shop e 18 de Agosto não seriam removidos, sendo que, uma intervenção (reforma/reconstrução) ocorreria no Mercado Público. Na ideia, o antigo prédio passaria a contar com mais um pavimento, além de uma praça de alimentação, uma área de convivência, um espaço de artesanato, um mirante e um estacionamento. Com a intervenção, Garanhuns ganharia um novo polo turístico e cultural, atendendo inclusive, toda Região Agreste Meridional.

A obra? Não aconteceu. Contrariando as expectativas, não houve consenso, tão pouco dinheiro e assim todo o planejamento, além das diversas reuniões de mesa redonda, foram inúteis, já que nada saiu do papel. Os comerciantes do Pop Shop e Mercado Público chegaram a ensaiar uma comemoração, pois, após inúmeros protestos eles conseguiram permanecer em seus locais de trabalho.“Mas não é só isso, permanecer no mesmo lugar. O trânsito é ruim, os assaltos são frequentes e o tráfico de drogas é grande”, frisou um dos comerciantes à nossa redação.

        No que se refere a reforma, ela não deve ocorrer. Quanto as outras reivindicações, muito precisa ser feito, já que ambos (Pop Shop e 18 de Agosto) parecem desassistidos pelo governo Izaías.
.

Um comentário:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir