sábado, 3 de outubro de 2015

DILMA REDUZ EM 10% seu próprio salário e o de ministros; ao total 11 pontos passaram por reforma

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Entre as medidas tomadas no âmbito da reforma administrativa anunciada nesta sexta-feira  (2), pela presidenta Dilma Rousseff estão a redução em 10% do salário da própria presidenta, do vice-presidente e dos ministros de Estado.

A reforma tem o objetivo de melhorar a gestão pública, elevar a competitividade do País e continuar assegurando a igualdade de oportunidade aos cidadãos.

   Confira os principais pontos da reforma:

– Redução de 8 ministérios
– Redução de 30 secretarias nacionais
– Extinção de 3 mil cargos comissionados
– Redução em 10% do salário da presidenta, do vice-presidente e dos ministros
– Redução de 20% em gastos de custeio e terceirização
– Revisão dos contratos de aluguel e de serviços como vigilância, segurança e TI
– Revisão do uso do patrimônio da União; governo só ficará com prédios que servirem a políticas públicas
– Criação de central de automóveis, com objetivo de reduzir e otimizar a frota
– Limites de gastos com telefones, passagens e diárias
– Metas de eficiência no uso da água e da energia
– Criação da Comissão Permanente de Reforma do Estado


Governo “corta na própria carne” e mostra que vai equilibrar 
despesas e receitas, diz ministro (Foto: Gabinete Digital/PR)

O novo ministro da Saúde, Marcelo Castro, garantiu nesta sexta-feira (2) que os programas sociais da pasta, como Mais Médicos e Saúde Não tem Preço, que oferece gratuitamente remédios para doenças crônicas, serão mantidos durante sua gestão. Castro afirmou que vai dar continuidade aos programas já criados pelo atual governo.

     “A premissa é dar a sociedade a satisfação de que [o governo] efetivamente vai gastar menos do que recebe. Tem que haver esta certeza por parte da sociedade. Este é o papel que cabe agora ao governo, mostrar que vai acontecer”, disse em entrevista o Blog do Planalto.

Na avaliação de Padilha, a sociedade brasileira só quer duas coisas da administração: “decência e eficiência”.“Esse é o desafio que fica para os meus companheiros de Ministérios”, ressaltou.

          Coalisão PMDB-PT

O ministro destacou ainda que a reorganização na Esplanada dos Ministérios vai exigir “competência e responsabilidade” do PMDB, que agora vai comandar sete pastas, entre elas Saúde, que possui o maior Orçamento do Executivo.

“O PMDB integra o governo com a vice-presidência e agora com ministérios de expressão política administrativa muito grande. A responsabilidade que o partido está assumindo é muito grande e terá que ter o trabalho correspondente”, comentou.

Padilha disse também que o governo tem que solucionar a crise política para conseguir enfrentar a crise econômica. “Com a solução da crise política a gente vai conseguir um Orçamento superavitário. Com Orçamento superavitário se dá ao mercado, ao investidor, ao investidor internacional, a certeza de quer ele pode retomar negócios no Brasil”, concluiu.

Com informações do Governo Federal

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